Canal interativo de informação dos serviços e divulgação das atividades do Centro de Controle de Zoonoses e de Doenças de Transmissão Vetorial Professor Américo Braga.
Na última quarta-feira, 23 de
julho de 2025, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Niterói, por meio do
setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), participou de uma
reunião estratégica na Administração Regional de Icaraí.
Representando o CCZ,
estiveram presentes o agente Cláudio Moreira e a coordenadora do IEC, Maria da
Glória Moreira. O encontro teve como propósito principal apresentar e atualizar
os colaboradores locais sobre os serviços, projetos e ações conduzidos pelo
CCZ, reforçando o elo entre as equipes e promovendo uma compreensão mais ampla
do papel da instituição na promoção da saúde pública.
Durante a reunião, foram
compartilhadas informações relevantes sobre o combate às zoonoses e o controle
de vetores no município. Entre os temas que geraram maior interesse estavam o
uso do fumacê, os mecanismos de dispersão do mosquito transmissor de doenças e
o funcionamento do método Wolbachia.
O evento contou com a
participação ativa de oito funcionários da regional, que demonstraram grande
envolvimento, interesse e comprometimento com os conteúdos apresentados.
O Estado do Rio de Janeiro terá um Programa de Controle
Sustentável do Aedes aegypti, conforme prevê a Lei 10.890/25, aprovada pela
Alerj e sancionada pelo governador Cláudio Castro. O objetivo é reduzir as
arboviroses transmitidas pelo mosquito, como Dengue, Zika, Chikungunya e Febre
Amarela Urbana, além de doenças que afetam animais domésticos, como a
Dirofilariose.
A lei incentiva métodos inovadores, como a liberação de
mosquitos modificados ou infectados com agentes que diminuem a capacidade de
transmissão de doenças. Destaca ainda a avaliação contínua dos métodos
tradicionais e a redução progressiva do uso de inseticidas químicos, visando
preservar o meio ambiente e a biodiversidade local.
O programa será implementado pelo governo estadual e buscará
cobertura eficiente em áreas urbanas e rurais, focando especialmente em regiões
com maior incidência das doenças.
Um exemplo bem-sucedido é o do município de
Niterói, que utilizou o método Wolbachia — um microrganismo que, quando
introduzido nos ovos do Aedes aegypti, reduz a capacidade do mosquito de
transmitir vírus. Em Niterói, desde 2015, a liberação de mosquitos com
Wolbachia levou a reduções expressivas: cerca de 70% nos casos de dengue, 60%
de chikungunya e 40% de zika nas áreas cobertas. Em 2023, Niterói se tornou a
primeira cidade do país com 100% do território coberto por essa tecnologia,
apresentando índices muito baixos de casos de dengue em 2025.
Além disso, foi inaugurada em Curitiba a maior biofábrica do
mundo para criação de mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia, resultado da
parceria entre o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e o World
Mosquito Program (WMP). A iniciativa conta com apoio do Ministério da Saúde,
Fiocruz e WMP e já beneficiou cerca de 5 milhões de brasileiros, com previsão
de alcançar 70 milhões nos próximos anos.
📌 Resumo do conteúdo
originalmente publicado por A TRIBUNA RJ.
Está no ar o 1º episódio da série Fiotec Apoia,
publicado no perfil @fiotecfiocruz, e nós temos o privilégio de compartilhar
esse conteúdo impactante com vocês. No vídeo, você vai conhecer o Método
Wolbachia, do World Mosquito Program, uma inovação que já está mudando a
realidade de milhões de pessoas ao redor do mundo.
Com entrevistas exclusivas e relatos reais, o episódio
revela como a cidade de Niterói (RJ) se tornou referência no uso da
tecnologia, aplicando o método em 100% dos seus bairros por meio do
trabalho dos profissionais do Centro de Controle de Zoonoses. Os
resultados positivos acumulados ao longo de quase uma década são a prova de que
ciência e dedicação podem salvar vidas.
📽️ Dê o play e descubra
como essa iniciativa está fazendo a diferença na luta contra as arboviroses.
🧡 Nosso sincero
agradecimento à @fiotecfiocruz pela permissão para republicar o vídeo em nosso
perfil e ajudar a amplificar essa mensagem tão necessária.
Principais momentos do vídeo:
00:19min – Luciano Moreira, consultor sênior do Método
Wolbachia no Brasil fala sobre o histórico do Método Wolbachia na Austrália.
2:13min – Andrea Rosa da Silva, agente de combate às
endemias e supervisora de equipe de campo do SECOV (Setor 2), fala sobre a
colocação de ovitrampas. Imagens mostram
ação de campo na Ponta D’Areia com os agentes Augusto Cesar Zambe e Jailson
Boaventura.
4:15min – Cláudio Luiz Rodrigues, agente de combate às
endemias e supervisor geral de equipe de campo do SECOV (Setor 2), fala sobre a
colocação de ovitrampas.
4:47min - Ação de campo na Ponta D’Areia com os agentes
Augusto Cesar Zambe, Jailson Boaventura, Andrea Rosa e Cláudio Luiz Rodrigues.
5:05min – Cláudio Luiz Rodrigues, agente de combate às
endemias e supervisor geral de equipe de campo do SECOV (Setor 2), fala sobre a
abordagem educativa realizada pelos agentes de campo para explicar ao morador o
método e as ovitrampas.
5:57min – Ana Eppinghaus, coordenadora de vigilância em
saúde de Niterói, fala sobre o histórico do Método Wolbachia no município.
7:29min – Ana Eppinghaus (COVIG) e Fabio Vilas Boas (CCZ) falam
sobre os resultados da incidência de arboviroses no município após a
implantação do método.
No dia 10 de julho de 2025, o Centro de Controle de Zoonoses
de Niterói (CCZ), por meio da sua Seção de Controle da População Animal
(SÇPOP), realizou uma importante iniciativa na Associação de Moradores da
Comunidade Boa Esperança, localizada em Piratininga.
A ação teve como foco principal identificar fatores de risco
que possam favorecer a disseminação da Leishmaniose Visceral Canina (LVC) na
região. O esforço busca reforçar as estratégias de vigilância e prevenção da
doença, promovendo o bem-estar tanto da população humana quanto animal.
Durante a atividade, foram realizadas coletas de amostras
sanguíneas de cães para análise laboratorial com o objetivo de detectar
possíveis casos da doença. Além disso, foi aplicada a vacina antirrábica em
diversos animais da comunidade, como medida preventiva essencial para garantir
a saúde pública e evitar o avanço da raiva, uma zoonose grave.
A equipe do CCZ dará continuidade à vacinação antirrábica nesta
semana, atendendo os demais animais da comunidade Boa Esperança.
Nesta quinta-feira, 10 de julho de 2025, o Centro de
Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ), por meio do setor de Informação,
Educação e Comunicação em Saúde (IEC), participou de uma reunião na
Administração Regional que abrange os bairros de Santa Rosa, Pé Pequeno e Vital
Brazil.
Representando o CCZ, estiveram presentes os agentes Cláudio
Moreira e Lílian Barcellos (IEC), a agente Cláudia Vaz (Seção de Controle da
População Animal) e a coordenadora do IEC, Maria da Glória Moreira. Durante o
encontro, foram compartilhadas informações relevantes sobre as atividades
desenvolvidas pelo órgão no município e na região.
A equipe foi calorosamente recebida, e o agente Cláudio
Moreira agradeceu pela estrutura disponibilizada e pela receptividade ao
diálogo. “Momentos como este são essenciais para integrar os serviços da
cidade. O cuidado com Niterói começa com diálogo, parceria e troca de
conhecimento.”
Na última segunda-feira, dia 7 de julho, o setor de
Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) do Centro de Controle de
Zoonoses de Niterói (CCZ) marcou presença em um encontro com os colaboradores
da Secretaria Regional do Centro, realizado no Centro da
cidade.
O objetivo foi apresentar de forma clara e acessível as
ações e serviços oferecidos pelo CCZ, fortalecendo o elo entre as equipes e
ampliando o conhecimento da regional sobre o papel do órgão na promoção da
saúde pública.
Representando o IEC, o agente Cláudio Moreira foi
recebido com hospitalidade pelo diretor do espaço, Luís Carlos Soares.
Agradecendo pela estrutura oferecida e pela escuta aberta ao diálogo, Cláudio
destacou a importância de momentos como esse para a integração entre os
serviços municipais.
A receptividade calorosa dos participantes reforça um ponto
essencial: o cuidado com a cidade começa com o trabalho em equipe e a troca de
conhecimento.
No dia 01/07, o setor de Informação, Educação e Comunicação
em Saúde do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói deu início ao Projeto
Ligados em Saúde no CIEP Emiliano Di Cavalcanti, no bairro Badu. O principal
objetivo é formar multiplicadores de conhecimento. A professora de Ciências,
Rogéria Herminda, escolheu a turma 901 para ser responsável por disseminar as
informações trabalhadas ao longo do 2º semestre de 2025 para todos os alunos da
escola.
As agentes Jorgete Melo e Patrícia de Oliveira abriram o
projeto abordando o tema das arboviroses, utilizando um slide show para
explicar o que são essas doenças, seus principais vetores, formas de prevenção,
o Projeto Wolbachia, sintomas, sinais de agravamento e tratamentos, com
destaque para a importância da hidratação. Também reforçaram a necessidade de
manter os quintais limpos e organizados, livres de objetos que possam servir de
criadouros para o Aedes aegypti, principal vetor das arboviroses.
“Sensibilizamos os alunos sobre a importância de eliminar
excessos, dar um lugar certo para cada objeto e construir o hábito de manter
apenas o essencial, tornando os ambientes mais saudáveis, harmônicos e bonitos,
livres de vetores”, destacou Patrícia.