segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Fiocruz divulga nota sobre áudios no Whatsapp referentes à doença transmitida por macacos




24/10/2016


NOTA OFICIAL: Alguns áudios têm circulado no Whatsapp sobre um princípio de pandemia mundial gerado por uma doença letal que estaria sendo transmitida por macacos. Os áudios citam ainda que a Fiocruz estaria contratando vários zootecnistas do mercado para trabalhar no caso. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) esclarece que essas informações são inverídicas. Não há uma pandemia mundial sendo ‘abafada’ e não se pode falar em qualquer doença até o momento, uma vez que o laudo definitivo ainda não foi emitido. A Fiocruz confirma o recebimento de amostras de primatas da cidade do Rio de Janeiro para análise laboratorial no dia 13/10. Destacamos, no entanto, que não houve e nem haverá contratação de zootecnistas para avaliar o caso. As amostras seguem o protocolo e o fluxo padrão da Fiocruz para seu processamento. O laudo definitivo será enviado à Secretaria Estadual de Saúde. A Fiocruz vem trabalhando em estreita articulação com a Secretaria Estadual de Saúde, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro e a Universidade Estácio de Sá.

Busque informações de fontes seguras e confiáveis.

Não espalhe boatos. A boataria é um desserviço à população.





Educação em Saúde participa da SIPAT na Universo



O setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) –  participou da Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho, promovida pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO), Centro, no período de 17 a 21/10.  A SIPAT teve como objetivo divulgar, orientar e promover a prevenção de acidentes, segurança e saúde no trabalho.

O IEC atuou com estande educativo sobre zoonoses e doenças de transmissão vetorial, onde desenvolveu explanação temática, exposição de maquetes e distribuição de material informativo.  A equipe prestou informações e orientações sobre arboviroses (dengue, zika e chikungunya), roedores, pombos, entre outros agravos, com o propósito de sensibilizar os visitantes sobre a importância da prática de medidas preventivas para se evitar a proliferação de doenças.

Equipe:  Adriana Heizer, Antônio Pessôa, Delcir Vieira,  Jonas Queiróz,  Lílian Barcellos, Maria Cristina Crisóstomo,  Rodolfo Matta e Rosani Loureiro.








quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Agentes do CCZ participam de seminário sobre atualização em arboviroses

Criação em 19/10/16
Atualização de imagens em 24/10/16



Nesta segunda-feira (17/10), agentes do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) participaram do seminário “Atualização em Arboviroses” no auditório do Núcleo de Educação Permanente e Pesquisa (NEPP), bairro Centro.
A ação educativa teve como objetivo propiciar aos profissionais aprimoramentos dos seus conhecimentos sobre as principais arboviroses de interesse em Saúde Pública no país atualmente – dengue, zika e chikungunya –  e as questões que envolvem o controle do mosquito Aedes aegypti no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ministrada por profissionais do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC /CCZ) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a atividade desenvolveu-se por meio de explanação temática, apresentação de slide-show e filmes, demonstração de material de apoio e distribuição de informativos. 

O palestrante Hugo Costa (IEC /CCZ) destaca a importância do seminário:  “O deste ano foi muito importante porque tratou da temática das arboviroses, desse panorama atual da zika e da chikungunya no país, pois é fundamental passar para os agentes – aqueles que trabalham na ponta – as informações corretas.  Muitas dúvidas foram esclarecidas, mitos foram quebrados.  Achei muito bom, e a participação do público foi excelente. Outra coisa interessante no seminário foi a parte que aborda o papel do agente de endemias no SUS, especialmente o protagonismo dele nas questões de Saúde Pública [palestra de Alberto Jucelino]”.

Para a agente Patrícia de Oliveira, o seminário foi uma oportunidade de atualizar conhecimentos:  “Sempre acho esses seminários muito interessantes.  Além de adquirirmos novas informações, temos a chance de saber o que está acontecendo no dia a dia das visitas domiciliares no que diz respeito ao controle do Aedes aegypti.  Aproveito para parabenizar a coordenadora do IEC por essa iniciativa de anualmente disponibilizar para todos a nossa melhor ferramenta de trabalho:  o conhecimento.”

A agente também pontua um episódio que chamou bem a atenção:  “A funcionária Valéria, da Fiocruz, acolheu a dúvida de um colega com notável atitude ética. Ficou claro que nenhuma pergunta deve ser desconsiderada e sim esclarecida com muito respeito.”

As próximas turmas de agentes participarão nos dias 21, 24 e 31/10.



Imagens 24/10/16












Imagens 21/10/16







Imagens 17/10/16













terça-feira, 27 de setembro de 2016

Educação em Saúde participa de Feira de Ciências






Na última sexta-feira (23/09) o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – participou da Feira de Ciências da Escola Municipal Maria de Lourdes Barbosa Santos, no Fonseca.

O evento se propôs a promover o desenvolvimento da criatividade dos alunos, o incentivo à pesquisa científica (observação, organização, experimentação, registro de resultados) e à sua prática;  e desenvolver atitudes de responsabilidade, preservação e cooperação com o meio ambiente para garantia da sustentabilidade da vida no planeta.

O IEC atuou com estande educativo onde os visitantes puderam observar maquetes ilustrativas que mostram o ambiente certo e o errado para a proliferação de mosquitos numa residência.  Além disso, a equipe prestou orientações e contribuiu para difundir informações sobre arboviroses (dengue, zika e chikungunya), enfatizando a importância do combate ao vetor, o mosquito Aedes aegypti.  

A participação da comunidade escolar foi bem positiva e satisfatória.  Alunos do Ensino Fundamental e Educação Infantil, pais e professores, todos demonstraram interesse em aprender mais sobre prevenção, especialmente como evitar a proliferação da doença zika no município.

Equipe:  Agentes - Antônio Pessoa, Maria Cristina Crisóstomo, Rodolfo Teixeira e Rosani Loureiro.














quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Proteína do leite é capaz de inibir infecção pelos vírus Zika e Chikungunya, indica estudo


A proteína lactoferrina derivada do soro do leite bovino é capaz de inibir in vitro a infecção pelos vírus Zika e Chikungunya. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pelo Instituto Evandro Chagas (IEC) em parceria com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O estudo foi coordenado pelo professor Carlos Alberto Marques de Carvalho, integrante da Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas do IEC.

Para a pesquisa, foram utilizadas as chamadas células Vero – bastante aplicadas em experimentos com vírus transmitidos a humanos por mosquitos. A partir de ensaios de infecciosidade, microscopia de imunofluorescência e quantificação do ácido nucleico viral, os cientistas demonstraram que a lactoferrina é capaz de inibir a infecção de ambos os vírus em até 80%. Os autores acreditam que a ação da proteína se deva ao bloqueio do acesso viral a receptores na superfície da célula.

De acordo com o coordenador do Laboratório de Bioquímica Estrutural da UNIRIO e coautor do estudo, Rafael Braga Gonçalves, caso os resultados da pesquisa in vitro se repitam em experimentos no organismo, seria possível utilizar a molécula para formulação de medicamentos que combatam as doenças causadas por esses vírus. “Para exercer essa função, a lactoferrina não precisaria estar presente, mas apenas parte dela ou, até mesmo, uma droga sintética com estrutura similar”.

Segundo o pesquisador, a proteína é também encontrada no corpo humano, em secreções como lágrima, saliva e sêmen, além do leite materno. “As versões humana e bovina têm cerca de 70% de similaridade na sequência de aminoácidos, e uma conformação muito parecida”, disse. Em ambos os casos, a função natural da molécula é transportar ferro e participar da defesa do organismo.

Atualmente, a lactoferrina é utilizada nos Estados Unidos e na Europa em mais de 15 produtos, como cremes dentais e cápsulas para fortalecimento do sistema imunológico. 



Fonte:  UNIRIO

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Alunos da Escola Dario Castello aprendem sobre higiene pessoal





Com o objetivo de fazer com que os alunos do ensino fundamental aprendam hábitos e práticas de higiene, incentivando-as a conhecer e a cuidar do próprio corpo para prevenir doenças, a equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde, do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói, realizou palestras na Escola Municipal Dario Castello, em Itaipu. A ação educativa em saúde ocorreu na última terça-feira (13/09).

Os agentes Élcio Nascimento e Rita Costa envolveram os estudantes na temática com um bate papo interativo acompanhado da exibição de slide-show e vídeos. Os principais tópicos abordados foram:  limpeza corporal, lavagem das mãos e saúde, gripe H1N1, e cuidados com a água de consumo e alimentos.

A participação da garotada foi intensa.  A maioria fez perguntas, especialmente sobre a lavagem correta das mãos e vírus.  Outros fizeram apenas colocações de suas experiências (as chamadas “historinhas”) como meio de se integrarem no contexto.  Atividade positiva e satisfatória.