sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Educação em Saúde realiza atividade de sala de espera sobre Covid-19 no PMF Badu

 


Nesta terça-feira (01/02) o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realizou atividade de sala de espera sobre o tema Covid-19 no Médico de Família do Badu.

O objetivo foi alertar os usuários que aguardavam atendimento sobre a necessidade de atitudes na prevenção à doença. 

O IEC, representado pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, descreveu informações mais recentes sobre a doença, ressaltando a importância da higienização das mãos e do uso de máscara facial, e a vacinação infantil contra a Covid-19.

“Enquanto os usuários aguardavam atendimento, aproveitamos para divulgar o calendário da vacinação infantil, locais de vacinação, a necessidade da presença de um adulto com a criança e os documentos necessários. Conforme as dúvidas iam surgindo, esclarecemos também sobre o intervalo entre as doses e estimulamos alguns a optaram pela imunização. Houve o relato de um pai que afirmou que seu filho de 14 anos ainda não tomou nem a primeira dose. Aproveitamos essa fala para apresentar os dados oficiais dos órgãos competentes, ressaltando que na maioria dos vacinados a reinfecção causa sintomas leves, e a maior parte dos hospitalizados não tomou a vacina ou não completaram o esquema vacinal. O público demonstrou interesse no assunto”, falou Patrícia.


Covid-19 é tema de atividade de sala de espera no PMF Matapaca

 


Com o objetivo de alertar os usuários que aguardavam atendimento sobre a necessidade de atitudes na prevenção à Covid-19, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realizou nesta segunda-feira (31/01), atividade de sala de espera no Médico de Família do Matapaca.

O IEC, representado pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, descreveu informações mais recentes sobre a doença, ressaltando a importância da higienização das mãos e do uso de máscara facial, e a vacinação infantil contra a Covid-19.

“Informamos  sobre as novas orientações do Protocolo de Segurança da Covid-19, tais como:  o tempo de quarentena; o intervalo entre a primeira, segunda e terceira doses da vacina; endereços dos locais de vacinação; calendário da vacinação infantil e documentos necessários. Aproveitamos a oportunidade para falar sobre a limpeza e organização dos quintais para eliminar e prevenir animais sinantrópicos. Algumas dúvidas foram feitas em relação à segurança da vacina das crianças, que prontamente esclarecemos.  Usuários e  funcionários demonstraram interesse na atividade”, relatou Patrícia.



Educação em Saúde realiza palestra sobre Covid-19 no PMF Sapê


O setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realizou, no dia 27/01, palestra sobre Covid-19 no Médico de Família do Sapê.

Ministrada pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, a ação educativa em saúde abordou as formas de contágio do vírus, sintomas da doença, a importância do esquema de vacinação completo da Covid-19 para aumento da imunidade, o valor do autocuidado – com prática de exercícios físicos e boa alimentação –, a importância da higienização das mãos, controle de comorbidades, Covid-19 e influenza, a variante Ômicron no contexto brasileiro e mundial.

O objetivo foi reforçar, junto aos usuários que aguardavam atendimento, a conscientização sobre a importância de se manter os cuidados necessários de enfrentamento à pandemia da Covid-19, como o uso das máscaras, a higienização das mãos e o distanciamento social. Além disso, enfatizou-se a necessidade das pessoas se vacinarem, com a Primeira, Segunda e Dose de Reforço.

“Reforçamos sobre o protocolo de segurança, especialmente o uso correto de máscara facial e a importância do distanciamento social. Apresentamos o calendário vacinal das crianças com local e a lista de documentos necessários. Contamos com mães bastante interessadas no assunto. Aproveitamos para esclarecer dúvidas sobre o intervalo da dose de reforço e incentivamos a aceitação de alguns para completar o esquema vacinal”, disse Patrícia.



quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Educação em Saúde realiza atividade de sala de espera sobre Covid-19 no PMF Maceió

 


O setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realizou, no dia 26/01, atividade de sala de espera sobre o tema Covid-19 no Médico de Família do Maceió.

O IEC, representado pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, descreveu informações mais recentes sobre a doença, ressaltando a importância da higienização das mãos e do uso de máscara facial, e a vacinação infantil contra a Covid-19.

O objetivo foi alertar os usuários que aguardavam atendimento sobre a necessidade de atitudes na prevenção à doença. 

“Divulgamos a campanha de vacinação contra a Covid-19 para crianças. Apresentamos o calendário, locais e a lista dos documentos necessários. Houve muitas dúvidas em relação à dose de reforço, especialmente o intervalo e o endereço dos postos. A receptividade dos profissionais do PMF e dos usuários foi perceptível, facilitando o desenvolvimento da atividade”, contou Patrícia.



CCZ realiza palestra sobre Covid-19 no PMF Sapê

 



O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), por meio do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC),  realizou, no dia 25/01, palestra sobre Covid-19 no Médico de Família do Sapê.

Ministrada pela agente Patrícia de Oliveira, a ação educativa em saúde abordou as formas de contágio do vírus, sintomas da doença, a importância do esquema de vacinação completo da Covid-19 para aumento da imunidade, o valor do autocuidado – com prática de exercícios físicos e boa alimentação –, a importância da higienização das mãos, controle de comorbidades, Covid-19 e influenza, a variante Ômicron no contexto brasileiro e mundial.

O objetivo foi reforçar, junto à população, a conscientização sobre a importância de se manter os cuidados necessários de enfrentamento à pandemia da Covid-19, como o uso das máscaras, a higienização das mãos e o distanciamento social. Além disso, enfatizou-se a necessidade das pessoas se vacinarem, com a Primeira, Segunda e Dose de Reforço.

“Realizamos a palestra para as gestantes que aguardavam atendimento do ginecologista Dr. Lívio Cavalcante, que recebe quinzenalmente um grupo expressivo de mulheres. Falamos sobre o protocolo de segurança, especialmente o uso correto da máscara facial, a adesão ao esquema vacinal e a importância do distanciamento social. Como a receptividade das usuárias foi boa, aproveitamos para abordar sobre os cuidados diários com o ambiente doméstico para prevenir possíveis infestações de mosquitos, roedores ou caracóis africanos. O público participou ativamente. Contamos com total apoio dos agentes comunitários de saúde, especialmente Ione Marreta e Fátima Cristina, e recebemos orientação sobre o teste de COVID com a enfermeira Waleska Pereira.”, relatou Patrícia.



quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Infectologista da Fiocruz aborda coinfecção por Covid-19 e Influenza e esclarece dúvidas

 


Viver uma pandemia de Covid-19 e uma epidemia de Influenza com a nova cepa do subtipo A (H3N2) ao mesmo tempo traz o desafio da coinfecção. Ainda não há estudos concluídos sobre o assunto, os sintomas das duas doenças são semelhantes e mesmo os testes não são capazes de indicar o momento da infecção pelos dois vírus: se foi simultânea ou sequencial. Há muitas dúvidas e poucas respostas, como, por exemplo, se a coinfecção pode agravar o quadro clínico do paciente.

“Aparentemente não houve influência na evolução clínica ou na gravidade da doença. No entanto, o número de casos observados não é o ideal para se ter essa resposta. Não existe um estudo específico para poder afirmar com certeza”, explica Marília Santini, médica infectologista do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz). Ela acrescenta que só os testes podem indicar se se trata de uma doença ou de outra. 

AFN: Como ocorre a coinfecção por Covid-19 e Influenza? 

Marília Santini: Há algumas coisas a considerar. A primeira é que fazer um teste de PCR não significa que a pessoa esteja infectada por aquele agente naquele momento. Isso ocorre porque o PCR detecta o material genético do agente, que pode permanecer detectável por um tempo, mesmo com a pessoa já curada. Não é impossível que o paciente tenha uma infecção de Influenza, teste positivo e fique com esse exame positivo por uma semana, e logo depois pegue Covid e tenha o resultado do exame positivo também. Os exames disponíveis não permitem diferenciar em qual momento ocorreu a infecção. Pode ser ao mesmo tempo, uma coinfecção com dois agentes simultaneamente, ou ser próximo, com infecções sequenciais. 

A segunda dificuldade é que não existem estudos de acompanhamento controlado sobre essa coinfecção. O que existe relatado, seja em periódicos científicos ou em informes de serviços de vigilância, tanto no Brasil como no resto do mundo, são observações. Então, se o médico teve dez casos em cinco meses em que o exame de PCR deu positivo para os dois agentes, Covid e Influenza, ou Covid e outros vírus respiratórios, ele relata. Eventualmente tem um pouco mais de detalhes nos relatos sobre o que aconteceu com o paciente, se teve sintomas, mas é um relato, não é algo sistematicamente observado. Isso dificulta termos mais informações sobre qual o significado clínico de uma coinfecção ou de duas infecções muito próximas. Não vai ter uma resposta definitiva. 

AFN: A coinfecção pode agravar o quadro clínico do paciente? 

Marília Santini: Não se sabe. Desde o início da pandemia, já se passaram dois invernos europeus. Temos vários relatos, tem o boletim do CDC com cem casos. Aparentemente não houve influência na evolução clínica ou na gravidade da doença. No entanto, o número de casos observados não é o ideal para se ter essa resposta. Tudo indica que não tem [influência], mas não existe um estudo específico para poder afirmar com certeza. 

AFN: As duas doenças atacam o sistema respiratório. Elas podem ser confundidas? 

Marília Santini: Não é possível diferenciar Covid-19 de Influenza através dos sintomas, sejam as duas juntas ou uma separada da outra. Se a pessoa está com coriza, dor no corpo, febre, dor de garganta, ninguém pode dizer se é um sintoma de Covid, de Influenza ou das duas juntas. 

AFN: Quando a coinfecção ocorre, as mesmas células são infectadas? 

Marília Santini: O alvo dos dois vírus são as mesmas células: as células do epitélio respiratório. Seja alto, como nariz e garganta, seja baixo, como brônquios e pulmões. Não existe um estudo microscópico que fale que os dois vírus estão nessa célula específica epitelial, porque a gente tem centenas de milhares de células no epitélio respiratório. Provavelmente, saber isso não interferiria na conduta de tratamento, mas ter informação é sempre bom.  

AFN: É possível um único teste dizer se se trata de Covid ou de Influenza? Ou é preciso fazer testes separados? 

Marília Santini: É possível com uma única coleta obter material para dar os dois diagnósticos, tanto por meio de kits que já tem insumos para numa reação só detectar os dois agentes ou se necessitar fazer duas reações diferentes. Para quem coleta, não muda nada, tanto em teste rápido quanto em testes laboratoriais. Há painéis que indicam cinco, seis, sete vírus respiratórios, adenovírus, outros coronavírus...  

AFN: Nas duas doenças, os cuidados para prevenção são os mesmos? 

Marília Santini: As formas de prevenção são as mesmas: distanciamento social, ambientes ventilados, uso de máscaras principalmente, especialmente as que têm maior poder de filtração, como a PFF2. O tempo de isolamento varia um pouco. Para Influenza, o tempo de isolamento é enquanto a pessoa tiver sintomas, que geralmente são quatro ou cinco dias. Para Covid-19, o isolamento costuma ser um pouco maior, sete dias, em alguns lugares dez dias.  

A grande diferença é que para Influenza está disponível no Brasil um antiviral, o Oseltamivir, que tem eficácia em diminuir a duração [da doença] e aparentemente também em reduzir quadros mais graves se o paciente for de grupos de risco. Esses grupos incluem os de extremos de idades, como crianças a partir dos dois anos e adultos com mais de 60 anos, além de gestantes. Mas o medicamento só tem efeito se for usado nas primeiras horas após o diagnóstico. Essa é uma diferença. Se o médico tiver um paciente e não souber se é Covid, gripe ou outro vírus respiratório, ele pode prescrever o Oseltamivir para diminuir os riscos no caso de Influenza.  

AFN: A tendência é de que aumentem os casos de coinfecção? 

Marília Santini: Quando se está vivendo uma pandemia e uma epidemia ao mesmo tempo, ou seja, duas epidemias no mesmo local, vai ter mais risco de uma infecção. Outra característica que parece estar se repetindo aqui é que os surtos de influenza estão mais curtos. Nesse, a gente ainda não sabe, porque ele é totalmente fora de época. E a vacina para a gripe aplicada, que não foi tomada por muitas pessoas, não tem exatamente o antígeno dessa cepa. Então, a proteção deve ser parcial. Mas, aparentemente, pelos dados do Rio de Janeiro, já diminuíram bastante os casos de Influenza. Mas enquanto o vírus estiver circulando há sempre a chance de ter novos casos. 

AFN: É comum enfrentar duas epidemias ao mesmo tempo? 

Marília Santini: Já aconteceu várias vezes no mundo. Aqui mesmo no Brasil, dengue e chikungunya já se sobrepuseram duas vezes, houve casos de Influenza e outros coronavírus. Não é um fenômeno raro, mas não acontece todo dia porque depende de ter duas epidemias ocorrendo ao mesmo tempo. Com os arbovírus, isso acontece com mais frequência. 


Fonte:  Fiocruz

Imagem:  Hospital Anchieta

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Covid-19 é tema de atividade de sala de espera no PMF Cantagalo


Nesta segunda-feira (24/01), o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), por meio do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), realizou atividade de sala de espera sobre o tema Covid-19 no Médico de Família do Cantagalo.

O objetivo foi alertar os usuários que aguardavam atendimento sobre a necessidade de atitudes na prevenção à Covid-19.  

O IEC, representado pela agente Patrícia de Oliveira, descreveu informações mais recentes sobre a doença, ressaltando a importância da higienização das mãos e do uso de máscara facial.

“Informamos sobre a importância da vacinação das crianças. Divulgamos locais de atendimento, calendário vacinal e os documentos necessários. Fomos abordados por uma jovem puérpera que aguardava atendimento junto com a sua bebê, relatando que ainda não tinha completado o esquema vacinal, pois estava com receio de tomar vacina no final da gestação. Orientamos os locais onde ela devia ir e a importância que essa atitude teria na saúde da comunidade e especialmente entre elas, mãe e bebê. Reforçamos sobre o protocolo de prevenção!  Ao final, muitos pediram para repetir as datas do calendário”, disse Patrícia.