quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Crianças aprendem sobre a guarda responsável de animais e a doença raiva.




É desde pequeno que se aprende a cuidar, respeitar e tratar bem os animais. Com esse mote, o Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) - através do setro de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) - realizou nesta terça-feira (28/08) palestra educativa sobre guarda responsável de animais e a doença raiva na Unidade Municipal de Educação Infantil Professora Nina Rita Torres, em Piratininga.

O objetivo da ação educativa em saúde foi sensibilizar os alunos acerca das responsabilidades e cuidados que devem ter com seus animais de estimação, destacando a importância da vacinação antirrábica para cães e gatos. 

Ministrada pelos agentes Élcio Nascimento e Rita de Cássia Costa, por meio de bate-papo e distribuição de material informativo, a palestra abordou questões como: cuidados com cães e gatos; alimentação, higiene e espaço dos animais; condução e recolhimento de fezes em vias públicas; abandono; a doença raiva; saúde e vacinação; e também divulgou a campanha de vacinação antirrábica animal do município, que este ano será no dia 29 de setembro.

“A atividade foi bem satisfatória. As crianças participaram ativamente, interagindo o tempo todo, contando suas histórias (vivências) com animais de estimação próprios e de membros da família. Alguns tiveram a curiosidade de perguntar se coelhos e passarinhos também tomam vacinas”, relatou o palestrante Élcio.


Raiva

A raiva, também conhecida como hidrofobia, é uma doença infecciosa aguda que leva à morte.  Causada por um vírus, é caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos.

O agente infeccioso é o vírus da raiva, da família Rhabdoviridae e pertencente ao gênero dos Lissavirus.

A transmissão da raiva se dá pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas.

Pode acometer todas as espécies de mamíferos, incluindo o homem, sendo seu prognóstico fatal em praticamente todos os casos.

O cientista Louis Pasteur conseguiu isolar o vírus em 1881, inoculando coelhos por via intracerebral, e preparou a primeira vacina antirrábica em 1884.

Em Niterói, o Centro de Controle de Zoonoses registrou quatro casos confirmados de raiva nos últimos anos, ambos em morcegos (2016 a julho/2018).








Educação em Saúde realiza palestra sobre guarda responsável de animais e a doença raiva no CRAS do Badu





Com objetivo sensibilizar acerca das responsabilidades e cuidados que devem ter com seus cães e gatos para que evitem o sofrimento dos mesmos e a transmissão de doenças para outros animais e para a população humana, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) – realizou palestra sobre guarda responsável de animais e a doença raiva para o grupo de idosos Renascer, no Centro de Referência de Assistência Social do Badu, na última quarta-feira, 22/08.   

Ministrada pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, por meio de bate-papo e distribuição de material informativo, a iniciativa abordou questões como: cuidados com cães e gatos; alimentação, higiene e espaço dos animais; condução e recolhimento de fezes em vias públicas; abandono;  a doença raiva; saúde e vacinação.  Na ocasião, também divulgou a campanha de vacinação antirrábica animal do município, que este ano será no dia 29 de setembro.

“O grupo demonstrou muito interesse, exploraram bastante o assunto com perguntas pertinentes. Uma senhora de 75 anos relatou que o seu gato adoeceu com sintomas muito semelhantes aos da raiva e faleceu em menos de uma semana”, disse a palestrante Patrícia.


Raiva

A raiva, também conhecida como hidrofobia, é uma doença infecciosa aguda que leva à morte.  Causada por um vírus, é caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos.

O agente infeccioso é o vírus da raiva, da família Rhabdoviridae e pertencente ao gênero dos Lissavirus.

A transmissão da raiva se dá pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas.

Pode acometer todas as espécies de mamíferos, incluindo o homem, sendo seu prognóstico fatal em praticamente todos os casos.

O cientista Louis Pasteur conseguiu isolar o vírus em 1881, inoculando coelhos por via intracerebral, e preparou a primeira vacina antirrábica em 1884.

Em Niterói, o Centro de Controle de Zoonoses registrou quatro casos confirmados de raiva nos últimos anos, ambos em morcegos (2016 a julho/2018).







segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Especialistas alertam para epidemias de Zika e Chikungunya no verão


A poucos meses do início do verão, especialistas alertam que o Brasil pode voltar a sofrer com epidemias de Zika e Chikungunya. Apesar da redução da incidência de casos este ano, as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti podem voltar a ter força a partir de dezembro ou janeiro de 2019, quando já terá passado o período da primeira onda de surto em alguns estados.

O pesquisador colaborador da Fundação Oswaldo Cruz em Pernambuco Carlos Brito, disse que o país se dedicou mais nos últimos dois anos no estudo dos impactos do Zika, devido ao surto e a perplexidade causada pelos casos de microcefalia nos bebês. Ressaltou, no entanto, que mesmo assim o país continua despreparado para atender novos casos das arboviroses, principalmente de Chikungunya.

“Na verdade, deixou-se um pouco de lado a Chikungunya que, para mim, é a mais grave das arboviroses. E as pessoas geralmente nem têm ciência da gravidade, nem estão preparadas para conduzir a Chikungunya. É uma doença que na fase aguda não só leva a casos graves, inclusive fatais, mas deixa um contingente de pacientes crônicos, que estão padecendo há quase dois anos com dores, afastamento das atividades habituais de trabalho, lazer, vida social”, explicou Brito à Agência Brasil.

O pesquisador disse que a incidência das doenças vai variar de região para região. Aqueles estados onde muitas pessoas já foram infectadas no início do surto em 2016, como no Nordeste, poderão ficar imunes por mais um tempo. No entanto, muitos municípios ainda têm a probabilidade de enfrentar novos surtos, como o Rio de Janeiro, que recentemente registrou vários casos.

“No Brasil tudo toma uma dimensão muito grande, porque é um país de dimensão continental. Então, não estamos preparados, nem os profissionais de saúde foram treinados, nem estamos tendo a dimensão da intensidade da doença, nem as instituições estão atentas para uma epidemia de grandes proporções em um estado como São Paulo, com 40 milhões de habitantes, ou no Rio de Janeiro, com 20 milhões de habitantes”, alertou Brito.


Redução

Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado na sexta-feira (17), de janeiro até 28 de julho deste ano foram registrados 63.395 casos prováveis de febre Chikungunya. O resultado é menos da metade do número de casos reportados no mesmo período do ano passado, de 173.450. Em 2016, foram 278 mil casos.

Mais da metade, 61% dos casos reportados neste ano, estão concentrados na Região Sudeste. Em seguida, aparece o Centro-Oeste (21%), o Nordeste (13%), Norte (7%) e Sul (0,35%).

Nos primeiros sete meses de 2018, foram confirmadas 16 mortes por Chikungunya. No mesmo período do ano passado, 183 pessoas morreram pela arbovirose. A redução no número de óbitos foi de 91,2%. Já para o Zika, em todo o país foram registrados 6.371 casos prováveis e duas mortes até o fim de julho. No ano passado, o vírus tinha infectado mais de 15 mil pessoas no mesmo período. A maior incidência de Zika este ano também está no Sudeste (39%), seguida da Região Nordeste (26%).


Ameaça

Apesar da redução da incidência, o pesquisador Luiz Tadeu Moraes Figueiredo, professor do Centro de Pesquisa em Virologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto, também alerta que, depois do período de seca em que há baixa circulação dos vírus, essas arboviroses podem voltar a qualquer momento, assim como já ocorreu com a dengue e com a febre amarela.

“Não estamos tendo uma epidemia. Estamos tendo casos esporádicos. Mas ainda é um problema que pode voltar, sim. As arboviroses são assim mesmo, dengue, Zika. Todas elas têm momentos em que desaparecem, depois voltam. O vírus está aí, está no Brasil, e ainda é uma ameaça. Ele pode voltar agora, inclusive, neste verão. O risco está aí”, disse à Agência Brasil.

Figueiredo disse que permanece o desafio de diagnosticar com precisão o Zika em tempo de prevenir suas consequências. Apesar dos avanços nas pesquisas nos últimos anos, ainda não foi desenvolvida uma forma de detecção rápida do vírus Zika que possa ser disponibilizada em todo o país, disse o pesquisador.

“A dificuldade continua. A gente descobriu algumas coisas que podem ajudar o diagnóstico, mas o problema não está resolvido ainda. O mais eficaz é você encontrar o vírus, isolar é mais complicado. Ou você encontrar o genoma do vírus ou alguma proteína do vírus na fase aguda seria muito útil, aí você pode detectar na mulher, se estiver grávida inclusive”, explicou.

Os pesquisadores apontam que o ideal para prevenir o impacto de novos surtos seria desenvolver uma vacina. Contudo, eles lamentam que essa solução ainda está longe de ser concretizada. Enquanto isso, o foco ainda está no controle do mosquito transmissor dos vírus. “As pessoas devem ficar atentas e controlar o vetor nas suas casas e, assim, evitar a transmissão. É a única [solução] que nós temos nesse momento”, disse Figueiredo.

O pesquisador Carlos Brito defende que o Estado deve investir em melhorias de qualidade de vida da população e em infraestrutura de saneamento para controlar as epidemias causadas pelas arboviroses.


Controle permanente

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que a destinação de recursos para controle do mosquito vetor e outras ações de vigilância são permanentes e passaram de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,93 bilhão em 2017. Para este ano, o orçamento previsto é de R$ 1,9 bilhão.

Além da mobilização nacional para combater o mosquito, a pasta ressaltou que, desde novembro de 2015, quando foi declarado o estado de emergência por causa do Zika, foram destinados cerca de R$ 465 milhões para pesquisas e desenvolvimento de vacinas e novas tecnologias.



quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Educação em Saúde participa do Projeto Meio Ambiente na Escola




Neste mês a equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – participou do Projeto Meio Ambiente na Escola Municipal Vera Lúcia Machado, a convite da diretora Aline Motta de Souza.

O IEC foi inserido no projeto com a responsabilidade de orientar os alunos quanto às práticas de prevenção às arboviroses, aos roedores e à hidrofobia (raiva) no contexto da guarda responsável de animais. Como ação educativa em saúde, realizou palestras na sala de informática destinada ao fim, contando com total apoio de coordenadores e professores, nos dias 02, 06, 08, 09, 14 e 21/08.

Ministrada pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, as atividades desenvolveram-se por meio de bate papo interativo e exibição de slide-show. Segundo Patrícia, os estudantes expressaram satisfação com a proposta educativa e demonstram que estão sensibilizados quantos aos cuidados aos animais e a importância da vacinação antirrábica.

Como parte do projeto, a escola afirmou que vai cadastrar todos os cães e gatos dos alunos para reforçar a ideia de responsabilidade com a guarda dos animais e todos os cuidados que devem ser adotados. E mais:  uma professora confeccionará desenho com as imagens de um cão e um gato nas cores do artista plástico Romero Britto com a frase ‘Quem ama educa’ no muro da escola, e para isso contará com ajuda de um aluno de cada turma, previamente selecionado. Para completar, o projeto terá uma mascote, a Mel, uma cadela que foi adotada pela diretora da escola, sendo assim livre de maus tratos.






quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Roedores é tema de palestra no PMF Cantagalo





Nesta segunda-feira (20/08) o Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – realizou palestra sobre roedores para os agentes comunitários de saúde do PMF Cantagalo. 

A ação educativa em saúde teve como objetivo sensibilizar sobre a importância da adoção de medidas preventivas contra os roedores urbanos no ambiente de trabalho e domiciliar, evitando doenças relacionadas a esses vetores, especialmente a leptospirose.  Além de informar, a atividade propôs também instruir os profissionais para o emprego do conhecimento nas ações educativas a serem realizadas na comunidade.

A equipe do IEC, representada pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, abordou os seguintes tópicos:  roedores – espécies de roedores urbanos, problemas causados por esses vetores, a leptospirose, e prevenção.

Segundo a equipe, a participação do público foi consideravelmente ativa, com demonstrações de interesse pelo assunto.  “É impressionante como esse tema encanta. Os ACS’s ficaram surpresos ao conhecerem as habilidades comportamentais e físicas dos roedores. Reforçamos a importância da multiplicação das informações para a comunidade assistida, especialmente as que dizem respeito à eliminação dos 4 A’s (abrigo, acesso, alimento e água)”, destacou a palestrante Patrícia de Oliveira.







Agentes comunitários do PMF Maceió recebem a palestra ‘Boas Práticas na Manipulação de Alimentos’






Na última quarta-feira (15/08), o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – realizou a palestra ‘Boas Práticas na Manipulação de Alimentos’ para agentes comunitários de saúde no Programa Médico de Família do Maceió.

A atividade teve o objetivo de informar a respeito dos procedimentos adequados à manipulação de alimento que beneficiam a qualidade dos produtos e a saúde do consumidor e também instruir os profissionais para o emprego do conhecimento nas ações educativas a serem realizadas na comunidade.

Ministrada pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, a atividade desenvolveu-se por meio de bate papo interativo e exibição de slide-show. Em pauta, foram abordados os seguintes tópicos: conhecendo os erros na cozinha; como implantar as boas práticas; meios de contaminação; alimentos de maior risco; contaminação cruzada; sintomas das Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs); higienização; além de algumas orientações sobre tempo e temperatura dos alimentos.

Segundo Patrícia, o público demonstrou considerável interesse, explorando bastante cada tópico abordado. A atividade contou com a participação da médica Dra. Elizabethe Mouzinho e da dentista Ana Rita Jacobine.






Educação em Saúde fala sobre guarda responsável de animais e a doença raiva na Escola Maria Ângela Pinto





Com o objetivo de sensibilizar os alunos acerca das responsabilidades e cuidados que devem ter com seus animais de estimação, destacando a importância da vacinação antirrábica para cães e gatos, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) realizou palestra guarda responsável de animais e a doença raiva na Escola Municipal Professora Maria Ângela Moreira Pinto, em São Francisco, nos dias 15 e 16/08.

Ministrada pelas agentes Daniele Caviare e Leila Neves – por meio de bate-papo e distribuição de material informativo – a ação educativa em saúde abordou questões como: cuidados com cães e gatos; alimentação, higiene e espaço dos animais; condução e recolhimento de fezes em vias públicas; abandono; a doença raiva; saúde e vacinação.  Na ocasião, também divulgou a campanha de vacinação antirrábica animal do município, que este ano será no dia 29 de setembro.

Segundo a equipe, as crianças participaram muito bem, interagindo o tempo todo da atividade e contando suas histórias (vivências) com animais de estimação.


Raiva

A raiva, também conhecida como hidrofobia, é uma doença infecciosa aguda que leva à morte.  Causada por um vírus, é caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos.

O agente infeccioso é o vírus da raiva, da família Rhabdoviridae e pertencente ao gênero dos Lissavirus.

A transmissão da raiva se dá pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas.

Pode acometer todas as espécies de mamíferos, incluindo o homem, sendo seu prognóstico fatal em praticamente todos os casos.

O cientista Louis Pasteur conseguiu isolar o vírus em 1881, inoculando coelhos por via intracerebral, e preparou a primeira vacina antirrábica em 1884.

Em Niterói, o Centro de Controle de Zoonoses registrou quatro casos confirmados de raiva nos últimos anos, ambos em morcegos (2016 a julho/2018).




terça-feira, 21 de agosto de 2018

CCZ promove ações educativas sobre a doença raiva nas escolas




Como parte das ações da campanha de vacinação antirrábica animal do município, o Centro de Controle de Zoonoses de Niterói – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – está promovendo palestras e informes sobre a raiva e a importância da vacinação de cães e gatos nas escolas.

A iniciativa de educação em saúde tem como objetivo sensibilizar os alunos sobre as responsabilidades e cuidados que devem ter com seus animais de estimação, destacando a importância da vacinação antirrábica para cães e gatos.

Por meio de bate-papo, exibição de slide-show e distribuição de material informativo, a equipe do IEC aborda e debate questões como: cuidados com cães e gatos; alimentação, higiene e espaço dos animais; condução e recolhimento de fezes em vias públicas; abandono; a doença raiva; saúde e vacinação. 

Os palestrantes destacam que a raiva pode ser transmitida por meio da mordida de um animal contaminado ou pelo contato com secreções contaminadas destes animais, e alertam os estudantes para que não toquem em morcegos e nem em animais doentes. Orientam também para, em caso de contato com qualquer animal suspeito ou mordida de morcego ou outro animal, contarem aos pais /responsáveis e procurarem imediatamente o serviço de saúde mais próximo.

As apresentações nas escolas tiveram início neste mês e vão até o dia 28 de setembro.  A temática, no entanto, é trabalhada durante todo o ano em projetos educativos sobre guarda responsável de animais, quando as crianças tem a oportunidade de conhecer melhor sobre essa e outras zoonoses.


Raiva

A raiva, também conhecida como hidrofobia, é uma doença infecciosa aguda que leva à morte.  Causada por um vírus, é caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos.

O agente infeccioso é o vírus da raiva, da família Rhabdoviridae e pertencente ao gênero dos Lissavirus.

A transmissão da raiva se dá pela penetração do vírus contido na saliva do animal infectado, principalmente pela mordedura, arranhadura, lambedura de mucosas.

Pode acometer todas as espécies de mamíferos, incluindo o homem, sendo seu prognóstico fatal em praticamente todos os casos.

O cientista Louis Pasteur conseguiu isolar o vírus em 1881, inoculando coelhos por via intracerebral, e preparou a primeira vacina antirrábica em 1884.

Em Niterói, o Centro de Controle de Zoonoses registrou quatro casos confirmados de raiva nos últimos anos, ambos em morcegos (2016 a julho/2018).

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Pediculose é tema de palestra para alunos da UMEI Nina Rita




Nesta última terça-feira (14/08) alunos da Unidade Municipal de Educação Infantil Professora Nina Rita Torres, em Piratininga, participaram de palestra sobre pediculose promovida pela equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses. 

O objetivo da ação educativa em saúde foi orientar sobre hábitos importantes para manter uma boa saúde e prevenir possível infestação de piolhos.

Para desenvolver a atividade, os agentes Élcio Nascimento e Rita de Cássia Costa realizaram um bate papo interativo abordando os tópicos: conhecendo o piolho, identificando-o entre outros insetos; conhecendo seus hábitos e como ocorre sua infestação; entendendo os prejuízos causados a uma pessoa contaminada por piolhos; compreendendo os processos de transmissão e combate aos piolhos. 

Segundo a equipe do IEC, a participação das crianças foi intensa. O tema suscitou perguntas, principalmente sobre a diferença entre os insetos piolho e pulga. A maioria dos pequenos participantes se sentiu à vontade para contar histórias a respeito de quando estão infestados por piolhos.





sexta-feira, 17 de agosto de 2018

CCZ participa do Sempre Saúde






Na manhã do último sábado (11/08) a equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde – do Centro de Controle de Zoonoses – participou do ‘Sempre Saúde” na Unidade Municipal de Educação Infantil Olga Benário Prestes, bairro Engenho do Mato.


O evento foi uma ação social organizada pela Sempre Criança, organização não governamental, em parceria com outras instituições.  No espaço interno e externo da UMEI ofereceu serviços de atendimento médico especializado (pediatria, dermatologia, clínica médica e cirúrgica) e palestras sobre imunização e vida saudável – enfatizando a importância da postura correta e da prática de atividades físicas –, violência e abuso infantil, além do espaço kids repleto de atividades nas temáticas de higiene corporal, saúde bucal, nutrição e manejo correto do lixo.

O CCZ /IEC atuou com estande educativo onde os visitantes puderam observar maquetes ilustrativas que mostram o ambiente certo e o errado para a proliferação de mosquitos numa residência.  Além disso, o agente Élcio Nascimento distribuiu material educativo, prestou orientações e reforçou informações sobre arboviroses (dengue, zika, chikungunya e febre amarela), enfatizando a prevenção ao vetor. As casinhas fizeram bastante sucesso entre a criançada, que se encantou com as miniaturas de objetos típicos,  gerando perguntas sobre prevenção.













Fonte das imagens:  Bárbara Campbell e Élcio Nascimento



quinta-feira, 16 de agosto de 2018

CCZ participa de ação educativa em saúde no Colégio Niterói




O Centro de Controle de Zoonoses de Niterói participou no dia 07/08 de ação educativa em saúde promovida pela Unidade Básica de Saúde da Engenhoca aos alunos do Colégio Niterói, bairro Engenhoca.

O evento foi a primeira edição de um projeto que objetiva fazer com que a comunidade escolar conheça os programas e serviços de saúde oferecidos pela UBS que estão disponíveis à população do bairro. 

No espaço interno foram montados estandes para exposição e demonstração dos programas de nutrição, hiperdia (hipertensão e diabetes), saúde da mulher e do homem, saúde do adolescente, e Brasil Sorridente. Profissionais médicos, dentistas, enfermeiros, técnicos em enfermagem, técnicos em saúde bucal, e estagiários de nutrição e de enfermagem prestaram orientações e realizaram serviços de verificação de pressão arterial e escovação de dentes aos estudantes.

“A Unidade sempre vinha nos colégios do bairro e fazia atividades esporádicas com algumas turmas, só que a equipe se reuniu e discutiu uma forma melhor de trazer para os alunos o conhecimento de todos os serviços e programas que disponibiliza.   Essa ação visa incentivar a ida desses adolescentes à UBS para pedir informações, tirar dúvidas com os profissionais, enfim, buscar os conhecimentos realmente corretos”, explicou a diretora da UBS Engenhoca, Adriana Cristina Lima.






 



O setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do CCZ,  atuou com estande onde os visitantes puderam observar maquetes ilustrativas que mostram o ambiente certo e o errado para a proliferação de mosquitos numa residência, e com a ajuda de lupa eletrônica, foi possível verem como são as larvas e as pupas do Aedes aegypti em tamanho original.  Além disso, a equipe composta pelos agentes Hugo Costa, Jonas Queiróz, Maria Cristina Crisóstomo e Rosani Loureiro distribuiu material educativo e reforçou informações sobre arboviroses (dengue, zika, chikungunya e febre amarela), enfatizando a prevenção ao vetor.

As pequenas representações de residências fizeram bastante sucesso, despertando a curiosidade dos estudantes, que se encantaram com as miniaturas de objetos que estão acostumados a ver em suas casas, e suscitando muitas perguntas sobre prevenção.