quinta-feira, 7 de abril de 2022

Educação em Saúde realiza palestra na Policlínica do Largo da Batalha

 



O setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realizou palestra sobre saúde pessoal e ambiental na Policlínica Regional do Largo da Batalha.

A ação educativa em saúde ocorreu no dia 28 de março e teve o objetivo de sensibilizar sobre a importância do cuidado com a saúde familiar.  

Solicitada pela assistente social Teresita Chávez Medina, a atividade marcou a abertura do grupo de idosos da policlínica de forma presencial nessa pandemia de Covid-19.

A equipe do IEC, representada pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, desenvolveu a ação por meio de diálogo interativo, abordando os seguintes tópicos: conceito de higiene, higiene pessoal e ambiental, lavagem das mãos, técnicas de organização domiciliar que facilitam a eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, e saúde e Covid-19.

“Contamos com um público participativo e curioso em relação às informações apresentadas. Aproveitamos o considerável interesse do grupo para esclarecer sobre a importância de se completar o esquema vacinal contra a Covid-19 e o fortalecimento do sistema imunológico”, disse Patrícia. 









terça-feira, 5 de abril de 2022

Cinco motivos que comprovam que a pandemia de Covid-19 ainda não acabou

 

Bilhões de pessoas sem acesso às vacinas, milhões com esquema incompleto e crianças desprotegidas são exemplos


Com a flexibilização do uso de máscaras e a queda no número de casos e de mortes pela Covid-19 em vários países, inclusive no Brasil, a ideia de que a pandemia está chegando ao fim foi sugerida por muita gente. Porém, a Organização das Nações Unidas (ONU) e seu braço da saúde, a Organização Mundial da Saúde (OMS), descartam a hipótese. Para seus líderes, é um erro grave pensar dessa forma, especialmente pela distribuição “escandalosamente desigual de vacinas” e o alto número de novos casos e mortes que ainda continuam em todo o mundo. 

"Os estragos mais trágicos da pandemia foram na saúde e na vida de milhões de pessoas, com mais de 446 milhões de casos no mundo, mais de seis milhões de mortes confirmadas e outro grupo incontável de pessoas lutando contra a piora da saúde mental. [...] A primeira dose ainda não chegou a 3 bilhões de pessoas. Seria um grave erro pensar que a pandemia acabou”, afirmou o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em discurso na semana passada disse o secretário. 

A ideia foi reforçada pelo diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, que disse que “a pandemia está longe do fim”, embora os casos e as mortes globais estejam decrescendo e vários países tenham diminuído as restrições. Segundo Tedros, “a crise não terminará em nenhum lugar até que termine em todos”. 

Com base nas determinações da OMS, destacamos cinco motivos que mostram por que a pandemia ainda não acabou.

Bilhões de pessoas sem vacina

Como a própria OMS destacou, há pelo menos 3 bilhões de pessoas no planeta sem acesso a qualquer vacina contra Covid-19, ou seja, que podem contrair o SARS-Cov-2 e desenvolver a forma mais grave da doença, que envolve internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o risco elevado de morrer. Como exemplo, há vários países do continente africano e americano com menos de 40% da população vacinada, meta mínima sugerida pela OMS. No mês passado, a OMS informou que apenas 11% da população elegível à vacinação em todo o continente africano tinha recebido ao menos uma dose.  Ainda segundo o órgão, 14 países das Américas não bateram a meta de vacinação. 




Crianças não elegíveis à vacinação

Há ainda uma grande população infantil sem acesso às vacinas contra Covid-19 em todo o mundo. No Brasil, por exemplo, somente crianças a partir de cinco anos podem tomar o imunizante. A população de zero a quatro anos está vulnerável ao vírus, que continua circulando e tende a atacar de forma mais grave justamente os não vacinados. A CoronaVac, vacina do Butantan e da farmacêutica chinesa Sinovac, já é oferecida no país para crianças e adolescentes de seis a 17 anos. O Butantan entrou com pedido na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para liberar o imunizante para crianças a partir dos três anos, após pesquisa realizada no Chile e em outros países mostrarem que ele é altamente eficaz contra a Covid-19 nesta população, e praticamente não causa efeitos colaterais. Sete países já aplicam a CoronaVac em crianças a partir dos três anos. 




Milhões ainda não completaram o esquema vacinal

Pesquisas indicam que a alta proteção contra casos graves de Covid-19 conferida pelas vacinas ocorre somente com esquema vacinal completo. No entanto, no Brasil até janeiro/22, 54 milhões de pessoas ainda não tinham tomado a dose de reforço. Segundo o Ministério da Saúde, 66,6% dos idosos tomaram a terceira dose, quando a meta é 80%. Por isso, é fundamental, completar o esquema vacinal primário de acordo com a bula do fabricante (no caso de quem tomou CoronaVac, o intervalo entre doses é de 28 dias para qualquer idade), mesmo com atraso, e depois tomar a dose de reforço. 




Surgimento de novas variantes do SARS-CoV-2 

As sublinhagens da variante ômicron BA.1, BA.2 e a aparição da delta-ômicron, uma nova variante surgida a partir da fusão de outras duas variantes de preocupação (VOCs, na sigla em inglês), preocupam a OMS e são mais um indicativo de que a pandemia não acabou. Segundo a OMS, a BA.1 é hoje a variante predominante no mundo. No entanto, a proporção de casos de BA.2 está aumentando nas últimas semanas. 

Na semana passada, cientistas do Instituto Pasteur, da França, disseram ter descoberto a primeira evidência sólida da variante delta-ômicron, ou deltacron, com estrutura recombinante derivada das sublinhagens AY.4 (delta) e BA.1 (ômicron).

Segundo os cientistas, este vírus recombinante foi identificado em várias regiões da França pelo Consórcio de Emergência Europeu (Emergen) e vem circulando desde o início de janeiro de 2022. Genomas com um perfil semelhante foram também identificados na Dinamarca e na Holanda. “Outras investigações são necessárias para determinar se estes recombinantes derivam de um único ancestral comum ou podem resultar de vários eventos semelhantes de recombinação”, informou um comunicado da GISAID, plataforma internacional de dados genômicos sobre o coronavírus e o vírus influenza. 

Além do surgimento de novas variantes aumentar o risco do escape vacinal, isto é, a diminuição da proteção das vacinas já existentes, quanto mais variantes circularem, maior o risco de mais pessoas se infectarem, dos não vacinados terem quadros graves e de novas ondas de infecções surgirem – diminuindo ainda mais a chance de a pandemia acabar. 




Número de casos e mortes continua alto

Apesar de os casos de Covid-19 estarem em declínio no mundo, o avanço da variante ômicron mostrou que cada mutação do novo coronavírus se mostrou ainda mais transmissível do que a anterior, aumentando avassaladoramente o número de infectados nas últimas ondas de infecções em vários países. No Brasil, especificamente, a ômicron tomou conta rapidamente e promoveu uma explosão de casos em 2022. No começo de fevereiro, em um único dia houve a notificação de mais de 298 mil casos de Covid-19 pelo Ministério da Saúde, considerado um recorde diário; e no mesmo período o país voltou a reportar mais de mil mortes por dia. O número de mortes atualmente está em queda, mas ainda com média de 500 óbitos por dia.





segunda-feira, 4 de abril de 2022

Vacina da dengue tem imunogenicidade superior a 90%, mostra ensaio clínico; Butantan deve finalizar fase 3 até 2024

 

Estudo americano mostrou 100% de soroconversão em quem já teve dengue e mais de 90% naqueles sem infecção prévia


Um novo estudo publicado no dia 15/3 na revista científica Human Vaccines & Immunotherapeutics reforçou as descobertas anteriores sobre a imunogenicidade da vacina da dengue, que vem sendo desenvolvida há mais de dez anos pelo Instituto Butantan em parceria com o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID). De acordo com o artigo, publicado por pesquisadores da farmacêutica Merck, também parceira do Butantan, a vacina induziu a geração de anticorpos em 100% dos indivíduos que já tiveram dengue e em mais de 90% naqueles que nunca haviam tido contato com o vírus.

Os resultados se referem à fase 1 do ensaio clínico, realizada nos Estados Unidos. Atualmente, a pesquisa já se encontra na fase 3, sendo que as conclusões da fase 2 foram publicadas em artigo na revista The Lancet Infectious Diseases em março de 2020. A segunda etapa da pesquisa mostrou que a vacina induz soroconversão em mais de 70% dos indivíduos contra os quatro subtipos do vírus com apenas uma dose.

O novo artigo demonstra, mais uma vez, que a vacina tetravalente contra a dengue protege pessoas com e sem contato prévio com o vírus. A análise randomizada incluiu 200 adultos que receberam duas doses do imunizante ou placebo, para avaliar a capacidade da segunda dose de aumentar os anticorpos. Após a primeira dose, a soroconversão foi de 100% em quem já teve dengue e 92,6% em quem nunca foi infectado. A dose adicional não induziu diferenças significativas, confirmando que uma única dose é suficiente para produzir resposta imunológica contra a doença.

A imunogenicidade foi analisada durante um ano por meio de testes de neutralização do vírus e se manteve alta em todos os participantes. A vacina também se mostrou segura e sem efeitos adversos graves. As reações mais comuns foram dor de cabeça, fadiga, erupção cutânea e mialgia (dor muscular).




O percurso de mais de dez anos do estudo

O Butantan participa do desenvolvimento da vacina contra a dengue desde 2009. O acordo com o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos prevê que o Instituto produza e distribua o imunizante em território brasileiro. O estudo avançou para fase 3 em 2016, com 17 mil voluntários, e hoje está na etapa de acompanhamento – os voluntários serão avaliados durante cinco anos. A previsão é que a pesquisa seja concluída até 2024.


Sobre a vacina da dengue

A vacina é feita com os quatro tipos do vírus da dengue atenuados, ou seja, enfraquecidos, que induzem a produção de anticorpos sem causar a doença e com poucas reações adversas. Quem tem dengue uma vez ainda pode ser reinfectado por outro subtipo do vírus e, quando isso acontece, a doença costuma ser mais grave. “Por isso é muito importante que uma vacina contra a dengue proteja contra os quatro tipos do vírus ao mesmo tempo, para conferir proteção permanente”, afirma o diretor de Alianças Científicas Internacionais do Butantan, Alexander Precioso.

Os vírus atenuados foram cultivados em células Vero de macaco verde africano, uma técnica amplamente conhecida, e depois o material foi purificado e seguiu para a formulação. A última etapa é a liofilização, processo que transforma o líquido em pó, e a criação do diluente para ser adicionado ao pó no momento da aplicação da vacina. Saiba mais sobre o processo de produção da vacina.

Fonte:  Instituto Butantan



segunda-feira, 28 de março de 2022

Perguntas e respostas sobre o mundo das serpentes: desvende seis mitos sobre as cobras

 

Vitimas de fake news, as serpentes auxiliam muito mais do que imaginamos em vários aspectos do nosso cotidiano


Desde pequenos, ouvimos diversas histórias sobre serpentes e mal sabemos os benefícios que elas trazem ao mundo. O veneno da jararaca, por exemplo, foi usado em um componente como modelo para a fabricação de um remédio muito usado para controlar pressão alta, e há pesquisas que indicam que na peçonha da cascavel pode estar um possível medicamento contra o câncer. Sem contar o quanto as serpentes são imprescindíveis para a manutenção do equilíbrio ambiental no planeta. Então por que tanta gente diz que não gosta de cobras? Muitas histórias foram espalhadas como verdade e colocam esses animais como inimigos do ser humano ou agressivos. Mas isso não é verdade. Conheça a seguir alguns mitos e verdades sobre as serpentes e saiba mais sobre esse animal tão importante para o mundo e para o homem. 


É possível diferenciar uma serpente peçonhenta de uma não peçonhenta?

É, sim. Isso pode ser feito por meio do reconhecimento do gênero ou família à qual a serpente pertence. As jararacas (gênero Bothrops) podem ser reconhecidas por meio de uma estrutura presente nas serpentes venenosas da família Viperidae chamada fosseta loreal. A fosseta loreal é uma espécie de buraco que fica entre a narina e os olhos das cobras e funciona como um termômetro usado para identificar uma presa ou um predador pelo calor que emitem. Para um especialista, essa distinção pode ser fácil, enquanto que para o cidadão comum, não. Mas a observação da fosseta loreal não é infalível. Ela não permite, por exemplo, identificar se a serpente é uma coral, sendo que todas as corais são venenosas. Outra forma de reconhecer as serpentes venenosas é identificar se ela é da espécie de cobra-coral do gênero Micrurus, pois todas são venenosas. Entretanto, existem as falsas corais – espécies não peçonhentas que imitam as características de uma coral verdadeira, mas não são venenosas. Como essa distinção é difícil de ser feita, a recomendação é assumir todas corais como venenosas e ficar distante, para não correr nenhum perigo.




A serpente com o veneno mais potente é a que mais mata?

Isso não é verdade. No Brasil, as cobras que mais causam acidentes são as do gênero Bothrops (fazem parte desse gênero jararacas, jararacuçus, urutus, entre outras), porque estão presentes em grande número no território nacional. Sua letalidade, porém, não chega a 0,3% – ainda que o veneno cause uma reação muito forte no local da picada que pode até levar à amputação do membro. As que possuem o veneno mais potente são as do gênero Micrurus, as corais, mas elas não causam tantos óbitos por conta do seu comportamento que, na maioria das vezes, é fugir ou se esconder. "Quase sempre os acidentes acontecem porque uma pessoa foi manipular, achou bonito e mexeu nela. Ela só vai atacar se for agarrada ou pisada", explica o curador da coleção herpetológica do Instituto Butantan, Felipe Gobbi Grazziotin. Outro motivo dos acidentes serem em números baixos é a falta de efetividade do bote da coral por conta da sua dentição, que é fixa – ou seja, para injetar o veneno, ela precisa que a mordida seja feita completamente. Sem contar que essas serpentes são menores e têm muito menos veneno para injetar. Em outras palavras, mesmo que o veneno seja mais potente, a quantidade injetada é muito menor. Comparativamente, as cascavéis, apesar de possuírem um veneno menos potente do que as corais, são mais letais, pois devido à mobilidade da dentição e à precisão do bote conseguem frequentemente injetar grande quantidade de veneno.




Venenos matam instantaneamente?

Nenhum veneno mata um ser humano instantaneamente. Toda a evolução dos venenos das serpentes foi em direção à captura de animais pequenos, as presas tradicionais das cobras. Ou seja, é esperado que o veneno mate, mas não um ser humano adulto. Quem sofrer um acidente e tomar uma picada vai ter tempo de ser conduzido até um hospital para receber o soro antiofídico. "O quanto antes você for atendido, melhor vai ser. A pessoa vai ter menos sequelas", explica a pesquisadora do Laboratório de Imunopatologia do Butantan Ana Maria Moura da Silva.





Toda picada de cobra tem veneno injetado?

Não! Pode acontecer da picada ir sem veneno. Esse acontecimento chama-se “picada seca”. A própria cobra coral, em algumas ocasiões, não injeta todo o veneno contido nas glândulas por conta de sua dentição (que a impede de completar a mordida) ou por outros motivos, como ter se alimentado recentemente e já ter usado o veneno na pressa (a cobra leva um tempo para conseguir produzir mais peçonha após tê-la usado).




As cobras podem ser envenenadas pelo seu próprio veneno?

Não. "Normalmente, elas têm uma resistência ao veneno delas mesmas", explica Ana Maria. As serpentes possuem um componente no sangue que neutraliza seu próprio veneno e de outras cobras da mesma espécie. Esses inibidores também são encontrados em animais como o gambá e serpentes que se alimentam de cobras venenosas, como a muçurana – os predadores de serpentes venenosas evoluíram até desenvolverem uma proteção contra o veneno delas.





O soro antiofídico serve para todos os acidentes com serpentes?

Não. O fundador e primeiro diretor do Instituto Butantan, Vital Brazil, revolucionou a saúde pública e o tratamento de acidentes com animais peçonhentos quando, contrariando as afirmações de especialistas europeus, comprovou que, para proteger a vítima, era necessário aplicar um soro específico para a espécie que havia causado o acidente. Essa descoberta entrou para a história da medicina e ficou conhecida como “princípio da especificidade antigênica”, ou seja: se alguém for picado por uma cobra, deve ser tratado com um soro específico para o veneno daquela cobra. Atualmente, são produzidos cinco diferentes soros antiofídicos no Butantan: antibotrópico (pentavalente), contra serpentes do gênero Bothrops (jararaca, jararacuçu, urutu, surucucu, comboia); anticrotálico, para serpentes do gênero Crotalus (cascavel); antielapídico, para serpentes do gênero Micrurus (coral verdadeira); o combinado antibotrópico (pentavalente) e antilaquético, indicado para o envenenamento por Bothrops ou Lachesis (surucucu-pico-de-jaca); e o combinado antibotrópico (pentavalente) e anticrotálico.






sexta-feira, 25 de março de 2022

Mães de alunos do Colégio Estadual Leopoldo Fróes participam de palestra sobre Covid-19



Mães de alunos do Colégio Estadual Leopoldo Fróes, em Pendotiba, participaram da palestra “A Escola e os Desafios com a Covid-19” promovida pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), por meio do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), nas dependências da unidade escolar. 

A ação educativa em saúde ocorreu no dia 17/03 e teve o objetivo de compartilhar informações e dividir saberes – especialmente sobre a vacinação contra a Covid-19. 

O público-alvo era formado por mães de alunos que fazem parte do Mulheres Apoiando a Educação. O M.A.E. é um projeto do Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da parceria da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e tem por objetivo trazer alunos de volta às salas de aula, tendo as mães como agentes auxiliadoras nessa ação.  Entre as principais atribuições dessas mulheres estão a busca ativa dos estudantes que não renovaram a matrícula, a orientação aos familiares dos estudantes quanto à importância da frequência nas aulas, e a avaliação do cumprimento das medidas sanitárias contra covid-19.

Os agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira esclareceram a importância da prática dos muitos cuidados que exigem o esforço individual e coletivo. A equipe apresentou o protocolo municipal de segurança contra a Covid-19,  “Diretrizes para Sistema de Vigilância Escolar - Monitoramento do Retorno às Atividades da Educação de Niterói” e explanou sobre o retorno seguro às aulas presenciais, a vacinação contra a Covid-19 no município, locais de vacinação infantil e adulto, risco de transmissão da doença, atenção aos sintomas, locais de testagem em Niterói, cuidados com a saúde em tempos de pandemia, e fortalecimento do sistema imunológico infantil. Os profissionais também falaram sobre o decreto municipal nº 14.330/2022, artigo 1º, incisos I e II, que trata da suspensão da obrigatoriedade do uso de máscara exclusivamente em locais abertos, incluindo os espaços abertos dos estabelecimentos educacionais.

“Conhecemos, através dessa troca de experiências, as dificuldades que esse grupo de mães enfrenta com alguns alunos, como: a resistência em usarem a máscara facial, e a recorrência de crise de ansiedade. As mães solicitaram apoio emocional para esses alunos que enfrentaram e ainda enfrentam sequelas da pandemia.  De maneira geral, todas apoiaram a iniciativa e solicitaram mais encontros como esse para aumentarem o conhecimento sobre diversas formas de prevenção a doenças”, contou Patrícia.







quinta-feira, 24 de março de 2022

CCZ realiza palestra sobre Covid-19 para pais de alunos da Escola Municipal Vera Lúcia Machado

 



Neste sábado (19/03), o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), por meio do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), realizou a palestra “A Escola e os Desafios com a Covid-19” para pais de alunos da Escola Municipal Vera Lúcia Machado, bairro Badu.

Os agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira esclareceram a importância da prática dos muitos cuidados que exigem o esforço individual e coletivo.  O objetivo foi compartilhar informações e dividir saberes – especialmente sobre a vacinação infantil contra a Covid-19 –, articular possibilidades de trabalho, respeitando o direito da criança. 

A escola iniciou o ano letivo colocando em prática as orientações do plano “Diretrizes para Sistema de Vigilância Escolar - Monitoramento do Retorno às Atividades da Educação de Niterói”. Somando-se a essa proposta, o IEC explanou sobre o retorno seguro às aulas presenciais, a vacinação contra a Covid-19 no município, locais de vacinação infantil e adulto, risco de transmissão da doença, atenção aos sintomas, locais de testagem em Niterói, recomendações da Secretaria Municipal de Saúde, cuidados com a saúde em tempos de pandemia, e fortalecimento do sistema imunológico infantil.

“Foi prazeroso conversar com pais e responsáveis interessados em aprender mais sobre hábitos que favorecem a imunidade, como higiene pessoal e ambiental, a importância de tomar as vacinas disponíveis no SUS, os riscos do uso excessivo do açúcar, a escolha de alimentos mais naturais que promovem a saúde intestinal, e a importância do sono para aumentar a qualidade do sistema imunológico. Apresentamos também o novo protocolo de segurança no ambiente escolar, estimulamos a vacinação contra a Covid-19 para alunos e pais, reforçando que é a melhor ferramenta para reduzir os riscos de agravamento da doença, aumentando a chance da pandemia se tornar endemia. Informamos sobre o novo decreto municipal sobre o uso de máscara em ambientes fechados e a permissão de não usá-la em ambientes abertos. Falamos sobre os locais onde será exigido o passaporte vacinal. Ao final, esclarecemos dúvidas. Muitos pais perguntaram se há vacinação da Covid-19 aos sábados. A diretora Aline Motta de Souza agradeceu a parceria e solicitou a nossa presença durante todo o ano letivo para apresentar outros temas aos alunos e professores”, relatou Patrícia.










quarta-feira, 23 de março de 2022

Pais de alunos da Escola Municipal Felisberto de Carvalho participam de palestra sobre Covid-19

 


Com o objetivo de compartilhar informações e dividir saberes – especialmente sobre a vacinação infantil contra a Covid-19 –, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realizou a palestra “A Escola e os Desafios com a Covid-19” na Escola Municipal Felisberto de Carvalho, bairro Vila Progresso.

A ação educativa em saúde ocorreu neste sábado (19/03) e teve como público-alvo pais de alunos e responsáveis.

Os agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira esclareceram a importância da prática dos muitos cuidados que exigem o esforço individual e coletivo. 

A escola iniciou o ano letivo colocando em prática as orientações do plano “Diretrizes para Sistema de Vigilância Escolar - Monitoramento do Retorno às Atividades da Educação de Niterói”. Somando-se a essa proposta, o IEC explanou sobre o retorno seguro às aulas presenciais, a vacinação contra a Covid-19 no município, locais de vacinação infantil e adulto, risco de transmissão da doença, atenção aos sintomas, locais de testagem em Niterói, recomendações da Secretaria Municipal de Saúde, cuidados com a saúde em tempos de pandemia, e fortalecimento do sistema imunológico infantil. 

“Foi prazeroso conversar com pais e responsáveis interessados em aprender mais sobre hábitos que favorecem a imunidade, como higiene pessoal e ambiental, a importância de tomar as vacinas disponíveis no SUS, os riscos do uso excessivo do açúcar,  a escolha de alimentos mais naturais que  promovem a saúde intestinal, e a importância do sono para aumentar a qualidade do sistema imunológico. Apresentamos também o novo  protocolo de segurança no ambiente escolar, estimulamos a vacinação contra a Covid-19 para alunos e pais, reforçando que é a melhor ferramenta para reduzir os riscos de agravamento da doença, aumentando a chance da pandemia se tornar endemia. Informamos sobre o novo decreto municipal sobre o uso de máscara em ambientes fechados e a permissão de não usá-la em ambientes abertos. Falamos sobre os locais onde será exigido o passaporte vacinal. Ao final, esclarecemos dúvidas. Muitos pais perguntaram se há vacinação da Covid-19 aos sábados. A diretora Eliana da Matta agradeceu a parceria e solicitou a nossa presença durante todo o ano letivo para apresentar outros temas aos alunos e professores”, relatou Patrícia.