Muita gente adora levar seu cãozinho para passear em
diferentes lugares, mas quando o assunto é praia, a regra é clara: não pode. A
presença de cães na areia, apesar de parecer inofensiva, traz riscos sérios à
saúde pública, ao meio ambiente e até ao próprio bem-estar dos animais.
Entre os principais motivos está a saúde pública: fezes e
urina de cães podem transmitir doenças como verminoses e dermatites, além de
comprometer a qualidade da areia e da água. Há também o fator segurança, já que
cães soltos podem causar acidentes, mordidas ou incômodos aos banhistas. E não
podemos esquecer da preservação ambiental, já que resíduos orgânicos afetam a
fauna marinha e a balneabilidade das praias.
A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Centro de
Controle de Zoonoses (CCZ), iniciou em janeiro a ação educativa “Cachorro na
praia? Não pode!”. Agentes estão percorrendo praias, parques e praças para
distribuir panfletos educativos, além de orientar os tutores sobre locais
adequados para lazer com seus cães.
Equipes do setor de Informação, Educação e Comunicação em
Saúde (IEC), do CCZ, conversam com transeuntes sobre a importância de evitar
que seus animais frequentem as áreas de areia e mar das praias e as principais
zoonoses de interesse em saúde pública relacionadas, e ainda distribuem panfletos
educativos:
- 29/01/26 – Horto do Fonseca;
- 02 e 03/02/26 – Praia de Icaraí;
- 05/02/26 – Praias de São Francisco e Charitas.
Mais do que proibir, a iniciativa busca educar e sensibilizar. Afinal, quando entendemos os impactos e respeitamos as regras, todos ganham: os banhistas, os animais e o meio ambiente.
Horto do Fonseca
Equipes: Horto do
Fonseca – Maria Cristina Crisóstomo, Rodolfo Teixeira e Rosani Loureiro. /
Praias de Icaraí, São Francisco e Charitas – Leila Neves e Lílian Barcellos.
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