segunda-feira, 6 de julho de 2026

CCZ leva atendimento contra a Esporotricose até Jurujuba

 


No dia 3 de julho de 2026, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deu um novo passo no combate à esporotricose em Niterói: pela primeira vez, o atendimento saiu da sede e chegou até o bairro de Jurujuba. A iniciativa marca a ampliação do programa municipal de enfrentamento da doença, que agora passa a ir ao encontro da população, e não apenas esperar por ela.

Parceria com a UFF

O serviço é uma parceria do CCZ com o Instituto Biomédico da Universidade Federal Fluminense (UFF), que faz o diagnóstico clínico e laboratorial da doença. É 100% gratuito, por demanda espontânea! 🙌

Medicação e Tratamento

Se o animal for diagnosticado, o tutor recebe uma receita para retirar gratuitamente o medicamento Itraconazol em uma das policlínicas regionais — é só estar cadastrado na policlínica escolhida.

Um primeiro dia de resultados

Na estreia da ação, seis atendimentos foram realizados diretamente em Jurujuba. O número pode parecer modesto, mas representa o início de um modelo que promete crescer com o tempo — e que já nasce com um propósito bem definido: incluir quem, até então, ficava de fora do cuidado por dificuldades de locomoção.

Por que levar o atendimento para o bairro?

A esporotricose é uma doença causada por fungo, transmitida principalmente pelo contato com gatos infectados, e que exige diagnóstico e tratamento contínuos. Para muitos tutores, no entanto, o simples fato de levar o animal até a sede do CCZ já é uma barreira. É justamente esse obstáculo que a nova ação busca derrubar.

O atendimento itinerante tem como público prioritário:

  • pessoas que não têm como transportar seus animais até o CCZ;
  • protetoras e protetores independentes, que cuidam de animais em situação de rua e frequentemente enfrentam as maiores dificuldades logísticas e financeiras para garantir tratamento.

Ao ir até o bairro, o CCZ reduz essa distância e amplia o alcance do combate à doença exatamente onde ele mais precisa acontecer.

Como vai funcionar a partir de agora

O modelo adotado prevê consultas e acompanhamento mensal, permitindo que os casos sejam monitorados de perto ao longo do tempo — algo essencial para o tratamento da esporotricose, que costuma exigir continuidade.

Por enquanto, os atendimentos estão concentrados em Jurujuba, mas a equipe do CCZ já sinaliza a intenção de expandir a iniciativa para outros bairros de Niterói conforme a experiência avance.

Uma dúvida comum entre os moradores é sobre a continuidade do projeto: afinal, os atendimentos vão continuar acontecendo todo mês? Até quando? Segundo o CCZ, a resposta é simples e direta: sim, a frequência será mensal, e não há um prazo definido para o encerramento da ação. A continuidade será guiada pela demanda da comunidade — ou seja, enquanto houver necessidade, o atendimento em Jurujuba segue acontecendo.

Próxima data já confirmada

Quem não conseguiu ser atendido neste primeiro dia já pode se programar: a próxima rodada de atendimentos em Jurujuba está marcada para 7 de agosto.

A expectativa é que, com a consolidação dessa rotina mensal, cada vez mais tutores e protetoras consigam contar com acompanhamento próximo e regular, fortalecendo o combate à esporotricose em Niterói de forma mais inclusiva e acessível.










quinta-feira, 2 de julho de 2026

CLIN de Santa Rosa recebe ação educativa promovida pelo CCZ

 


No dia 25 de junho de 2026, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), por meio da equipe de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), promoveu uma ação educativa de grande relevância no Distrito de Limpeza Urbana 06 da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (CLIN), em Santa Rosa.

A atividade, intitulada “Saúde Ambiental: desafios e estratégias para enfrentar arboviroses e roedores no cotidiano da limpeza urbana”, teve como propósito oferecer capacitação aos garis, ampliando sua compreensão sobre os riscos ambientais e de saúde relacionados às arboviroses — como dengue, zika e chikungunya — e ao aumento da população de roedores. Foram também apresentadas medidas práticas de prevenção e controle aplicáveis diretamente no trabalho diário de limpeza.

Metas específicas da iniciativa:

  • Evidenciar como a atuação dos garis contribui para evitar doenças transmitidas por mosquitos e roedores.
  • Orientar sobre ações simples e eficazes para eliminar criadouros de mosquitos e reduzir focos de roedores.
  • Ressaltar o papel essencial dos garis na preservação da saúde coletiva e na melhoria da qualidade de vida em Niterói.
  • Integrar a rotina da limpeza urbana às políticas municipais de combate às arboviroses e zoonoses.

A condução ficou a cargo das agentes Daniele Caviare, Leila Neves e Lílian Barcelos, em formato de conversa interativa, apoiada por recursos visuais como slides e vídeos. Entre os pontos discutidos estavam:

  • A relevância da atuação dos garis para a saúde ambiental.
  • Estratégias de combate às arboviroses (dengue, zika e chikungunya).
  • Prevenção e cuidados diante da presença de roedores.
  • Orientações sobre raiva e acidentes envolvendo animais.
  • Controle do caracol gigante africano (Achatina fulica).

Os garis participaram ativamente, demonstrando interesse em todos os temas abordados, destacando-se o caracol gigante africano (Achatina fulica).

Essa ação reforça que a limpeza urbana não se limita à estética da cidade: trata-se de uma prática essencial para o bem-estar coletivo e para a prevenção de enfermidades.

Com iniciativas desse tipo, a CLIN e o CCZ reafirmam seu compromisso em transformar conhecimento em ação, consolidando a limpeza urbana como parte fundamental das estratégias de enfrentamento às arboviroses e zoonoses.





quarta-feira, 1 de julho de 2026

CLIN de Santa Bárbara recebe ação educativa promovida pelo CCZ

 


No dia 30 de junho de 2026, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), por meio da equipe de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), promoveu uma ação educativa de grande relevância no Distrito de Limpeza Urbana 12 da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (CLIN), em Santa Bárbara.

A atividade, intitulada “Saúde Ambiental: desafios e estratégias para enfrentar arboviroses e roedores no cotidiano da limpeza urbana”, teve como propósito oferecer capacitação aos garis, ampliando sua compreensão sobre os riscos ambientais e de saúde relacionados às arboviroses — como dengue, zika e chikungunya — e ao aumento da população de roedores. Foram também apresentadas medidas práticas de prevenção e controle aplicáveis diretamente no trabalho diário de limpeza.

Metas específicas da iniciativa:

  • Evidenciar como a atuação dos garis contribui para evitar doenças transmitidas por mosquitos e roedores.
  • Orientar sobre ações simples e eficazes para eliminar criadouros de mosquitos e reduzir focos de roedores.
  • Ressaltar o papel essencial dos garis na preservação da saúde coletiva e na melhoria da qualidade de vida em Niterói.
  • Integrar a rotina da limpeza urbana às políticas municipais de combate às arboviroses e zoonoses.

A condução ficou a cargo dos agentes Maria Cristina Crisóstomo, Rodolfo Teixeira e Rosani Loureiro, em formato de conversa interativa, apoiada por recursos visuais como slides e vídeos. Entre os pontos discutidos estavam:

  • A relevância da atuação dos garis para a saúde ambiental.
  • Estratégias de combate às arboviroses (dengue, zika e chikungunya).
  • Prevenção e cuidados diante da presença de roedores.
  • Orientações sobre raiva e acidentes envolvendo animais.
  • Controle do caracol gigante africano (Achatina fulica).

Os participantes se envolveram de maneira ativa, demonstrando interesse nos temas abordados: “Foi bem tranquilo lá. Eles foram muito participativos, o que me surpreendeu bastante e positivamente. Mesmo cansados após a jornada de trabalho, interagiram muito bem, conversaram bastante sobre os temas. Os dois assuntos que mais despertaram participação foram os ratos e o caracol gigante africano (Achatina fulica). A maioria compartilhou relatos e experiências, o que enriqueceu consideravelmente a conversa. Achei impressionante o interesse deles nesses temas”, relatou Rosani.

Essa ação reforça que a limpeza urbana não se limita à estética da cidade: trata-se de uma prática essencial para o bem-estar coletivo e para a prevenção de enfermidades.

Com iniciativas desse tipo, a CLIN e o CCZ reafirmam seu compromisso em transformar conhecimento em ação, consolidando a limpeza urbana como parte fundamental das estratégias de enfrentamento às arboviroses e zoonoses.







Limpeza Urbana e Saúde: ação educativa do CCZ na CLIN de Itaipu



No dia 23 de junho de 2026, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), por meio da equipe de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), promoveu uma ação educativa de grande relevância no Distrito de Limpeza Urbana 11 da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (CLIN), em Itaipu.

A atividade, intitulada “Saúde Ambiental: desafios e estratégias para enfrentar arboviroses e roedores no cotidiano da limpeza urbana”, teve como propósito oferecer capacitação aos garis, ampliando sua compreensão sobre os riscos ambientais e de saúde relacionados às arboviroses — como dengue, zika e chikungunya — e ao aumento da população de roedores. Foram também apresentadas medidas práticas de prevenção e controle aplicáveis diretamente no trabalho diário de limpeza.

Metas específicas da iniciativa:

  • Evidenciar como a atuação dos garis contribui para evitar doenças transmitidas por mosquitos e roedores.
  • Orientar sobre ações simples e eficazes para eliminar criadouros de mosquitos e reduzir focos de roedores.
  • Ressaltar o papel essencial dos garis na preservação da saúde coletiva e na melhoria da qualidade de vida em Niterói.
  • Integrar a rotina da limpeza urbana às políticas municipais de combate às arboviroses e zoonoses.

A condução ficou a cargo dos agentes Adriana Heizer e Delcir Vieira, em formato de conversa interativa, apoiada por recursos visuais como slides e vídeos. Entre os pontos discutidos estavam:

  • A relevância da atuação dos garis para a saúde ambiental.
  • Estratégias de combate às arboviroses (dengue, zika e chikungunya).
  • Prevenção e cuidados diante da presença de roedores.
  • Orientações sobre raiva e acidentes envolvendo animais.
  • Controle do caracol gigante africano (Achatina fulica).

Os participantes se envolveram de maneira ativa, demonstrando interesse nos temas abordados.

Essa ação reforça que a limpeza urbana não se limita à estética da cidade: trata-se de uma prática essencial para o bem-estar coletivo e para a prevenção de enfermidades.

Com iniciativas desse tipo, a CLIN e o CCZ reafirmam seu compromisso em transformar conhecimento em ação, consolidando a limpeza urbana como parte fundamental das estratégias de enfrentamento às arboviroses e zoonoses.