sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Aedes aegypti é tema de Sala de Espera na Unidade Básica de Saúde do Centro





Com o objetivo de efetivar a troca de informações e orientar sobre os cuidados necessários para se evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti no ambiente familiar e de convívio, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde  –  do Centro de Controle de Zoonoses  –  realizou nesta semana (15 a 18/08) atividade de sala de espera na Unidade Básica de Saúde Dr. Eduardo Imbassay, no Centro.

A ação educativa em saúde teve como mote a prevenção das arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika e chikungunya), visando alertar os usuários sobre possível epidemia de uma ou mais dessas doenças no próximo verão.

A equipe do IEC percorreu os diversos espaços da unidade, abordando quem aguardava atendimento para, então,  desenvolver bate-papo sucinto e interativo, além de distribuir panfletos informativos.

Por meio de perguntas e dúvidas, as pessoas mostraram interesse em conhecer mais a temática.  Alguns relataram situações cotidianas de vizinhos que, apesar de bem informados, não cuidam dos próprios quintais,  acumulando água limpa e parada em locais e objetos que servem como criadouros de mosquitos.  Os profissionais diretamente envolvidos consideraram a atividade positiva.


Equipe:  Antônio Pessoa, Jonas Queiróz, Hugo Costa, Maria Cristina Crisóstomo, Rodolfo Matta e Rosani Loureiro.









quinta-feira, 18 de agosto de 2016

CCZ promove ação educativa na Clínica da Família de Várzea das Moças





Nesta quarta-feira (17/08) usuários da Clínica da Família de Várzea das Moças participaram da atividade de sala de espera promovida pela equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde, do Centro de Controle de Zoonoses.

A ação educativa em saúde teve como objetivo reforçar orientações sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação do Aedes aegypti no ambiente familiar e de convívio, além de alertar sobre possível epidemia no próximo verão.

Para isso, os agentes Élcio Nascimento e Rita de Cássia Costa realizaram um bate-papo interativo, nos moldes de palestra sucinta, e distribuição de material informativo.  A abordagem temática envolveu orientações sobre medidas preventivas e de combate ao mosquito, além de informações sobre as principais arboviroses transmitidas pelo inseto no país (dengue, zika e chikungunya).

Enquanto aguardava atendimento, o público participou ativamente, demonstrando interesse pelo assunto.  Dúvidas e questionamentos sobre as doenças e seus sintomas foram as que prevaleceram, especialmente sobre a chikungunya.  A maioria se comprometeu a cuidar de seus quintais e falar com vizinhos e familiares. A equipe considerou o resultado da atividade bem positivo.  








Ação educativa na Unidade de Urgência Mário Monteiro reforça prevenção ao Aedes aegypti






Reforçar orientações sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação do Aedes aegypti.   Esse foi o objetivo da atividade de sala de espera realizada pela equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde, do Centro de Controle de Zoonoses, na Unidade Municipal de Urgência Dr. Mário Monteiro nesta terça-feira (16/08).

Com abordagem sucinta e objetiva, os agentes Élcio Nascimento e Rita de Cássia Costa buscaram sensibilizar os usuários que aguardavam atendimento a estarem vigilantes quanto às medidas de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti em todas as estações do ano. Para isso, desenvolveram bate-papo interativo e distribuição de panfletos.  

Segundo Élcio, a resposta do público à ação educativa em saúde foi positiva. “Tiramos dúvidas sobre as doenças [arboviroses dengue, zika e chikungunya] e seus sintomas. Utilizamos o material informativo que exemplificava possíveis criadouros para sensibilizar os usuários. As pessoas se comprometeram a cuidar de seus quintais e falar com vizinhos e familiares”, disse o agente.





segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Países da América Latina realizam pesquisas para identificar lacunas no conhecimento sobre zika



Países da América Latina estão realizando uma série de pesquisas em nível comunitário para identificar lacunas no conhecimento sobre o vírus zika e, deste modo, definir as mensagens para alterar o comportamento da população na prevenção da infecção e controle do mosquito transmissor. As pesquisas serão realizadas no Brasil, Peru, Colômbia, Guatemala, Honduras e El Salvador até setembro deste ano, sob a liderança da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e em coordenação com os Ministérios da Saúde e outras agências internacionais parceiras.

Os resultados desses estudos de conhecimento, atitudes e práticas (conhecidos como CAP) permitirão que os países alterem suas estratégias de comunicação na resposta ao zika e adequem suas mensagens e o conteúdo de seus materiais. Dessa forma, serão incentivadas mudanças comportamentais que contribuam na eliminação dos criadouros do mosquito e nas medidas para evitar a infecção pelo vírus.

Até o momento, 45 países e territórios das Américas confirmaram a circulação do vírus zika, que pode causar malformações congênitas em bebês e outras complicações.

A realização dessas pesquisas é uma das ações que a OPAS/OMS está apoiando para fortalecer a comunicação de risco nos países das Américas. O objetivo é promover uma comunicação de forma oportuna e transparente sobre o zika e suas consequências sobre a saúde, assim como sobre medidas de prevenção.


Ação comunitária

A participação ativa da comunidade é fundamental na resposta ao zika, algo que a OPAS/OMS promove junto com a assistência técnica na preparação de estratégias e planos de comunicação de risco.

Com o objetivo de mobilizar toda a região, a Organização está convidando os países para participar da Semana de Ação contra os Mosquitos, com o slogan “Juntos venceremos o mosquito!”.

O objetivo é que durante a Semana a população, os profissionais de saúde, as autoridades e outros atores-chave sejam sensibilizados sobre as doenças transmitidas por mosquitos e os riscos que elas trazem – propiciando uma maior vontade política, de gestão e envolvimento nacional no controle dos mosquitos e incentivando a população a mudar seus comportamentos de forma sustentável.

Neste ano, considerando o contexto do surto na região, o tema será o vírus zika. Serão feitos esforços para reforçar as mensagens de prevenção e controle das doenças transmitidas por mosquitos e incentivar as comunidades a fortalecerem as ações para a eliminação do vetor, assim como as medidas de prevenção individual contra o zika e doenças como dengue e chikungunya.

A Semana de Ação contra o Mosquito já teve início nos países do Caribe e será estendida agora para a América Latina. Nos países da América Central, o lançamento deve ocorrer entre os dias 22 e 26 de agosto, enquanto Colômbia, Honduras, Costa Rica, Argentina, Uruguai, Chile e outros países planejam lançar a iniciativa no último trimestre de 2016.


Estratégias de comunicação de risco

Como parte da resposta ao zika nas Américas, especialistas da OPAS/OMS realizaram missões de assistência técnica aos países para capacitar as autoridades, comunicadores e educadores institucionais, epidemiologistas, gerentes de serviços de saúde, líderes comunitários, jornalistas e acadêmicos, entre outros parceiros e aliados estratégicos na comunicação de risco. Até agora, foram feitas missões no Uruguai, República Dominicana, Peru, El Salvador, Honduras, Colômbia, Guatemala, Brasil, Panamá e Caribe anglófono, entre outros.

A OPAS/OMS apoia os Ministérios da Saúde a identificar mecanismos de coordenação interna e externa para fornecimento de informações oportunas, transparentes e baseadas em evidências sobre o vírus zika. Também oferece apoio na coordenação e preparação de porta-vozes que compartilham essas informações para garantir transparência e mensagens consistentes sobre os riscos associados ao vírus, eliminação dos criadouros de mosquitos, como evitar a infecção e prevenir a transmissão sexual. Também é possível segmentar os públicos aos quais essas mensagens serão dirigidas, como mulheres em idade fértil, grávidas e seus parceiros/companheiros.


Nesse sentido, a OPAS/OMS continua a prestar cooperação técnica direta aos países no desenvolvimento de suas estratégias e planos operacionais para a comunicação de risco, levando em consideração as possíveis ameaças à saúde da população.


Fonte:  Ministério da Saúde /Blog da Saúde

sábado, 13 de agosto de 2016

Agentes Comunitários apresentam projetos de saúde e meio ambiente






Na tarde desta quarta-feira (10/08) vinte e três agentes comunitários de saúde que atuam em módulos do Programa Médico de Família comemoraram o encerramento do Curso de Formação Básica de Agentes de Vigilância em Saúde Ambiental em solenidade de formatura, realizada na Câmara dos Diretores Lojistas de Niterói.

Durante o evento os formandos apresentaram seus trabalhos de conclusão de curso para uma banca examinadora composta pelos colaboradores:  Almir Medeiros, chefe do Laboratório de Zoonoses, e Maria da Glória Moreira, coordenadora do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde – ambos do Centro de Controle de Zoonoses; Eleinne Felix Amim, enfermeira e supervisora de saúde coletiva de Praias da Baía II; e Faiana Morais, assistente social e supervisora dos agentes comunitários da região oceânica.

Cerca de setenta pessoas – entre familiares, amigos e profissionais da Fundação Municipal de Saúde – prestigiaram a exposição de projetos de intervenção propostos pelos agentes para as áreas onde atuam.  Atividades educativas, esportivas, de sensibilização e de pesquisa aprofundada das necessidades comunitárias foram as ideias apresentadas, aliando saúde e meio ambiente.

Os agentes mostraram que atitudes simples promovem transformações significativas e melhoram a qualidade de vida num bairro, e que a comunidade engajada pode gerar ações e soluções para o desperdício da água, o descarte correto dos resíduos sólidos, o esgotamento sanitário incorreto, e o incentivo à prática de esportes.

“Este curso começou com primeiros agentes comunitários de saúde e ganhou um novo impulso com o projeto Enseada Limpa. Como os agentes comunitários são moradores da região e a maioria nunca atuou em vigilância em saúde, é importante que eles sejam preparados para ter um olhar diferenciado da comunidade. Eles recebem formação em vigilância epidemiológica, sanitária, saúde do trabalho e ambiental. Além de estudarem, eles vão colocar em prática todos os projetos desenvolvidos, beneficiando a comunidade”, destaca Cláudio da Silva Moreira, coordenador do curso.

O agente comunitário Victor Vinícius da Silva, que atua no Preventório, em Charitas, faz parte da equipe que desenvolveu o projeto “O consumo consciente e o desperdício de água na comunidade do Preventório”.  Ele explica que os profissionais saíram capacitados, enxergando melhor os detalhes que influenciam na qualidade de vida dos moradores, e prontos para aprimorar o atendimento para a população. “Tivemos aulas de legislação do SUS, comunicação, vigilância epidemiológica e sanitária. O mais importante não é pensar em um projeto, e sim colocá-lo em prática, como todos estão fazendo”, frisou.

Jaqueline Nascimento, agente comunitária que atua na área do Badu, na Região de Pendotiba, apresentou um trabalho sobre conscientização do descarte correto do lixo. Entre as propostas da equipe estão:  a instalação de lixeiras em pontos estratégicos, campanhas de conscientização e a pintura de grafites em muros da região.  “O curso e o desenvolvimento do projeto são importantes porque aproveitam o vínculo dos agentes com a comunidade para melhorar a qualidade de vida dos moradores”, pontua a agente.


Formandos

Dayse Felix de Souza Lima, Jaqueline Gonçalves Nascimento, Rafaella Mendonça da Silva e Vanessa Almeida da Silva – Clínica Comunitária da Família do Badu.

Jamilde Jesus Teixeira Alves, Karen Luz Abreu e Victor Vinícius Belarmino da Silva – PMF Preventório II.

Adriana Rodrigues da Silva e Paula Valéria Costa de Oliveira Chagas – PMF Preventório I.

Aline França da Silva, Júlia Oliveira Silva e Kelly Barros Braga – PMF Grota II.

Rosemeri José de Mendonça Santos – PMF Jurujuba.

Ariela Ramos Caes e Silva, Marianna Rosa de Faria Souza, Sara Toledo de Souza e Vilma Chapetta – PMF Teixeira de Freitas.

Adriana Alcântara de Souza Moura e Otávio Gonçalves Panzemback – PMF Grota I.

Alessandra Melo Lopes, Cristiane Ribeiro da Costa e Igor Alves Santos – PMF Ilha da Conceição.


















O curso

O curso foi uma iniciativa do Núcleo de Ensino Permanente e Pesquisa (NEPP) em parceria com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – este, através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde, e da Seção de Controle Ambiental.  Teve como objetivo formar profissionais de nível médio, responsáveis pela execução das ações de Vigilância em Saúde que atuam no âmbito do Programa Médico de Família, oferecendo-lhes subsídios teórico-práticos relativos à globalidade do processo de trabalho que contribuam para a adoção de uma prática mais crítica, reflexiva e inovadora.

Iniciado em abril deste ano, o curso, desenvolvido com base no PROFORMAR, foi dividido em oito módulos com um total de 36 horas /aula e ainda 100 horas /aula destinadas à produção dos trabalhos de campo e de conclusão.  As reuniões foram quinzenais, no auditório do NEPP, com duração de três meses.

Os profissionais Cláudio da Silva Moreira (Seção de Controle Ambiental) e Devylson da Costa Campos (Laboratório de Zoonoses), ambos do CCZ, ministraram aulas envolvendo as seguintes temáticas:  “O SUS e a Vigilância em Saúde”, “O Processo de Trabalho da Vigilância em Saúde”, “O Território e a Vigilância em Saúde”, “Trabalho e Ambientes Saudáveis”, “Informação e Diagnóstico de Situação”, “Planejamento em Saúde e Práticas Locais” e “Educação e Ação Comunitária”.


PROFORMAR

O Programa de Formação de Agentes Locais de Vigilância em Saúde (Proformar) resulta de uma parceria entre a Fundação Nacional de Saúde/Funasa e a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/Fiocruz.

O Curso contribui para a construção de um projeto político-pedagógico dentro do SUS e conta com o apoio de estados e municípios; da Educação a Distância da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e do Canal Saúde.

Com educação continuada e permanente, o Proformar conjuga o ensino a distância com o presencial, por meio de uma rede de articuladores pedagógicos, de suporte logístico, dos Núcleos de Apoio à Docência e de materiais didáticos que estabelecem estreita relação entre teoria e prática, ensino e serviços, escola e comunidade. (Fonte:http://www.ead.fiocruz.br/curso)


Programa Enseada Limpa

O Programa ENSEADA LIMPA, de iniciativa da Prefeitura de Niterói, foi lançado em 2013, no início da atual administração, e tem como objetivo maior fazer com que a Enseada de Jurujuba seja a primeira área da Baía de Guanabara a ser totalmente despoluída.

Coordenado pelo vice-prefeito Axel Grael, o programa envolve diversas secretarias municipais e a concessionária Águas de Niterói.  Abrange ações de urbanização e instalação de banheiros nas residências nas quais foi constatada a ausência; ampliação da rede coletora de esgoto e das ligações domiciliares à rede; iniciativas para a gestão de resíduos sólidos, como a não colocação de lixo nas encostas; entre outras medidas.

O Enseada Limpa tem como base territorial a bacia hidrográfica da Enseada de Jurujuba, que abrange os bairros de São Francisco, Charitas, Jurujuba, Cachoeira e parte do Largo da Batalha, além das comunidades de Gavião, Jamelão, Igrejinha, Ponte Velha, Maceió, Preventório, Peixe Galo, Cascarejo e Salinas, entre outras. O programa visa a melhor qualidade das águas e do meio ambiente de modo geral e, sobretudo, a melhoria da qualidade de vida da população desses locais.  (Fonte:  http://www.niteroi.rj.gov.br)



Fonte dos depoimentos:  Prefeitura de Niterói


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Ação educativa sobre arboviroses na Policlínica do Largo da Batalha






Informar, discutir e esclarecer o que são arboviroses, os riscos envolvidos, cuidados e tratamento.  Esse foi o objetivo da palestra realizada pela equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses – para os usuários da Policlínica Regional do Largo da Batalha na última segunda-feira (01/08).

Desenvolvendo um diálogo interativo com o público – formado pelo grupo de idosos da policlínica –, a agente Patrícia de Oliveira falou sobre as principais arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti no país (dengue, zika e chikungunya), características do mosquito, dados atuais sobre a situação da microcefalia no país, a Síndrome de Guillain-Barré, e medidas de prevenção e combate ao vetor.

A resposta dos participantes foi bem positiva.  Todos demonstraram interesse na temática e desejaram saber a respeito das melhores formas de prevenção. Ao término da atividade, agradeceram a iniciativa.





Pais de alunos da UMEI Vasconcelos Torres participam de palestra sobre pediculose




Com o objetivo de sensibilizar pais e responsáveis sobre os cuidados básicos para prevenir e tratar possível infestação de piolhos em seus filhos, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – realizou palestras sobre pediculose no evento de encerramento semestral da UMEI Senador Vasconcelos Torres, em Santa Rosa, na última sexta-feira (29/07).

A ação educativa em saúde foi desenvolvida pela agente Daniele Caviare por meio de diálogo interativo com exibição de slide-show, e abordou tópicos como:  tipos de piolhos, o piolho capilar, ciclo de vida, principais dificuldades causadas nas crianças e jovens, prevenção e tratamento.

Cerca de 100 pessoas estiveram presentes, a maioria participando ativamente e demonstrando interesse pelo tema.  Segundo a palestrante, a atividade foi muito produtiva.