sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Arboviroses é tema de sala de espera no Médico de Família do Badu

 



O Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ), por meio do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), realizou atividade de sala de espera sobre arboviroses no Médico de Família Professor Doutor Barros Terra, no bairro Badu.

A ação educativa em saúde ocorreu no dia 5 de fevereiro e teve o objetivo de alertar sobre os perigos à saúde causados pelas arboviroses e a importância da prevenção, destacando as doenças dengue, zika e chikungunya.

A equipe do IEC, representada por Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, desenvolveu bate-papo interativo, informando e orientando as pessoas que aguardavam atendimento sobre quais medidas são necessárias para se evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti (principal transmissor dos vírus causadores de arboviroses no país) no ambiente domiciliar e demais de convívio.

O tema foi abordado também no grupo de dores crônicas, coordenado pelos profissionais Tatiane Vidal, terapeuta ocupacional, e Erika Amaral, pediatra. Destacou-se informações sobre a chikungunya, arbovirose que tem como consequências dores crônicas e articulares. Na oportunidade, a equipe do IEC buscou despertar o interesse do grupo em eliminar objetos desnecessários em suas residências para evitar a presença de animais sinantrópicos e do mosquito Aedes aegypti.

Após a explanação, quando se ressaltou a importância do protagonismo do morador na sua residência em eliminar possíveis focos de Aedes aegypti, um usuário relatou que, após sobreviver à dengue hemorrágica, plantou citronela em seu quintal para agir como repelente de mosquitos.

Segundo a palestrante Patrícia, a atividade contou com um público interessado e participativo, tornando o momento produtivo e satisfatório.










quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Evitando a Proliferação do Aedes aegypti: Cuidados Essenciais com a Piscina 🏊‍♀



A diversão e o relaxamento que uma piscina proporciona são incomparáveis, mas é essencial lembrar-se dos cuidados necessários para garantir que ela não se transforme em um criadouro do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como a dengue, zika e chikungunya. Aqui estão algumas medidas importantes a serem tomadas:

1. Manutenção Regular: Mantenha a piscina limpa e bem cuidada. Limpe-a regularmente, removendo folhas, detritos e outros materiais que possam acumular água. 🧹

2. Cobertura da Piscina: Quando a piscina não estiver em uso, cubra-a com uma lona adequada. Isso não apenas ajuda a manter a água limpa, mas também impede que mosquitos depositem seus ovos na superfície da água. 🧺

3. Manutenção dos Equipamentos: Verifique regularmente se há vazamentos nos equipamentos da piscina, como filtros e bombas, pois até mesmo pequenos acúmulos de água podem se tornar locais propícios para a reprodução do mosquito. 🔩

4. Drenagem Adequada: Certifique-se de que a água da piscina esteja drenando adequadamente e não esteja estagnada em nenhum ponto ao redor da área da piscina. Água estagnada é um ímã para mosquitos. 💦

5. Eliminação de Outros Recipientes: Além da piscina, certifique-se de eliminar qualquer outro recipiente que possa acumular água em sua área, como baldes, vasos de plantas e pneus velhos. Esses recipientes também podem se tornar criadouros do Aedes aegypti. 🗑

6. Monitoramento Regular: Faça inspeções regulares em torno da piscina e em toda a sua área para garantir que não haja água estagnada ou acúmulos de detritos que possam atrair mosquitos. 🔎

Seguir essas precauções não apenas mantém sua piscina segura e limpa para o uso, mas também contribui para a prevenção de doenças transmitidas por mosquitos, protegendo sua família e sua comunidade. Lembre-se, a prevenção é fundamental quando se trata de combater o Aedes aegypti e suas doenças associadas. 🦟

 

terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA DE ZOONOSES

 



A notificação compulsória de zoonoses por veterinários desempenha um papel vital na proteção da saúde pública e no planejamento de estratégias eficazes de prevenção e controle de doenças transmitidas de animais para humanos. 

Ao relatar casos suspeitos de zoonoses, os veterinários contribuem para a detecção precoce de surtos e epidemias, permitindo uma resposta rápida e eficiente das autoridades de saúde. 

Essa prática fornece dados epidemiológicos essenciais, incluindo a incidência e a distribuição geográfica das zoonoses, permitindo a identificação de áreas de risco e a implementação de medidas direcionadas, como vacinação, controle de vetores e educação pública sobre higiene e manejo de animais. 

Além disso, a notificação compulsória permite monitorar a eficácia das intervenções adotadas e promove a colaboração entre profissionais de saúde humana e veterinária, facilitando uma abordagem interdisciplinar no combate às zoonoses. 

Em suma, essa prática é fundamental para reduzir o impacto das zoonoses na sociedade, protegendo tanto a saúde humana quanto a animal.

Em Niterói, a notificação compulsória de zoonoses é feita por meio de formulários disponibilizados pelo CCZ. Com isso, além do veterinário cumprir uma obrigação legal, está colaborando para que o Poder Público possa monitorar a ocorrência das doenças no município e desenvolver ações de prevenção e controle.  Os formulários podem ser acessados pelo links ou QR Codes correspondentes, a seguir:


Formulário de Notificação Compulsória - Esporotricose

Para acessar o formulário, clique no link:

ou

Aponte sua câmera para o QR Code:





Formulário de Notificação Compulsória - Leishmaniose Visceral

Para acessar o formulário, clique no link:

ou

Aponte sua câmera para o QR Code:





Formulário de Notificação Compulsória - 
Outras doenças

Para acessar o formulário, clique no link:

ou

Aponte sua câmera para o QR Code:


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Evitando a Proliferação do Aedes aegypti: Cuidados Essenciais com a Caixa d'Água 🦟💧




O combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, é uma responsabilidade coletiva que começa dentro de nossas próprias casas. A caixa d'água, muitas vezes negligenciada, pode se tornar um criadouro ideal para esses insetos se não forem tomados os devidos cuidados. Aqui estão algumas práticas essenciais para evitar a proliferação do Aedes aegypti nesse ambiente:


1. Tampa Selada:

Certifique-se de que a tampa da caixa d'água esteja sempre devidamente selada. Uma tampa inadequadamente fechada pode permitir a entrada de mosquitos e a deposição de ovos na água. 🚫🦟


2. Limpeza Periódica:

Realize limpezas regulares na caixa d'água, pelo menos a cada seis meses. Essa ação remove possíveis larvas e impede o acúmulo de sujeira que pode servir de alimento para os mosquitos. 🧼🔄


3. Utilização de Telas:

Coloque telas ou redes nas aberturas da caixa d'água para impedir a entrada de mosquitos. Essa barreira física é uma medida eficaz para evitar a infestação. 🕸️🚷


4. Manutenção do Entorno:

Mantenha o entorno da caixa d'água limpo, removendo qualquer material que possa acumular água. Vasos, calhas entupidas e outros recipientes são locais propícios para a reprodução do Aedes aegypti. 🌿🗑️


5. Verificação Regular:

Esteja atento a possíveis vazamentos na caixa d'água, pois a água acumulada em áreas próximas pode se tornar um ambiente favorável para a reprodução dos mosquitos. 🔍💦


6. Cuidados Adicionais em Períodos Chuvosos:

Durante períodos de chuva intensa, aumente a frequência da verificação e manutenção da caixa d'água, pois as condições se tornam mais propícias para a proliferação do mosquito. 🌧️⚠️


7. Conscientização da Comunidade:

Compartilhe informações sobre a importância dos cuidados com a caixa d'água para evitar a proliferação do Aedes aegypti. Uma comunidade bem informada é mais eficaz na prevenção dessas doenças. 🤝🏡


Ao adotar essas práticas simples, podemos contribuir significativamente para a redução dos casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, promovendo ambientes mais seguros e saudáveis para todos. A prevenção começa em casa, e cada ação individual faz a diferença na proteção da saúde coletiva. 🌍🤲


quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Educação em Saúde realiza atividade de sala de espera sobre arboviroses no MMF Cantagalo

 


Nesta segunda-feira (29/01), o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), por meio do seu setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), realizou atividade de sala de espera sobre o tema Arboviroses no Médico de Família do Cantagalo. O objetivo foi alertar os usuários sobre os perigos à saúde causados por essas doenças – em especial, dengue, zika e chikungunya – e a importância da prevenção.

A ação educativa em saúde foi desenvolvida por Patrícia de Oliveira por meio de bate-papo interativo.  A palestrante falou sobre mudanças de hábitos no cotidiano para prevenção das doenças, pois, como elas têm em comum o mesmo vetor, o Aedes aegypti, é preciso que a população reforce os cuidados para impedir o desenvolvimento de criadouros desse mosquito. A agente também orientou sobre métodos de controle, sugerindo atenção especial aos quintais das residências para evitar possíveis focos de mosquitos.

Os participantes eram pessoas que buscavam atendimento para algum serviço de saúde ou tinham consulta médica previamente agendada. Todos demonstraram interesse no assunto e relataram dificuldades em descartar alguns objetos desnecessários por resistência de alguns membros da família. 

A equipe de enfermagem, composta por Aline Rodrigues e Simone Coimbra, e o agente comunitário de saúde, Rock Lane, apoiaram a iniciativa e colaboraram para a realização da palestra.


segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

Saúde ambiental é tema de palestra promovida pelo CCZ na Policlínica Regional do Largo da Batalha

 

 

Na última quarta-feira (24/01), o Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – promoveu palestra sobre saúde ambiental na Policlínica Regional do Largo da Batalha.

O objetivo foi despertar no grupo de idosos e de gestantes de alto risco o senso crítico em relação à organização e limpeza dos espaços construídos, especialmente as residências.

A ação educativa em saúde foi desenvolvida pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira por meio de bate papo interativo e abordou a técnica de eliminação dos 4 A’s (acesso, abrigo, água e alimento) como estratégia eficaz para evitar a presença de animais sinantrópicos. 

Segundo Patrícia, os usuários participaram com entusiasmo e demonstraram interesse em construir espaços mais harmônicos e saudáveis.










sábado, 20 de janeiro de 2024

Promovendo Sensibilização e Capacitação: Palestra sobre Esporotricose no Médico de Família da Bernardino

 


No último dia 17 de janeiro, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) promoveu uma palestra esclarecedora sobre esporotricose no Médico de Família da Bernardino, situado no bairro Fonseca. O evento teve como objetivo fornecer informações detalhadas sobre essa zoonose aos agentes comunitários de saúde, capacitando-os para implementar ações eficazes na comunidade.

A esporotricose, conhecida como "a doença do jardineiro", não afeta apenas os seres humanos, mas também os animais silvestres e domésticos, sendo os gatos os mais suscetíveis. 

Hugo Costa e Maria Cristina Crisóstomo lideraram a iniciativa, utilizando como metodologia bate-papo interativo e apresentação de slide-show.  A palestra abrangeu desde a definição da esporotricose até os detalhes sobre o agente causador (fungo), as formas de transmissão, a contaminação felina, como humanos se contaminam, além de estratégias de prevenção e tratamento. A abordagem interativa permitiu uma troca eficaz de informações, tornando o conteúdo mais acessível e compreensível para os participantes.

Os agentes comunitários de saúde demonstraram um grande interesse no assunto. Essa ação educativa em saúde desempenha um papel fundamental ao capacitar profissionais que muitas vezes estão na linha de frente do atendimento à comunidade e promove a sensibilização sobre a zoonose, contribuindo para a saúde e bem-estar da população local.

Hugo Costa destacou a importância da iniciativa ao mencionar que muitos agentes comunitários de saúde não conheciam bem a doença, evidenciando a necessidade de disseminar informações mesmo em regiões onde a esporotricose está circulante. As principais dúvidas levantadas pelos participantes versaram sobre a castração de cães e gatos, orientações pós-morte de animais com esporotricose e tratamento da doença em animais e humanos.

Segundo a equipe, a atividade foi produtiva e satisfatória, evidenciando a importância de ações dessa natureza para prevenir a disseminação da esporotricose. Esses esforços contribuem não apenas para a capacitação profissional, mas também para a construção de uma comunidade mais consciente e saudável.