sexta-feira, 26 de julho de 2019

CCZ promove ação educativa sobre pediculose e higiene pessoal para pais e responsáveis de crianças da Creche Dom Orione




Pais e responsáveis de crianças da Creche Comunitária Dom Orione, em São Francisco, receberam informações e orientações sobre higiene pessoal e pediculose em palestra educativa promovida pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC).  O objetivo foi sensibilizar sobre a importância do cuidado com a saúde familiar.

A ação educativa em saúde ocorreu no dia 02 de julho e foi desenvolvida pelas agentes Adriana Heizer e Lílian Barcellos por meio de diálogo interativo com exibição de slide-show.  Em pauta, os seguintes tópicos: conceito de higiene, higiene pessoal e ambiental, lavagem das mãos e saúde, pediculose (tipos de piolhos, o piolho capilar, ciclo de vida, principais dificuldades causadas nas crianças e jovens, prevenção e tratamento).




Noventa e duas pessoas participaram ativamente do evento, demonstrando considerável interesse no assunto, interagindo com relatos e questionamentos.  “Conversamos sobre higiene pessoal focando a questão da pediculose no ambiente escolar. Os pais colocaram suas dúvidas, principalmente sobre prevenção e tratamento, e falaram a respeito de quais procedimentos costumam fazer para evitar piolhos em seus filhos. Ressaltamos a importância da catação diária e do não uso de produtos tóxicos e não recomendados por médicos no tratamento da pediculose. A atividade foi bem satisfatória, como em outras que já realizamos nessa creche cuja organização prima pela excelência”, considerou a palestrante Lílian Barcellos.






quarta-feira, 17 de julho de 2019

CCZ realiza ação educativa sobre meio ambiente no CRAS Badu




O Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – realizou, no dia 04 de julho, ação educativa sobre meio ambiente no Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) do Badu, em atendimento à solicitação da assistente social Maria das Graças Marins Rodrigues.
    
Os agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira desenvolveram bate papo interativo com apresentação de slide-show.  O objetivo foi sensibilizar o grupo sobre a importância da coleta seletiva e reciclagem do lixo, bem como da economia da água, para o meio ambiente.

Os participantes receberam informações sobre conceito de lixo, a linguagem dos 4R’s (Reeducar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar), lixo reciclável e lixo não reciclável, e como evitar o desperdício da água.

“Abordamos o tema meio ambiente e destacamos o conceito de saúde da Organização Mundial de Saúde.  A discussão foi bastante interessante, já que desconheciam a definição na íntegra. Ressaltamos a importância de se viver num ambiente sem excessos, livres de tralhas e organizado, para evitar infestação de animais sinantrópicos, em especial roedores, e do Aedes aegypti.  O grupo participou com entusiasmo e relatou que as orientações contribuem para a adoção de hábitos favoráveis a um ambiente mais saudável”, contou Patrícia.





Esporotricose é tema de palestra na promovida pelo CCZ na Policlínica do Largo da Batalha




Conhecida como “a doença do jardineiro”, a esporotricose é uma zoonose que, além dos humanos, atinge os animais silvestres e domésticos, como gato e cachorro. Nos gatos, a forma grave da doença é mais disseminada.  Com essa temática, o Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – realizou palestra na Policlínica Regional do Largo da Batalha no dia 03 de julho. 

O objetivo foi esclarecer os usuários sobre a doença e o tratamento, e também sensibilizá-los quanto à importância da adoção de medidas preventivas no ambiente domiciliar.

A ação educativa em saúde foi desenvolvida pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira por meio de bate papo interativo, e abordou os seguintes tópicos: o que é esporotricose, agente causador (fungo), transmissão, como o gato se contamina, como se contrai a doença do gato, prevenção e tratamento.

“O grupo era formado, na sua maioria, por senhoras idosas que possuem gatos. Algumas relataram que suspeitam da doença em seis felinos, mas desconheciam dos riscos de transmissão e sintomas. Enfatizamos os cuidados que devem ser adotados no ambiente – como o uso de luvas descartáveis ao manipular jardins e a higienização de ambientes contaminados –, orientamos sobre a importância da castração e divulgamos o endereço municipal para o diagnóstico de animais com lesões suspeitas”, contou Patrícia.





terça-feira, 16 de julho de 2019

Estudo mostra que a infecção pelo vírus zika pode causar disfunção da bexiga



Já não há dúvidas, a Bexiga Neurogênica (BN) está entre as complicações relacionadas à Síndrome Congênita do Zika Vírus (SCZV), de acordo com os novos resultados da pesquisa realizada no Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). Uma recente publicação se soma ao estudo publicado em março de 2018, que apresentou à comunidade científica internacional a BN como uma sequela da SCZV. 

Estes novos resultados, que focam no aspecto urodinâmico do problema, foram decorrência da continuidade e aprofundamento da pesquisa iniciada em 2016 pelo Ambulatório de Urodinâmica Pediátrica do IFF/Fiocruz. No artigo, intitulado Neurogenic bladder in the settings of congenital Zika syndrome: a confirmed and unknown condition for urologists, os autores chamam a atenção de especialistas sobre a importância de investigar esta nova causa de Bexiga Neurogênica, para prevenir a lesão renal. 

O artigo sobre esse novo estudo foi divulgado no veículo científico internacional Jornal of Pediatric Urology, e, para conhecer mais sobre a sua importância, a seguir a médica Lucia Monteiro esclarece os detalhes da pesquisa: 

O que é a Bexiga Neurogênica?
LM: É uma disfunção da bexiga causada por dano neurológico, que é diagnosticada através do estudo urodinâmico. Os sintomas mais comuns são a infecção urinária e a incontinência ou a retenção urinária, que nem sempre são percebidos em crianças pequenas. Mas o risco de complicações graves é alto (infecções recorrentes, entre outros, que podem inclusive chegar ao comprometimento dos rins). Por isso é importante estar atento porque o diagnóstico precoce e o início oportuno do tratamento podem mitigar o impacto da doença e promover, a longo prazo, a saúde do paciente. 

Como surgiu a pesquisa que relacionou a condição de BN com a Síndrome Congênita do Zika Vírus?
LM: Nós fomos os primeiros no mundo a descobrir que esses pacientes tinham bexiga neurogênica e isso só foi possível porque no IFF/Fiocruz já havia uma equipe multidisciplinar, coordenada pela Maria Elizabeth Lopes Moreira, que vinha investigando os pacientes com SCZV quando a síndrome era uma coisa nova. Quando nossa equipe, do Ambulatório de Urodinâmica Pediátrica viu as alterações neurológicas encontradas nas ressonâncias magnéticas realizadas para o controle da microcefalia destes pacientes, observamos que as áreas que controlam o sistema urinário inferior também estavam afetadas. E suspeitamos que esses pacientes poderiam desenvolver BN. Escrevemos o projeto para investigar as sequelas urológicas, e após aprovação pelo CEP/IFF, submetemos ao Edital N° 14/2016 do MCTIC/FNDCT-CNPq/MEC-CAPES/MS-Decit. Fomos selecionados e passamos a integrar as coortes nacionais para a prevenção e combate ao vírus zika. Na primeira fase da pesquisa, avaliamos 20 pacientes e todos (100%) tinham BN de alto risco. Temos uma vasta experiência, de mais de 25 anos tratando pacientes com esta disfunção miccional, e isso nos ajudou a concluir que todos os pacientes com SCZV poderiam estar afetados, e precisavam ser investigados.

Por que uma segunda pesquisa?
LM: Na verdade não é uma segunda pesquisa, e sim uma segunda publicação resultante da continuidade e aprofundamento da pesquisa iniciada em 2016. Embora a primeira publicação tenha sido muito importante por ser a primeira a confirmar BN como sequela da SCZV, a população de estudo ainda era pequena. O Brasil já tinha mais de três mil pacientes afetados, a maioria na região Nordeste, que precisavam também ser beneficiados. Nesta segunda publicação, triplicamos o número de pacientes investigados e continuamos encontrando bexiga neurogênica em todos (100%). Também aprofundamos as questões relacionadas às situações de risco para o sistema urinário e escrevemos o artigo buscando alertar os especialistas que continuava desconhecendo o problema.

Qual é a importância destes segundos resultados?
LM: Esses novos resultados acabaram de vez com as dúvidas e confirmaram que a bexiga neurogênica é realmente uma sequela da síndrome. Tanto que atualmente não consideramos mais a indicação da avaliação urodinâmica nestes pacientes como parte da pesquisa, mas sim como uma obrigação clínica, já que nossa experiência mostra que esse é um problema que tem tratamento, e que o diagnóstico e a intervenção precoce podem reduzir em até três vezes o risco destes pacientes desenvolverem lesão renal. Anteriormente, como não existia comprovação científica da relação entre a condição de BN e a SCZV, o estudo urodinâmico não fazia parte do protocolo de atendimento nessas crianças. 

Para um paciente sem tratamento, qual é o maior risco de ter uma infecção urinária? 
LM: É lesar o rim. Cada episodio de infecção urinária grave tem potencial para gerar uma cicatriz no rim, que ficará para sempre. Um rim continuamente agredido por infecções pode evoluir para insuficiência renal, e todos nós conhecemos os problemas sofridos por pacientes que necessitam de hemodiálise e transplante. Além disso, a BN pode gerar graves problemas sociais, relacionados à incontinência urinaria crônica e as visitas recorrentes ao hospital e internações para o tratamento de infecção urinaria, entre outros. E isso tudo pode ser evitado com realização do exame para comprovar o diagnostico e iniciar o tratamento.

Qual é a importância do exame urodinâmico em pacientes com SCZV?
LM: A urodinâmica é o único exame que diagnostica com certeza, por isso é o padrão ouro na bexiga neurogênica. Além disso, ajuda a orientar e a avaliar o tratamento e por isso, repetir o exame é muito importante. Como analisa o enchimento e o esvaziamento da bexiga, a urodinâmica é capaz de evidenciar situações de risco, como bexigas muito pequenas, com pressões muito elevadas ou que não se esvaziam completamente durante a micção, um problema constantemente observado em pacientes com SCZV e que causa infecção urinária. Com a segunda publicação nós mostramos isso. O ideal seria que estes pacientes fizessem o exame desde o primeiro mês de vida. Temos que lembrar que a BN é uma das sequelas que podem ser tratadas e normalizadas no âmbito da SCZV. Quanto mais cedo começamos a tratar, maior a probabilidade de melhorar a resposta do rim.

O que acontece agora?
LM: Já sabemos da obrigação de investigar o sistema urinário de todos os pacientes com alteração neurológica devido a SCZV, e de orientar estas famílias sobre a importância e as vantagens do tratamento urológico na evolução do paciente. Não é mais só o interesse de pesquisa, temos responsabilidades com estes pacientes e precisamos lutar para aumentar a adesão e evitar as faltas que vem impedindo o acompanhamento adequado. Estamos também revisando os dados referentes á evolução e resposta ao tratamento, para que possam ser compartilhados com as famílias e a comunidade científica, incluindo uma avaliação exaustiva de todos os episódios de infecção urinaria, com o apoio da médica do Ambulatório de Urodinâmica Pediátrica do IFF/Fiocruz, Glaura Cruz e da bolsista Julia Oliveira. No âmbito nacional, estamos ampliando cooperações e realizando capacitações para que as sequelas urológicas possam ser investigadas e tratadas, principalmente na região Nordeste que é a mais afetada, permitindo que mais crianças possam ser beneficiadas.  

O tempo está passando, as crianças ficando mais velhas e estamos perdendo a janela de oportunidade para reverter o processo de cronificação desta doença urológica. As evidências tem apontado para bexigas neurogênica de alto risco, com grande parte dos pacientes fazendo retenção urinaria e vários já tendo sido internados por infecção urinaria grave. Estamos tentando sensibilizar as famílias e os profissionais de saúde para a importância de realizar o exame, comparecer com regularidade as consultas e fazer o tratamento. 

Quais são as dificuldades atuais? 
LM: A falta de conhecimento de que a SCZV causa BN atrasa a investigação e o tratamento. Por isso a população e os profissionais devem ser sensibilizados para os riscos que a síndrome pode causar ao trato urinário, de maneira que tratamentos adequados sejam iniciados para evitar danos renais irreversíveis.  Meu incomodo é saber que existem muitas crianças ainda desassistidas. Até onde vai o meu conhecimento, além de nós, somente as crianças das coortes de Macaíba (RN) e de Campina Grande (PB) estão sendo investigadas e tratadas, e esses são os centros com os quais temos cooperação. Alguns outros profissionais estão começando a investigar, com base nas nossas publicações. Embora ainda não possamos afirmar se permanecerá assim por longo prazo, a maioria dos pacientes que já foram avaliados estão apresentando boa resposta ao tratamento. Atualmente, acreditamos que todas as crianças com SZCV têm potencial para desenvolver BN, e por isso todas precisam ter acesso ao exame urodinâmico para o devido diagnóstico e o correto tratamento. Mas ainda falta muito para isso se tornar realidade. 

Qual é o panorama atual no tratamento para BN em pacientes com SCVZ?
LM: Estamos evoluindo, mas um dos maiores problemas é o absenteísmo. Em geral, os pacientes faltam muito aos exames e às consultas. A criança com SCZV tem muitos problemas e muitas demandas. Como os sintomas urológicos são muito silenciosos, é muito comum que estes sejam negligenciados pelas famílias em privilégio de outros que são mais visíveis. Na Bexiga Neurogênica, o sintoma vai ser percebido lá na frente, quando as complicações aparecerem. Acredito que isso faça com que muitos pais marquem o exame e não compareçam. Existe também uma rejeição à realização do cateterismo, por medo e desconhecimento. Temos alguns pacientes cujos pais não aceitavam a realização do exame até o momento que a criança desenvolveu uma infecção urinária grave, consequência da doença. Uma das nossas metas atuais é reduzir o absenteísmo e para isso estamos contando com o apoio das especialistas do Ambulatório de Urodinâmica Pediátrica do IFF/Fiocruz, Grace Araújo e Jo Malacarne, e da bolsista Nathalia Lopes, para confirmação prévia de comparecimento às consultas e exames e com reforço do contato e acompanhamento com as mães. 

Fonte:  Fiocruz


terça-feira, 9 de julho de 2019

PROJETO MELHOR AMIGO: parceria CCZ/UFF em prol dos cães de moradores em situação de rua de Niterói.





Com o objetivo de fazer um diagnóstico sanitário dos cães de moradores em situação de rua de Niterói, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e a Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense (UFF), realizaram o Projeto Melhor Amigo na última sexta-feira (05/07).

O projeto abrange atividade de campo e laboratório com os cães de moradores em situação de rua de qualquer região do município, principalmente praias da Baía de Guanabara.  A equipe envolvida é composta por oito professores e 20 estudantes de medicina veterinária.

Na ação é feita a abordagem qualificada do morador: a equipe se apresenta, explica a atividade e o morador assina um termo de consentimento.  Então o cão é avaliado clinicamente, examinado (coleta de material para exames de sangue, leishmaniose, parasitoses), vermifugado e recebe vacina antirrábica (vacina fornecida pelo CCZ).  O grupo também realiza educação em saúde, com orientação e distribuição de folder educativo sobre cuidados com animais, elaborado exclusivamente para esse público-alvo, priorizando o uso de imagens.

O material coletado dos animais é levado para o laboratório da UFF, onde os próprios alunos e professores realizam a análise.  Os resultados dos exames são informados ao morador.

Nesta primeira etapa foram atendidos dez animais.  Segundo o professor Flávio Moutinho, a ação foi bem sucedida e estimulou a adesão de outros alunos.  A próxima atividade será dia 09/07.










quarta-feira, 26 de junho de 2019

CCZ participa de ação conjunta sobre esporotricose no Cantagalo




Na terça-feira da semana passada (18/06), agentes do Serviço de Controle de Vetores (SECOV), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), participaram de uma ação conjunta sobre esporotricose no bairro do Cantagalo, região de Pendotiba.

Graduandos em medicina e docentes da Universidade Federal Fluminense (UFF) uniram-se aos agentes do CCZ e aos agentes comunitários de saúde do Médico de Família do Cantagalo para dar continuidade às ações de prevenção e controle da esporotricose, parceria da PMF/FMS com a UFF. Na atividade, durante visita domiciliar, foram feitas orientações aos moradores assistidos pelo PMF.  Os agentes de combate às endemias, Pierri Boçard da Veiga e Wanderley Duarte Canellas acompanharam o trabalho que, por coincidência, era na mesma área onde realizariam um serviço de desratização.

Antes da atividade de campo, todo o grupo participou, sem agendamento prévio, de uma reunião sobre estratégias de combate à pediculose na Creche Comunitária Eulina Félix marcada por Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, ambos da equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), também do CCZ, com a instituição e os agentes comunitários. Na oportunidade de troca de informações, os alunos e docentes relataram os casos de suspeitas de esporotricose no bairro e a carência de divulgação das unidades de tratamento, tanto animal como humano. O IEC sugeriu um treinamento mais intimista com os agentes comunitários, de endemias e de zoonoses para ajudar na orientação e divulgação da doença à população.

Saiba mais: 

Esporotricose

Vigilância da Esporotricose Animal em Niterói

ESPOROTRICOSE - vídeo da Fiocruz no YouTube
https://www.youtube.com/watch?v=Fl-V94rLFzw
















terça-feira, 25 de junho de 2019

CCZ realiza ação educativa sobre arboviroses e zoonoses para grupo de idosos




O Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – realizou, do dia 06 de junho, ação educativa sobre arboviroses, roedores e caracol gigante africano para o grupo de idosos Renascer, coordenado pela assistente social Maria das Graças Marins Rodrigues, do Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) do Badu. 

O objetivo foi sensibilizar sobre a importância de cada um fazer a sua parte no combate ao mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, chikungunya e zika –, aos roedores (ratos e camundongos) – que disseminam, entre outras doenças, a leptospirose – e ao caracol gigante africano (Achatina fulica), considerado praga no país.

Os agentes Delci Vieira e Patrícia de Oliveira desenvolveram bate papo interativo com distribuição de panfletos, e abordaram de modo sucinto os seguintes tópicos:  roedores – espécies de roedores urbanos, problemas causados por esses vetores, a leptospirose, e prevenção; arboviroses – arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika, chikungunya e febre amarela) e seus sintomas, principais medidas de prevenção, e combate aos possíveis criadouros do vetor; caracol africano - origem, ciclo de vida, principais características, praga agrícola, Achatina fulica e Saúde Pública, prevenção e como controlar a praga.

“Orientamos sobre métodos de prevenção contra o Aedes aegypti e o favorecimento dos 4 A’s [água, alimento, abrigo e acesso] nos quintais. Destacamos que é preciso descartar objetos sem utilidade e manter uma organização periódica evitando qualquer chance de acúmulo de água e lixo. O grupo participou entusiasmado e relatou que iria aplicar o método de descarte e organização do quintal”, contou Patrícia.