segunda-feira, 30 de março de 2026

Peixes Barrigudinhos ajudam no combate a focos de mosquito em Niterói

 


Uma iniciativa de controle biológico do mosquito Aedes aegypti está em andamento em Itacoatiara. Agentes de controle de zoonoses e um morador se uniram para enfrentar um foco crônico de mosquitos em uma piscina com problemas estruturais, onde o tratamento químico não era viável.

A solução encontrada

O agente de controle de zoonoses Marcos Alvarenga sugeriu a introdução de peixes barrigudinhos, conhecidos por se alimentarem das larvas de mosquitos. A medida foi colocada em prática com apoio do agente de controle de zoonoses e supervisor Élcio Nascimento e da comunidade local.

Barrigudinho

Também conhecido como lebiste/guppy (Poecilia reticulata) e guaru (Poecilia vivipara), o barrigudinho é um peixe rústico que resiste a variações ambientais e se reproduz rápido, o que facilita a disseminação e a sobrevivência da sua espécie.

Monitoramento contínuo

Segundo os agentes, os peixes foram inseridos recentemente e o local passará por monitoramento regular durante as visitas. Caso seja necessário repor os animais, já existe uma rede de apoio: um morador que enfrentou situação semelhante e obteve bons resultados passou a criar os peixes, fornecendo-os à equipe.

Expansão da iniciativa

Além da residência inicial, os agentes pretendem estender a ação para uma casa vizinha que está fechada. O objetivo é entrar em contato com os novos proprietários para também introduzir os peixes na piscina, ampliando o alcance da medida.

Impacto na saúde pública

O uso de peixes barrigudinhos representa uma alternativa sustentável e eficaz ao tratamento químico, contribuindo para reduzir a proliferação de mosquitos transmissores de arboviroses como dengue, zika e chikungunya. A iniciativa reforça a importância da participação comunitária e da busca por soluções criativas no enfrentamento dos desafios da saúde pública.






quarta-feira, 25 de março de 2026

Monitoramento do Aedes aegypti em Niterói: pesquisa internacional fortalece combate às arboviroses

 


Desde o início desta semana, pesquisadores da Fiocruz Minas e da Universidade de Estrasburgo, na França, estão percorrendo o município de Niterói para instalar armadilhas de oviposição destinadas à captura do mosquito Aedes aegypti — vetor de importantes arboviroses como dengue, zika e chikungunya.

A iniciativa conta com o apoio direto das equipes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que desempenham papel fundamental no suporte logístico e operacional. Com amplo conhecimento do território, os servidores do CCZ têm facilitado o acesso aos locais estratégicos para a instalação das armadilhas.

A objetivo da pesquisa é realizar o monitoramento entomológico, coletando ovos, larvas e mosquitos adultos. O trabalho busca avaliar o estabelecimento da bactéria Wolbachia nas populações locais de Aedes aegypti, além de investigar a presença de microrganismos com potencial aplicação no controle dos vírus responsáveis pela dengue, zika e chikungunya.











terça-feira, 24 de março de 2026

🐾 Educação em Saúde: Raiva Animal em Foco no EJA



No dia 02/03, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), por meio da equipe de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), promoveu uma palestra sobre Raiva Animal para alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Unidade Municipal de Educação Infantil Vale Feliz, em Engenho do Mato.

A ação teve como objetivo sensibilizar os participantes sobre os cuidados e responsabilidades com seus animais de estimação – especialmente cães e gatos – para prevenir o sofrimento dos pets e evitar a transmissão de doenças, como a raiva, entre animais e seres humanos.

Conduzida pelo agente Delcir Vieira, a atividade contou com um bate-papo interativo e apresentação de slides, abordando temas como: saúde e vacinação dos pets, prevenção da raiva e orientações sobre cuidados com cães e gatos.

O público participou ativamente, levantando dúvidas importantes, como o que fazer ao encontrar morcegos ou micos mortos e se existe tratamento contra a raiva em casos de mordida por esses animais. O interesse demonstrado reforça a relevância da iniciativa para a promoção da saúde coletiva.

 

Raiva

A raiva, também conhecida como hidrofobia, é uma doença infecciosa aguda que leva à morte.  Causada por um vírus, é caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos.

O agente infeccioso é o vírus da raiva, da família Rhabdoviridae e pertencente ao gênero dos Lissavirus.

A transmissão da raiva se dá pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas.

Pode acometer todas as espécies de mamíferos, incluindo o homem, sendo seu prognóstico fatal em praticamente todos os casos.

O cientista Louis Pasteur conseguiu isolar o vírus em 1881, inoculando coelhos por via intracerebral, e preparou a primeira vacina antirrábica em 1884.

Em Niterói, o Centro de Controle de Zoonoses registrou dez casos confirmados de raiva nos últimos anos, todos em morcegos (2020 a 02/2026).







Grupo de idosos da Policlínica Regional de Itaipu recebe palestra sobre raiva animal


 

No dia 02/03, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – por meio da equipe de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – realizou a palestra Raiva Animal para um grupo de idosos usuários da Policlínica Regional de Itaipu.

A ação educativa em saúde teve como objetivo sensibilizar os integrantes do grupo sobre as responsabilidades e cuidados que devem ter com seus animais de estimação – especialmente cães e gatos – para que evitem o sofrimento dos mesmos e a transmissão de doenças como a raiva, entre animais e seres humanos.

Ministrada pelo agente Delcir Vieira, por meio de bate-papo interativo e exibição de slides, a iniciativa abordou questões como: cuidados com cães e gatos; a doença raiva; saúde e vacinação dos pets. 

O público interagiu bastante, fazendo perguntas.  Os principais questionamentos foram como proceder em caso de encontrar morcego morto e se existe tratamento contra a raiva para pessoas mordidas por morcego ou mico. O interesse demonstrado reforça a relevância da temática para a promoção da saúde coletiva.

 

Raiva

A raiva, também conhecida como hidrofobia, é uma doença infecciosa aguda que leva à morte.  Causada por um vírus, é caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos.

O agente infeccioso é o vírus da raiva, da família Rhabdoviridae e pertencente ao gênero dos Lissavirus.

A transmissão da raiva se dá pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas.

Pode acometer todas as espécies de mamíferos, incluindo o homem, sendo seu prognóstico fatal em praticamente todos os casos.

O cientista Louis Pasteur conseguiu isolar o vírus em 1881, inoculando coelhos por via intracerebral, e preparou a primeira vacina antirrábica em 1884.

Em Niterói, o Centro de Controle de Zoonoses registrou dez casos confirmados de raiva nos últimos anos, todos em morcegos (2020 a 02/2026).




segunda-feira, 23 de março de 2026

Educação, Saúde e Prevenção: Um Encontro de Cuidado e Parceria

 


Atendendo ao convite da diretora geral Aline Souza, da Escola Municipal Vera Lúcia Machado, localizada no Badu, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) participou do 1º Sábado Letivo e Reunião de Pais no último sábado, dia 21/03/2026.

As agentes Adriana Heizer, Jorgete Melo e Patrícia de Oliveira abriram o evento destacando a higiene pessoal como estratégia essencial para a promoção da saúde física e mental. Ressaltaram a importância da vigilância constante na prevenção da pediculose, compartilhando inclusive a receita da Fiocruz para o combate ao piolho.

A equipe enfatizou que a rotina diária de horários e tarefas (despertar, tomar banho, escovar os dentes, estudar, etc.) é fundamental, pois proporciona estabilidade, segurança e previsibilidade, reduzindo o estresse e a ansiedade. Além disso, reforçou que a organização do ambiente, com a eliminação de excessos, contribui para diminuir a presença de vetores, reduzir a transmissão de doenças e melhorar o rendimento escolar dos alunos.

Os pais demonstraram grande interesse nos temas abordados. A atividade contou com o apoio integral da direção da escola, fortalecendo ainda mais a parceria entre família e instituição na formação das crianças.










sexta-feira, 20 de março de 2026

CCZ realiza palestra sobre saúde ambiental no CRAS Badu



Nesta quarta-feira, 18/03, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – por meio do seu setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) realizou palestra sobre saúde ambiental para os usuários do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Badu.  

Antes da atividade sobre o Cadastro Único, as agentes Jorgete Melo e Patrícia de Oliveira conversaram sobre a importância de promover a saúde da família por meio de hábitos simples, como eliminar objetos desnecessários que podem favorecer a presença de vetores transmissores de arboviroses e zoonoses.

A equipe também abordou os cuidados essenciais com os animais domésticos, reforçando o papel da responsabilidade no convívio saudável entre pessoas e pets.

A participação do grupo foi ativa e demonstrou grande interesse em aplicar essas práticas no dia a dia, fortalecendo a prevenção e a promoção da saúde coletiva.




Celebração do Mês da Mulher na Policlínica Regional do Largo da Batalha: Participação do CCZ.

 


Nesta terça-feira, 17/03, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – por meio do seu setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – participou do evento de celebração ao Mês da Mulher, a convite da assistente social e coordenadora do grupo de idosos da Policlínica Regional do Largo da Batalha, Sra. Teresita Chávez.

A professora e assistente social Heloísa Mesquita Heloísa iniciou o encontro com a dinâmica do “varal da informação”, onde jornais com manchetes sobre envelhecimento da população, atuação da mulher na sociedade e os riscos enfrentados diariamente foram pendurados em um varal. Após a leitura, os idosos foram convidados a escolher um tema e refletir sobre a importância da dúvida, da reflexão crítica e da força do coletivo.

As agentes do IEC Adriana Heizer, Jorgete Melo e Patrícia de Oliveira aproveitaram esse espaço de diálogo para destacar como as mulheres podem estimular e envolver outros membros da família na promoção da saúde dos ambientes domésticos, prevenindo zoonoses e arboviroses.

✨ O grupo participou com entusiasmo e reconheceu que transformar os ambientes — eliminando excessos de objetos, mantendo limpeza e organização — é uma ferramenta essencial para proteger a saúde da família.