sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Dengue: Niterói mantém casos estáveis

  


As autoridades de saúde estão em alerta diante do aumento de casos de dengue no estado e na cidade do Rio. Já em Niterói, os casos da doença se mantêm estáveis – segundo a plataforma Infodengue, a cidade se encontra em estágio de atenção, enquanto o município do Rio aparece em vermelho, com atividade aumentada e incidência de 27,3 casos por cem mil habitantes. A taxa de Niterói, pelos últimos dados da plataforma, é de 0,8 por cem mil habitantes. O bom resultado, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, é fruto das políticas públicas implementadas pela Prefeitura para combater as arboviroses (dengue, zika e chikungunya).

A secretária municipal de Saúde de Niterói, Anamaria Schneider, explica que a estratégia de combate às arboviroses é baseada no trabalho dos agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), nos mutirões regionais e na parceria entre a SMS, a Fiocruz e o World Mosquito Program (WMP) no Projeto Wolbachia.

“Esse trabalho que é feito de combate às arboviroses é fruto da dedicação dos nossos agentes. É um trabalho de prevenção que também passa pelas atividades de conscientização desenvolvidas em palestras lideradas por esses profissionais em unidades de saúde, escolas e também nas praças da cidade. Vale destacar ainda que através do Projeto Wolbachia, em parceria com a Fiocruz, se mantém um cenário positivo dos casos das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti”, explica Anamaria.

A Prefeitura de Niterói possui uma equipe de fiscais sanitários que atuam exclusivamente em vistorias de imóveis abandonados, que são um risco para a proliferação dos vetores. Durante todo o ano, os agentes do CCZ realizam o trabalho de rotina de prevenção e combate ao mosquito transmissor das arboviroses. A cobertura abrange 205 mil imóveis, com planejamento de visita pelos agentes a cada 2 meses.

Há cerca de 300 servidores envolvidos nas atividades de combate ao mosquito transmissor das arboviroses, e 5 mil imóveis são visitados diariamente. Além do trabalho diário, mutirões são realizados aos finais de semana, intensificando as ações de combate ao mosquito. O CCZ também recebe solicitação de vistoria de focos de dengue através do aplicativo Colab.re. o que permite estabelecer contato direto entre a população e as secretarias da cidade. Basta o usuário baixá-lo na loja de aplicativos e criar sua conta.

A equipe de Educação do CCZ também realiza atividades educativas de prevenção em toda a rede de ensino público municipal e estadual de Niterói. Profissionais do Programa Médico de Família também atuam em parceria com o CCZ nas suas áreas de cobertura.

O chefe do CCZ, Fábio Villas Boas, lembrou do histórico de referência do departamento no combate às arboviroses em Niterói e como isso influenciou para que a cidade participasse do projeto.

“Essa estruturação do serviço permitiu a Niterói ser escolhida uma das cidades pioneiras na implementação do projeto Wolbachia. Hoje somos a primeira cidade brasileira a ter o seu território 100% coberto pela Wolbachia e colhemos os frutos desse projeto exitoso. No entanto, é importante pontuar que o projeto é apenas mais uma ferramenta de enfrentamento da dengue, zika e chikungunya. As ações do CCZ não param. É importante ficarmos atentos a água parada e possíveis focos do mosquito Aedes Aegypti”.

Metodologia Wolbachia – Em 2023, Niterói se tornou a primeira cidade brasileira com 100% do território coberto pelo método Wolbachia. No Brasil, ele é conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com financiamento do Ministério da Saúde, em parceria com os governos locais.

Em Niterói, o trabalho foi iniciado em 2015 com uma ação piloto em Jurujuba. Em 2017, começou uma expansão no município, e o método Wolbachia chegou a 33 bairros das regiões praias da Baía e Oceânica. Em 2021, dados revelaram a eficácia da proteção garantida pela Wolbachia. Os números apontam a redução de cerca de 70% dos casos de dengue, 60% de chikungunya e 40% de zika nas áreas onde houve a intervenção entomológica. Naquele período, 75 % do território estava coberto.

Mesmo com os desafios impostos pela pandemia da Covid-19, o trabalho seguiu com o monitoramento e a triagem dos mosquitos. Em 2022, o trabalho recomeçou. Na fase de finalização, os mosquitos com a Wolbachia foram liberados em 19 bairros localizados na área da região Norte que ainda não estava coberta, na região de Pendotiba e na região Leste.

A Wolbachia é um microrganismo presente em cerca de 60% dos insetos na natureza, mas ausente no Aedes aegypti. Uma vez inserida artificialmente em ovos de Aedes aegypti, a capacidade do Aedes transmitir o vírus da zika, chikungunya e febre amarela fica reduzida.

Com a liberação de mosquitos com a Wolbachia, a tendência é que esses mosquitos se tornem predominante e diminua o número de casos associado a essas doenças.

A medida é complementar e ajuda a proteger a região das doenças propagadas pelos mosquitos, uma vez que o Aedes aegypti com Wolbachia – que têm a capacidade reduzida de transmitir dengue, zika, chikungunya – ao serem soltos na natureza se reproduzem com os mosquitos de campo e geram Aedes aegypti com as mesmas características, tornando o método autossustentável.

O monitoramento da população de mosquitos se faz necessário para acompanhar a estabilização da população dos insetos com Wolbachia no território. Este monitoramento é feito por meio da coleta dos mosquitos capturados pelas armadilhas tipo OVITRAMPAS, as quais são instaladas em locais previamente georreferenciados, obedecendo a metodologia padrão sugerida pela Fiocruz.

O diagnóstico da presença da Wolbachia nos Aedes aegypti é feito nos laboratórios do WMP Brasil/Fiocruz, por técnicas de biologia molecular. A produção de indicadores entomológicos através da contagem de ovos também é estratégia proposta pelo Ministério da Saúde aos municípios, conforme NOTA TÉCNICA Nº 33/2022- CGARB/DEIDT/SVS/MS. A produção desses indicadores vetoriais será possível através da instalação das armadilhas Tipo Ovitrampas.


Fonte:  Prefeitura de Niterói

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

🏡 A Importância das Medidas Preventivas no Controle de Roedores para a Saúde Doméstica 🐭

 



Em um cenário urbano, onde lares proporcionam abrigo e conforto, a presença indesejada de roedores pode ser mais do que uma simples inconveniência. Além de causarem danos materiais, ratos e camundongos são agentes potenciais de disseminação de diversas doenças, representando um sério risco para a saúde pública. Entre essas enfermidades, destaca-se a Leptospirose, uma zoonose grave transmitida pela urina desses roedores.


A prevenção é a chave para manter esses invasores indesejados longe de nossas residências. Aqui estão algumas medidas cruciais para controlar a presença de roedores e minimizar os riscos associados:


1. Vedação de Entradas: 🚪

Ratos são mestres em encontrar pontos de entrada. Realize uma inspeção minuciosa em portas, janelas, ralos, frestas e qualquer abertura que possa servir de passagem para os roedores. Vedação adequada impedirá sua entrada.


2. Limpeza e Organização: 🧹

Roedores prosperam em ambientes desorganizados e sujos. Mantenha a casa limpa e livre de restos de comida. Guarde alimentos em recipientes herméticos e evite deixar migalhas pelo chão. A limpeza regular reduzirá os atrativos para esses animais.


3. Descarte Adequado de Lixo: 🗑️

O lixo é uma fonte fácil de alimento para os roedores. Certifique-se de selar bem os sacos de lixo e descartá-los regularmente em latas fechadas. Isso não apenas elimina uma fonte de alimento, mas também reduz o risco de infestação.


4. Manutenção de Jardins e Áreas Externas: 🌳

Evite o acúmulo de entulhos e mantenha o jardim bem cuidado. Roedores buscam abrigo em áreas densas e desorganizadas. Manter a vegetação sob controle contribui para um ambiente menos propício a esses visitantes indesejados.


5. Armazenamento Consciente: 📦

Guarde objetos e materiais em locais elevados e organizados. Isso limita os esconderijos potenciais para roedores. Preste atenção especial a porões e sótãos, onde eles podem encontrar abrigo.


6. Desratização: 🚫🐭

O Centro de Controle de Zoonoses de Niterói realiza o controle de roedores de forma preventiva e corretiva. As ações preventivas são realizadas para evitar a proliferação de roedores através da educação ambiental. As ações corretivas são realizadas quando há uma infestação de roedores, e incluem o uso de raticidas.

Por meio do seu Serviço do Controle de Vetores, o CCZ oferece atendimento gratuito de desratização para a população de Niterói, quando da visita domiciliar periódica dos agentes de controle de zoonoses e agentes de combate às endemias.  Mas os moradores também podem solicitar o serviço pelo telefone (21) 99639-4251, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.


Ao adotar essas medidas preventivas, não apenas impedimos a entrada indesejada de roedores, mas também mitigamos os riscos de transmissão de zoonoses, com destaque para a Leptospirose. A responsabilidade individual na manutenção de um ambiente doméstico saudável contribui significativamente para a preservação da saúde pública. A prevenção é a melhor aliada na busca por um lar seguro e livre de ameaças invisíveis. 🌐🚫🐀



quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

O verão chegou e com ele, os mosquitos: como se prevenir contra a dengue e outras arboviroses?

 


A dengue é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos. A doença é endêmica em muitos países tropicais e subtropicais, e é uma das principais causas de hospitalização e morte na região.

A dengue é transmitida pela picada de mosquitos do gênero Aedes, principalmente o Aedes aegypti. O mosquito adquire o vírus ao picar uma pessoa infectada e, após um período de incubação de 4 a 10 dias, pode transmitir o vírus para outras pessoas ao picar.

Os sintomas da dengue incluem febre alta, dor de cabeça, dor muscular, dor nas articulações, dor atrás dos olhos, náuseas, vômitos e manchas vermelhas na pele. A doença pode ser grave, e pode levar a complicações como hemorragia, choque e insuficiência renal.

O tratamento para a dengue é sintomático, e inclui repouso, hidratação e medicamentos para aliviar os sintomas. Em casos graves, pode ser necessário hospitalização. 

A dengue é uma doença grave, mas pode ser prevenida. Tomando medidas preventivas, você pode se proteger da dengue e ajudar a proteger sua comunidade. Além da dengue, o mosquito também é responsável pela transmissão de outras arboviroses, como Zika e Chikungunya. 

O verão é a época do ano em que os casos de dengue, zika e chikungunya aumentam. Isso porque, com o calor e a chuva, os mosquitos se proliferam mais facilmente. Para prevenir a dengue e outras arboviroses, é importante adotar e intensificar medidas que evitem a reprodução do mosquito transmissor. Algumas medidas simples incluem:

1. Eliminar objetos que acumulem água parada: O mosquito Aedes aegypti se reproduz em água parada, por isso é importante eliminar objetos que possam acumular água, como pneus, garrafas, vasos de plantas, entre outros. É importante lembrar que o mosquito pode se reproduzir em pequenas quantidades de água, por isso é importante estar atento a qualquer objeto que possa acumular água.

2. Aplicar larvicidas: Em locais com muitos focos de água parada, como depósitos de sucata, ferros-velhos ou lixões, é importante aplicar larvicidas, que são produtos químicos que eliminam os ovos e as larvas do mosquito. Essa aplicação deve ser feita por profissionais capacitados e indicada pelas secretarias de saúde das prefeituras.

3. Usar repelente: O uso de repelente é uma forma eficaz de evitar a picada do mosquito Aedes aegypti. É importante escolher um repelente que seja eficaz contra o mosquito e seguir as instruções de uso.  O Ministério da Saúde recomenda usar repelentes à base de DEET (N-N-dietilmetatoluamida), IR3535 ou de Icaridina nas partes expostas do corpo. Também pode ser aplicado sobre as roupas. O uso deve seguir as indicações do fabricante em relação à faixa etária e à frequência de aplicação. Deve ser observada a existência de registro em órgão competente. Repelentes de insetos contendo DEET, IR3535 ou Icaridina são seguros para uso durante a gravidez, quando usados de acordo com as instruções do fabricante. Em crianças menores de 2 anos de idade, não é recomendado o uso de repelente sem orientação médica. Para crianças entre 2 e 12 anos, usar concentrações até 10% de DEET, no máximo 3 vezes ao dia;

4.  Utilizar tela mosquiteiro:  A utilização de mosquiteiros sobre a cama, uso de telas em portas e janelas e, quando disponível, ar-condicionado.

5. Usar roupas compridas: O uso de roupas compridas, como calças e camisas de manga longa, pode ajudar a evitar a picada do mosquito.

6. Manter a casa limpa: Manter a casa limpa e livre de objetos que possam acumular água parada é uma forma eficaz de prevenir a proliferação do mosquito Aedes aegypti. É importante limpar regularmente os pratos de vasos de plantas, as calhas dos canos, os baldes, as caixas d'água e as piscinas, entre outros.

7. Tomar a vacina: A vacina contra a dengue está disponível na rede privada, porém, recentemente (21/12/2023), o Ministério da Saúde incorporou a vacina Qdenga, do laboratório japonês Takeda, no Sistema Único de Saúde (SUS).  É importante consultar um médico para saber se a vacina é indicada para você.  

É importante lembrar que a prevenção da dengue e outras arboviroses é responsabilidade de todos. Ao adotar medidas simples, podemos evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti e proteger a nossa saúde e a saúde da nossa comunidade.

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Fonte do texto:

Dráuzio Varella /UOL

Ministério da Saúde - Saúde de A a Z

Ministério da Saúde

Tua Saúde


Fonte da Imagem:

FreePik


sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

Setor de Educação em Saúde, do CCZ, realiza palestra sobre esporotricose na UBS Santa Bárbara

 


No dia 29 de novembro, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realizou uma palestra sobre esporotricose na Unidade Básica de Saúde de Santa Bárbara.

Conhecida como “a doença do jardineiro”, a esporotricose é uma zoonose que, além dos humanos, atinge os animais silvestres e domésticos, como gatos e cachorros. Nos gatos, a forma grave da doença é mais disseminada.

O objetivo da ação educativa em saúde foi esclarecer os usuários sobre a doença e o tratamento, e também sensibilizá-los quanto à importância da adoção de medidas preventivas no ambiente domiciliar. Em 2022, Niterói registrou 13 casos da doença em humanos.

Os agentes Hugo Costa e Rosani Loureiro desenvolveram a atividade por meio de bate papo interativo, abordando os seguintes tópicos:

  • O que é esporotricose
  • Agente causador (fungo)
  • Transmissão
  • Como o gato se contamina
  • Como se contrai a doença do gato
  • Prevenção
  • Tratamento

A palestra foi muito bem recebida pelos usuários da UBS Santa Bárbara, que puderam esclarecer suas dúvidas sobre a doença e aprender sobre as medidas preventivas que podem ser adotadas para evitar a sua transmissão.




CCZ participa da Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho da CLIN



O CCZ – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) participou, no dia 24 de novembro, da Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho, promovida pela Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (CLIN) em sua sede, no bairro de São Lourenço. A SIPAT tem como objetivo divulgar, orientar e promover a prevenção de acidentes, segurança e saúde no trabalho.

O IEC atuou com estande educativo sobre zoonoses e doenças de transmissão vetorial, onde desenvolveu explanação temática, exposição de maquetes e distribuição de material informativo. A equipe, representada pelos agentes Hugo Costa, Marcelo Lins e Maria Cristina Crisóstomo,  prestou informações e orientações sobre arboviroses (dengue, zika, chikungunya e febre amarela), roedores, pombos, entre outros, com o propósito de sensibilizar os visitantes sobre a importância da prática de medidas preventivas para se evitar a proliferação de doenças.

Além do estande, Hugo Costa realizou palestra sobre roedores e leptospirose com o propósito de fornecer informações essenciais aos profissionais de limpeza urbana, como os garis, para que possam identificar e lidar adequadamente com a leptospirose, uma doença infecciosa transmitida pela bactéria Leptospira, frequentemente associada à exposição à urina de roedores infectados.

Os participantes aprenderam sobre espécies de roedores urbanos, problemas causados por esses vetores, a leptospirose e prevenção – enfatizando a importância da eliminação dos 4 A’s (abrigo, acesso, alimento e água) para desencorajar a presença de roedores e outros animais sinantrópicos. 

“A atividade foi ótima! A participação do público foi muito boa. O pessoal estava interessado no assunto e perguntou bastante sobre problemas de lixo e saúde. Falamos bastante sobre leptospirose, sobre a doença em si, e os sintomas e sinais que eles [garis] deveriam se preocupar. Achei bacana conversar sobre isso, já que lidam com lixo. O estande também teve muita procura e estava bem legal. Estava cheio e, como tinham brindes para distribuir, o pessoal estava animadíssimo, ia ao estande, falava com a gente e levava os brindes. Foi maneiro!”, falou Hugo.







Grupo de idosos da Policlínica do Largo da Batalha recebe palestra sobre saúde ambiental e arboviroses

 


O Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – promoveu palestra sobre saúde ambiental e arboviroses na Policlínica Regional do Largo da Batalha. 

O objetivo foi alertar o grupo de idosos coordenados pela assistente social Teresita Chávez acerca dos perigos à saúde causados pelas arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti (dengue, zika, chikungunya e febre amarela), sensibilizando-os quanto à importância da adoção de medidas preventivas no ambiente domiciliar e de convívio. 

A ação educativa em saúde foi desenvolvida em 21 de novembro pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira por meio de bate papo interativo, e abordou os tópicos:  conceito de arboviroses; características dos mosquitos transmissores; doenças relacionadas e seus sintomas; principais medidas de prevenção e combate aos possíveis criadouros do vetor comum (Aedes aegypti). 

“Iniciamos abordando sobre os riscos que um quintal desorganizado pode provocar nas pessoas que ali residem. Apresentamos algumas estratégias para eliminar objetos em desuso, promovendo assim um ambiente saudável e harmônico, livre de vetores, entre eles o Aedes aegypti, transmissor das arboviroses mencionadas. O grupo demonstrou interesse e se comprometeu a observar o ambiente de suas casas, conscientes que ambiente limpo e organizado promove a saúde de todos”, contou Patrícia.






terça-feira, 19 de dezembro de 2023

Educação em Saúde realiza ação educativa sobre higiene pessoal na Escola Municipal Diógenes Ribeiro de Mendonça

 


No dia 16 de novembro, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ), realizou ação educativa sobre higiene pessoal na Escola Municipal Diógenes Ribeiro de Mendonça, em Pendotiba.

O objetivo foi responder às dúvidas apresentadas pelos alunos do 5º ano do ensino fundamental relativas à palestra desenvolvida pela equipe do IEC no dia 26 de outubro. Os agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira conduziram o debate através de bate-papo interativo. 

Com o intuito de permitir que os alunos ficassem à vontade para esclarecer suas dúvidas, como metodologia pedagógica as turmas foram divididas por gênero. O palestrante Delcir ficou responsável pelo grupo de meninos; já a palestrante Patrícia, pelo grupo das meninas. 

Por meio de roda de conversa, foram abordados temas relativos a cuidados que se deve ter com o corpo, vestimentas e, especialmente, com os ambientes. Foi realizada uma breve explanação sobre as condições favoráveis para a presença de fungos, bactérias e animais sinantrópicos, e a equipe apresentou os métodos de controle para promover um ambiente salutar e, consequentemente, hábitos que aumentam a imunidade das pessoas e das casas. 

Os alunos participaram com entusiasmo, tiveram dúvidas esclarecidas sobre higiene capilar e combate aos piolhos, técnicas de limpeza e organização dos ambientes de maneira eficaz e contínua, concluindo cada espaço planejado para depois manter essas áreas livres de vetores. A professora Valéria Bretas apoiou a iniciativa e colaborou nas discussões.