quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Projeto Gugu do Badu recebe ação educativa sobre arboviroses e roedores





Na manhã da última quinta-feira (17/01) integrantes do Projeto Gugu do Núcleo Badu receberam ação educativa em saúde sobre arboviroses e roedores promovida pelo Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC).

O objetivo foi sensibilizar sobre a importância de cada um fazer a sua parte no combate ao mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, chikungunya e zika – e aos roedores urbanos (ratos e camundongos) – que disseminam, entre outras doenças, a leptospirose.

A agente Patrícia de Oliveira desenvolveu bate papo interativo com distribuição de panfletos na praça do bairro onde o grupo se reúne para fazer exercícios físicos habitualmente. Abordou de modo sucinto os seguintes tópicos:  roedores – espécies de roedores urbanos, problemas causados por esses vetores, a leptospirose, e prevenção; arboviroses – arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika, chikungunya e febre amarela) e seus sintomas, principais medidas de prevenção, e combate aos possíveis criadouros do vetor.

“O público, composto na sua maioria por senhoras, demonstrou considerável interesse no assunto. Algumas denunciaram casas com focos em suas comunidades. Ressaltei a importância de se manter o quintal limpo e organizado, contribuindo assim para evitar possível infestação de mosquitos e roedores. Na oportunidade, falei também sobre pombos e escorpiões. A professora e o coordenador do núcleo apoiaram a iniciativa”, destacou Patrícia.





Projeto Gugu

O Projeto Gugu é um dos mais bem sucedidos programas de ginástica e incentivo à qualidade de vida voltados para idosos.

Idealizado e comandado pelo médico ortopedista e professor Carlos Augusto Bittencourt Silva (in memoriam), o Projeto Gugu começou em abril de 1995, na Praia de Icaraí, em Niterói. 

Os núcleos foram surgindo, e o mais interessante é que se propunha simplesmente fazer exercícios físicos, e agora reintegra o idoso à sociedade, melhorando-o sob o aspecto físico, psíquico e social. (Fonte:  http://www.funcab.org/gugu.php)



segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Educação em Saúde realiza sala de espera no PMF Cantagalo





Na última quarta-feira (16/01), o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) – realizou atividade de sala de espera no Médico de Família Eva Ramos, em Cantagalo.  

O objetivo foi alertar os usuários sobre os perigos à saúde causados pelo mosquito Aedes aegypti e animais sinantrópicos como roedores (ratos e camundongos) e pombos, destacando a importância da prevenção.

A equipe do IEC, representada pela agente Patrícia de Oliveira, desenvolveu a atividade por meio de bate papo interativo e distribuição de panfletos, e abordou os seguintes tópicos:  roedores – espécies de roedores urbanos, problemas causados por esses vetores, a leptospirose, e prevenção; arboviroses – arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika, chikungunya e febre amarela) e seus sintomas, principais medidas de prevenção, e combate aos possíveis criadouros do vetor; pombos - biologia dos pombos, os fatores que favorecem sua presença, quais as principais doenças causadas e como deve ser feito o controle efetivo desses animais.

“Apresentamos nosso trabalho junto aos agentes comunitários de saúde e com total apoio das enfermeiras. Passamos dicas valiosas de como enfrentar esse período de forte calor sem a presença de animais [mosquito, roedores e pombos]. Algumas pessoas relataram sobre a presença constante de baratas e lacraias em suas residências. Orientamos quanto à pratica diária de manter quintais limpos e organizados, livres de criadouros, lixo e entulhos, impedindo assim a permanência desses vetores. Ao final, alguns usuários perguntaram a respeito de soluções para situações específicas. Divulgamos o telefone do Disque Dengue Niterói”, contou Patrícia.






sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

CCZ realiza ação educativa sobre mosquitos e roedores no CCF Badu




O Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – realizou nesta segunda-feira (14/01) ação educativa sobre mosquitos e roedores na Clínica Comunitária da Família do Badu.  

A agente Patrícia de Oliveira desenvolveu a atividade por meio de bate papo interativo, e abordou os seguintes tópicos:  arboviroses – sintomas, a importância da vacinação contra a febre amarela, características do mosquito Aedes aegypti, principais medidas de prevenção e combate aos possíveis criadouros do vetor; roedores – espécies de roedores urbanos, problemas causados por ratos e camundongos, a leptospirose, e prevenção.

O objetivo foi alertar os integrantes do grupo de hiperdia, coordenado pela enfermeira Katia Trigueiro, acerca dos perigos à saúde causados pelas arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti (dengue, zika, chikungunya e febre amarela) e sensibilizá-los quanto à importância da adoção de medidas preventivas contra os roedores urbanos no ambiente domiciliar e de convívio. 

“Apresentei dicas de como manter casas e quintais livres de mosquitos e roedores nesse período de férias e muito calor. O grupo demonstrou interesse e apontou algumas dificuldades na comunidade Sitio de Ferro, como prática de alguns moradores de não oferecer um destino correto para o lixo e excesso de animais em condições precárias de higiene. Orientamos quanto à denúncia e auxílio do CCF”, relatou Patrícia.



terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Picada de escorpião: saiba os cuidados e o que fazer em caso de acidente


O verão é o período de maior risco para aparecimento do animal. Limpeza do ambiente e adoção de medidas simples podem prevenir picadas





Os animais peçonhentos, como os escorpiões, aranhas e lagartas, estão cada vez mais presentes no meio urbano, adaptados ao ambiente do homem devido ao crescimento acelerado dos grandes centros. Por isso, é preciso que toda a população, inclusive das grandes cidades, saiba quais medidas adotar para evitar acidentes e mortes por envenenamento.

O período do verão, de dezembro a março, exige maior cuidado em relação aos acidentes com escorpiões, pois o clima úmido e quente é ideal para o aparecimento destes animais, que se abrigam em esgotos e entulhos. Os escorpiões que habitam o meio urbano se alimentam principalmente de baratas, portanto são comuns também em locais próximos a áreas com acúmulo de lixo. A adoção de hábitos simples é fundamental para prevenir acidentes.

No ambiente urbano, para evitar a entrada dos escorpiões nas casas e apartamentos, a recomendação é de usar telas em ralos de chão, pias e tanques, além de vedar as frestas nas paredes e colocar soleiras nas portas. Outra medida é afastar as camas e berços das paredes, e ainda vistoriar as roupas e calçados antes de usá-los.

Nas áreas externas, as principais dicas são manter jardins e quintais livres de entulhos, folhas secas e lixo doméstico. Também é importante manter todo o lixo da residência em sacos plásticos bem fechados para evitar baratas, que servem de alimento e, portanto, atraem os escorpiões. Nas casas que possuem gramado, ele deve ser mantido aparado. Outra recomendação é não colocar a mão em buracos, embaixo de pedras ou em troncos apodrecidos e usar luvas e botas de raspas de couro para realizar atividades que representem certo risco, como manusear entulhos e materiais de construção, e nas atividades de jardinagem.

Nas áreas rurais, além de todas essas medidas, é essencial preservar os inimigos naturais dos escorpiões, como lagartos, sapos e as aves de hábitos noturnos, como a coruja. Estes são os principais predadores dos escorpiões.

O Ministério da Saúde não recomenda a utilização de produtos químicos (pesticidas) para o controle de escorpiões. Estes produtos, além de não possuírem, até o momento, eficácia comprovada para o controle do animal em ambiente urbano, podem fazer com que eles deixem seus esconderijos, aumentando a chance de acidentes.

Saiba quais são as espécies de escorpiões mais comuns nas regiões brasileiras:








POPULAÇÕES MAIS EXPOSTAS

Os grupos considerados mais vulneráveis são os trabalhadores da construção civil, crianças e pessoas que permanecem maiores períodos dentro de casa ou nos arredores e quintais. Ainda nas áreas urbanas, estão sujeitos os trabalhadores de madeireiras, transportadoras e distribuidoras de hortifrutigranjeiros, por manusearem objetos e alimentos onde os escorpiões podem estar alojados.

A grande maioria dos acidentes com escorpiões é leve e o quadro local tem início rápido e duração limitada. Os acidentados apresentam dor imediata, vermelhidão e inchaço leve por acúmulo de líquido, piloereção (pelos em pé) e sudorese (suor) localizadas, cujo tratamento é sintomático.

As crianças abaixo de sete anos apresentam maior risco de apresentar sintomas longe do local da picada, como vômito e diarreia, principalmente nas picadas por escorpião-amarelo, que podem levar a casos graves e requerem a aplicação do soro em tempo adequado.


O QUE FAZER EM CASO DE ACIDENTE?

A recomendação é ir imediatamente ao hospital de referência mais próximo. Se possível, levar o animal ou uma foto para identificação da espécie, permitindo assim uma avaliação mais eficaz sobre a gravidade do acidente.


É importante lembrar que não é em todo caso de acidente que o soro será indicado, e apenas o profissional de saúde poderá fazer essa avaliação. O antiveneno é indicado em casos moderados ou graves. Limpar o local da picada com água e sabão pode ser uma medida auxiliar, desde que não atrase a ida ao serviço de saúde.

Assista ao vídeo 


ONDE ENCONTRAR O SORO

Os casos leves, que não necessitam da aplicação do antiveneno, representam cerca de 87% do total de acidentes. Desta forma, o soro antiescorpiônico é disponibilizado apenas nos hospitais de referência do Sistema Único de Saúde (SUS). As ampolas são enviadas pela pasta aos estados, que são responsáveis pela distribuição aos municípios e pela definição estratégica das unidades de referência para o atendimento destes casos. Essa logística deve ser feita de acordo com a situação epidemiológica de cada região e os estados possuem também autonomia para remanejar o soro de uma cidade para outra quando necessário. Os soros também não são disponibilizados na rede particular de saúde.


CASOS E AÇÕES DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

No Brasil, a espécie de escorpião que causa mais acidentes, Tityus serrulatus, tem se expandido para um número maior de cidades, onde até então não era encontrada. Esta espécie possui facilidade para se reproduzir e colonizar novos ambientes.

Os acidentes escorpiônicos ocorrem em todo o Brasil. Desde 2009, o Ministério da Saúde realiza capacitações de identificação, manejo e controle de escorpiões nos estados brasileiros, em cooperação com as secretarias estaduais de saúde. O objetivo é que cada estado multiplique as informações recebidas a todas as suas regionais de saúde e municípios.

O Ministério da Saúde registrou, em 2018, 141,4 mil casos de acidentes com escorpiões em todo o país. Em 2017, foram 125 mil registros de acidentes. Esses dados ainda são preliminares e serão revisados, portanto estão sujeitos a alteração. Em 2016, foram 91,7 mil casos. Em relação às mortes, em 2016 foram registrados 115 óbitos em todo o país e, em 2017, 88.




segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Vital Brazil recebe mutirão contra mosquito Aedes aegypti





A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Niterói realizou neste sábado (12/01) mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, zika e chikungunya no bairro Vital Brazil, Zona Sul da cidade. Na ação, foram vistoriados 468 imóveis.

Cerca de 30 agentes percorreram as ruas e canteiros vistoriando possíveis focos do mosquito e orientando a população com distribuição de material informativo. A equipe também realizou desratização, quando necessário.

A dona de casa Iracema Rodrigues recebeu os agentes em sua casa e agradeceu pelo trabalho.

“Acho muito importante esse tipo de ação e agradeço. Temos que fazer nossa parte também para combater o mosquito”, contou.

Segundo o chefe do CCZ, Francisco de Faria Neto, o índice de criadouros de mosquito na cidade está controlado e dentro do padrão instituído pelo Ministério da Saúde. No entanto, no verão, a atenção tem que ser redobrada.

“A melhor forma de prevenir essas doenças é a eliminação do vetor, ou seja, combater os criadouros do Aedes que coloca seus ovos em recipientes com água parada, como garrafas, sacos plásticos e pneus velhos”, explica Francisco, recomendando que as pessoas tirem um dia da semana para verificar a presença de focos em suas casas.


Ação diária – Além dos mutirões, as equipes do CCZ realizam trabalho intenso de rotina de prevenção e combate ao mosquito em Niterói. Agentes vistoriam diariamente imóveis em todas as regiões do município, combatendo focos do inseto e orientando a população. Profissionais do Programa Médico de Família também atuam em parceria com o CCZ nas suas áreas de cobertura. Niterói também possui Comitês Regionais de Combate à Dengue, organizados pelas Policlínicas Regionais, com ações elaboradas de acordo com as características de cada comunidade.


Fonte:  Prefeitura de Niterói

Doença de Chagas: uma nova realidade de enfrentamento





Por muito tempo, a possibilidade de receber uma picada do inseto conhecido como barbeiro e adquirir a Doença de Chagas preocupava a população brasileira. Durante as aulas de ciências, aprendíamos todo o ciclo da doença: o inseto barbeiro infectado picava a pele de uma pessoa e depositava suas fezes na região; ao coçar o local, as fezes contaminadas caiam na corrente sanguínea; e, assim, era transmitida a doença de chagas.

Mas essa realidade mudou. Ações realizadas no controle de vetores ajudaram o Brasil a receber, em 2006, a certificação internacional da interrupção da transmissão vetorial da doença pela principal espécie do inseto, o Triatoma infestans.

Atualmente, a doença é transmitida principalmente pelo contato do ser humano com o ciclo silvestre do inseto, como picadas que acontecem nas zonas de mata e a transmissão oral pela ingestão de alimentos contaminados, explica o coordenador-geral de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Renato Vieira Alves.

“A forma tradicional de transmissão, com o barbeiro colonizando e infestando residências, foi controlada no Brasil. Atualmente, os casos novos registrados acontecem principalmente na região norte do país. Mesmo nesses casos, a transmissão não costuma acontecer nos domicílios, mas na mata. Nessa nova realidade, a transmissão da doença de chagas acontece principalmente pela alimentação, quando em algum momento da produção do alimento existe a contaminação do alimento pelo conteúdo do estômago do inseto”, esclarece Alves.

Entre 2008 a 2017, a maioria dos estados brasileiros registraram casos confirmados de doença de chagas. Entretanto, a maior distribuição, cerca de 95%, concentra-se na região Norte. Destes, o estado do Pará é responsável por 83% dos casos


Consumo de alimentos é a principal forma de transmissão


Em relação às principais formas prováveis de transmissão ocorridas atualmente no país, 72% foram por transmissão oral, 9% por transmissão vetorial e 18% não identificada. “A contaminação alimentar acontece principalmente por caldo de cana, açaí e outros alimentos que são consumidos in natura, sem processo de cozimento”, destaca o coordenador.

De acordo com Alves, os cuidados que devem ser tomados com a doença de Chagas são praticamente os mesmos para qualquer doença transmitida por alimentos. “Por exemplo, ao consumir alimentos desse tipo, procurar por lugares com boa condição de higiene e inspecionados pela vigilância sanitária. Preparando em casa, é importante ter todos os cuidados de higienizar, lavar bem e também, possivelmente, escaldar os frutos antes do consumo. Qualquer tratamento térmico com cozimento acima de 45ºC elimina o perigo de transmissão da doença”, orienta. Por outro lado, o resfriamento ou congelamento de alimentos não previne a transmissão oral da infecção.

Quanto à transmissão vetorial, a recomendação do Ministério da Saúde é adotar medidas de proteção individual (repelentes, roupas de mangas longas, etc.) durante a realização de atividades noturnas (caçadas, pesca ou pernoite) em áreas de mata ou barreiras físicas nas casas, com telas nas janelas e portas, para evitar a invasão eventual dos vetores.

O que é a Doença de Chagas?


A doença de Chagas (tripanossomíase americana) é uma condição infecciosa aguda e crônica causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, parasita encontrado em fezes de insetos. Estima-se que existam aproximadamente 12 milhões de portadores da doença crônica nas Américas, e que haja no Brasil, atualmente, pelo menos um milhão de pessoas infectadas. A transmissão da doença de Chagas pode ocorrer de diferentes formas:
  • Contato com fezes/e ou urina de triatomíneos (insetos popularmente conhecidos como barbeiro), por via direta (vetorial); 
  • Ingestão de alimentos contaminados com parasitos; 
  • Via materno-fetal; 
  • Transfusão de sangue ou transplante de órgãos; 
  • Acidentes laboratoriais, pelo contato da pele ferida ou de mucosas com material contaminado.

O período de incubação da Doença de Chagas, ou seja, o tempo que os sintomas começam a aparecer a partir da infecção, é dividido da seguinte forma:
  • Transmissão vetorial – de 4 a 15 dias.
  • Transmissão transfusional/transplante – de 30 a 40 dias ou mais.
  • Transmissão oral – de 3 a 22 dias.
  • Transmissão acidental – até, aproximadamente, 20 dias.

A Doença de Chagas pode apresentar sintomas distintos nas duas fases que se apresenta, que são a aguda, na fase inicial e a crônica, quando os sintomas inicias desaparecem sem tratamento e retornam posteriormente. A fase aguda, que é a mais leve, a pessoa pode apresentar sinais moderados ou até mesmo não sentir nada.

Na fase aguda, os principais sintomas são:
  • febre prolongada (mais de 7 dias);
  • dor de cabeça;
  • fraqueza intensa;
  • inchaço no rosto e pernas.

Na fase crônica, a maioria dos casos não apresenta sintomas, porém de 30 a 40% das pessoas podem apresentar, depois de vários anos sem nenhum sinal clínico, formas sintomáticas e potencialmente graves:
  • problemas cardíacos, como insuficiência cardíaca;
  • problemas digestivos, como megacolon e megaesôfago.

A Doença de Chagas tem cura e quanto antes for realizado o tratamento melhor. Todo caso diagnosticado deve ter acompanhamento médico e, quando indicado, deve ser tratado com medicação específica, disponível, gratuitamente, no SUS.






quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Combate ao Aedes: vistorie sua casa antes de viajar


Medida é essencial para evitar possíveis focos de criadouros do mosquito




Durante as férias muitas famílias aproveitam o tempo livre para viajar e passar um tempo fora de casa. Porém, focados no destino, não podemos esquecer que o Aedes aegypti continua na ativa, procurando recipientes com água para se reproduzir.

Para evitar que o mosquito se prolifere na sua casa enquanto estiver fechada, é importante que sejam tomadas algumas providências antes de iniciar a viagem. 


Como fazer uma vistoria em casa antes de viajar:

No ambiente externo:
- Procure descartar todos os objetos que possam acumular água, inclusive os menores como folhas secas e tampinhas de garrafas. 
- Verifique se as caixas d’agua estão limpas e bem fechadas. 
- Remova galhos e folhas de calhas. 
- Encha pratinhos de vasos com areia até a borda. 
- Tampe todos os ralos externos. 
- Descarte todo o lixo antes de viajar. 
- Mantenha piscinas devidamente tratadas e tampadas.

No ambiente interno:
- Verifique todos os pontos de água para ter certeza que não existe nada entupido e que possa acumular água durante a viagem. 
- Tampe todos os ralos e vasos sanitários da casa. 
- Não deixe nenhum recipiente com água antes de sair de viagem, como copos, garrafas, bebedouros de animais sem uso, entre outros.