segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Educação em Saúde realiza atividade de sala de espera sobre arboviroses na Policlínica do Largo da Batalha





Com o objetivo de alertar sobre os perigos à saúde causados pelas arboviroses dengue, zika,  chikungunya e febre amarela urbana, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ), realizou atividade de sala de espera para usuários da Policlínica do Largo da Batalha no dia 10/12.

A ação educativa foi desenvolvida por meio de bate papo interativo e distribuição de panfletos e folders.  Os agentes Delcir Vieira e Patrícia Oliveira falaram sobre mudanças de hábitos no cotidiano para prevenção do mosquito Aedes aegypti, citando as doenças dengue, febre de chikungunya e zika.  Como essas doenças tem em comum o mesmo vetor, o Aedes aegypti, é preciso que a população reforce os cuidados para impedir o desenvolvimento de criadouros desse mosquito.

O público era formado por pessoas que buscam os serviços de saúde da policlínica.  Enquanto aguardava atendimento, recebeu o material informativo com interesse e expôs dúvidas, principalmente sobre métodos de prevenção a piscinas e calhas.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

CCZ realiza ações educativas no projeto “Semana do Enfrentamento ao Mosquito Aedes aegypti” do CEPAR




Nos meses de outubro e novembro a equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) – realizou ações educativas sobre arboviroses no Colégio Estadual Paulo Assis Ribeiro, em Pendotiba, como orientadores do projeto SEMANA DE ENFRENTAMENTO AO AEDES AEGYPTI. 

O projeto das secretarias de Estado de Educação e de Saúde é composto de atividades pedagógicas para alertar os jovens sobre os riscos de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya.

Como metodologia de trabalho, os agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira privilegiaram o diálogo interativo, as palestras com apresentação de slide-show, a orientação e supervisão de atividades e a distribuição de material informativo. 

Dia 22/10
Saída com a turma multiplicadora, coordenada pela professora de biologia Elizabeth Romito, para visita e entrevista com a proprietária de um salão de beleza que fica exatamente em frente a um bueiro entupido que serviu como objeto de estudo.  Na entrevista, a empresária disse que o bueiro trás muitos riscos, pois a água retorna e alaga a rua, incluindo sua propriedade – impedindo o uso do banheiro e da cozinha –, aumentando a chance da transmissão da leptospirose e infestação de mosquitos no local.

O bueiro, sempre que chove, se torna um criadouro potencial do mosquito Aedes aegypti. Apesar da visita constante do agente de zoonoses setorizado, que aplica larvicida, o risco é grande, pela avaliação dos alunos, pois no entorno existe uma escola que atende crianças na faixa etária de 3 à 6 anos, um centro de assistência social que atende idosos, um companhia da polícia militar e uma unidade de saúde. Segundo os estudantes, a rua da Estrada Alcebíades Pinto tem todos os "ingredientes" necessários para a transmissão de arboviroses.  





Dia 29/10 
Encontro com a professora de biologia Elizabeth Romito e alguns alunos para reunir as ações já realizadas e definir quais serão os próximos passos para a conclusão do projeto. Foi acordado que será usado a página oficial do CEPAR no Facebook para a construção de um jornal digital no qual os alunos irão esclarecer o que são arboviroses, métodos de prevenção e combate e denunciar os focos existentes na escola e as ações que foram realizadas para eliminar os criadouros do Aedes aegypti.





Dia 11/11 
Reunião com os alunos participantes do projeto para definir a apresentação da Brigada Ambiental. Ficou acordado que os jovens vão divulgar a importância de métodos biológicos como o plantio da planta crotalária e da eliminação de todos os criadouros da escola.





Dia 18/11 
Encontro com a turma de multiplicadores e a professora de biologia Elizabeth Romito. Os alunos que ficaram responsáveis pela atividade optaram em realizar a palestra sobre a Brigada Ambiental para os demais colegas da escola. A equipe do IEC preparou o grupo e orientou quanto à apresentação da palestra.




Dia 28/11 
Apresentação do Projeto “Semana do Enfrentamento ao Mosquito Aedes aegypti” com a turma 1002 multiplicadora.  Em seguida, a turma realizou palestra sobre arboviroses para os demais alunos da escola. “Eles estavam bastante confiantes e apresentaram a palestra com considerável domínio no assunto, sugerindo novos métodos de prevenção na escola”, relatou Patrícia.







Educação em Saúde participa da conclusão do Projeto Escola Sem Aedes no Colégio Leopoldo Fróes




O setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realizou nos dias 14/11, 19/11 e 26/11 as etapas finais do Projeto Escola Sem Aedes no Colégio Estadual Leopoldo Fróes, no Largo da Batalha. A iniciativa faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE), dos ministérios da Saúde e Educação.

Em 14/11 a equipe do IEC se reuniu com a professora de biologia Marcia Sousa, a professora de língua portuguesa Luzia Andrade e os alunos para traçar estratégias de ação. Com o apoio das professoras, Delcir e Patrícia perceberam o interesse dos jovens em participar do projeto. Os estudantes contribuíram com a sugestão de "arrumar a escola" para servir de inspiração para alunos e funcionários. O próximo encontro será a concretização das sugestões provocadas pela turma 2002.





No dia 19/11, contando com a parceria efetiva da professora de língua portuguesa Luzia Andrade, a equipe do IEC e alunos fizeram vistoria no entorno da escola para registrar imagens de possíveis criadouros que serão a peça fundamental de sensibilização para o dia na qual os alunos apresentarão palestra sobre arboviroses para os funcionários responsáveis pela limpeza e organização. Os estudantes participaram com bastante entusiasmo, transformando o que puderam no ambiente e eliminando possíveis criadouros de focos.  Na sequência, postaram as fotos no grupo do aplicativo de mensagens Whatsapp  que foi criado com a finalidade de concentrar todas as informações do projeto.







Em 26/11 os alunos apresentaram a palestra sobre arboviroses ilustrada com imagens de criadouros registradas na vistoria que realizaram na escola. Essa atividade teve como público alvo os profissionais de limpeza e organização da escola. Segundo a equipe do IEC, foram  surpreendentes a desenvoltura e o conhecimento demonstrada pelo grupo. A plateia ficou bem entusiasmada, apoiou a iniciativa e sugeriu que a turma 2002 realizasse um trabalho de educação em saúde com os alunos do ensino fundamental II do turno da tarde. O servidor Francisco relatou que no turno da tarde as questões com o destino correto do lixo precisa ser abordadas, pois algumas turmas ainda não se sensibilizaram com o sentimento de pertencimento e cuidados com a escola. 

“Ficamos bastante satisfeitos com o resultado do trabalho”, concluiu Patrícia.





sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Arboviroses e esporotricose são temas de palestra promovida pelo CCZ na Policlínica do Largo da Batalha




O Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – promoveu palestra sobre arboviroses e esporotricose na Policlínica Regional do Largo da Batalha. 

O objetivo foi alertar o grupo de idosos acerca dos perigos à saúde causados pelas arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti (dengue, zika, chikungunya e febre amarela) e pela zoonose esporotricose, sensibilizando-os quanto à importância da adoção de medidas preventivas no ambiente domiciliar e de convívio. 

A ação educativa em saúde foi desenvolvida em 25 de novembro pelos agentes Delcir Vieira e  Patrícia de Oliveira por meio de bate papo interativo, e abordou os seguintes tópicos:  arboviroses – sintomas, a importância da vacinação contra a febre amarela, a desmistificação da questão equivocada da relação dos macacos com a transmissão direta da febre amarela em humanos, características dos mosquitos transmissores, principais medidas de prevenção e combate aos possíveis criadouros do vetor comum (Aedes aegypti); esporotricose – a doença, contágio, o papel dos felinos na epidemiologia da esporotricose como potenciais transmissores do fungo aos seres humanos, sintomas nos animais e humanos, o controle.

“O grupo era composto, na sua maioria, por senhoras responsáveis pela limpeza e organização das suas casas;  e algumas têm animais domésticos, como gatos. Orientamos sobre a doença esporotricose e também ressaltamos importância de se manter quintais sem excessos de objetos, apenas com elementos necessários e com os devidos cuidados para não se tornarem criadouros de Aedes. Quantos os animais domésticos, realizamos um breve informe sobre guarda responsável, a importância da castração e divulgamos o Centro de Castração do CCZ  e a Unidade de Diagnóstico em Esporotricose Animal do município”, disse Patrícia.


segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

CCZ capacita participantes do projeto Niterói Jovem Eco Social



A convite da Defesa Civil de Niterói, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle (CCZ) – realizou a palestra “Arboviroses e Zoonoses” para adolescentes do projeto Niterói Jovem Eco Social, no auditório da Cúpula do Caminho Niemayer, Centro, em 29 de novembro.

O objetivo da ação educativa em saúde foi promover conhecimento, minimizar riscos de transmissão de doenças causadas por vetores e estimular os jovens a multiplicarem o saber no ambiente domiciliar e de convívio.

Os palestrantes Elcio Nascimento e Hugo Costa falaram sobre mosquitos, roedores, baratas, escorpiões, pombos, morcegos, entre outros vetores, ressaltando as doenças relacionadas, prevenção e controle.  Os profissionais ressaltaram a importância da implementação de medidas preventivas nos espaços de moradia e comunitários – especialmente em relação ao Aedes aegypti.




O projeto

Niterói Jovem Eco Social – Plantando o Futuro, projeto desenvolvido pelo município através do Pacto Contra a Violência, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Quatrocentos jovens, com idades entre 16 e 24 anos, participam de cursos técnicos em sete áreas e realizam atividades de campo como agentes de reflorestamento em suas comunidades.  Tem como foco jovens das comunidades do Preventório, Holofote, Vila Ipiranga, Cavalão, Vital Brazil, Sousa Soares, Santo Inácio, Morro do Céu, Morro do Arroz, Morro do Estado e São José.

O Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) também são parceiros.

Entre os objetivos do projeto estão a oportunidade de capacitação técnica profissionalizante para elevar o potencial de empregabilidade dos participantes; a recuperação de ecossistemas, através da prevenção de erosão superficial e da ocupação de áreas de risco; o aprimoramento das competências pessoais com capacitação profissional e inclusão social.

A iniciativa é coordenada pelo Escritório de Gestão de Projetos de Niterói (EGP/NIT) e integra o Pacto Niterói Contra a Violência. Lançado em 2018, o pacto é um Plano Municipal de Segurança Pública que prevê investimento de R$ 304 milhões, até 2020, em 18 projetos nos eixos de prevenção, policiamento e Justiça, convivência e engajamento dos cidadãos e ação territorial integrada. 
(http://niteroi.rj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=6029:2019-08-30-23-14-16)


CCZ realiza palestra sobre animais sinantrópicos para representantes de condomínios




Em continuidade ao atendimento do convite da Defesa Civil de Niterói, o Centro de Controle de Niterói (CCZ) – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – realizou, na manhã do sábado (30/11), a palestra “Animais Sinantrópicos” na Biblioteca Municipal Cora Coralina, Centro.

A ação educativa em saúde reuniu representantes de condomínios e teve o objetivo de promover conhecimento e minimizar riscos de transmissão de doenças causadas por vetores.

Os palestrantes Maria da Glória Seixas e Claudio Moreira falaram sobre mosquitos, roedores, baratas, escorpiões, pombos, morcegos, entre outros vetores, ressaltando as doenças relacionadas, prevenção e controle.  Os profissionais ressaltaram a importância da implementação de medidas preventivas nos espaços dos condomínios – especialmente em relação ao Aedes aegypti e aos roedores – e também divulgou ações exitosas do CCZ.






Educação em Saúde participa de ação social na Engenhoca





O setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle (CCZ) – participou de ação social promovida pela Unidade Básica de Saúde da Engenhoca na Plataforma Urbana Digital, no mesmo bairro, em 28 de novembro.

O IEC está atuou com estande educativo sobre zoonoses e doenças de transmissão vetorial, onde desenvolveu explanação temática, exposição de maquetes e distribuição de material informativo. 

A equipe, representada pelos agentes Maria Cristina Crisóstomo, Rogério Tavares e Rosani Loureiro, prestou informações e orientações sobre arboviroses (dengue, zika, chikungunya e febre amarela), roedores, pombos, entre outros, com o propósito de sensibilizar os visitantes sobre a importância da prática de medidas preventivas para se evitar a proliferação de doenças.





sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

CRAS Badu recebe palestra sobre arboviroses




Tendo o objetivo de informar, discutir e esclarecer sobre o que são arboviroses, os riscos envolvidos, prevenção e tratamento, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) – realizou palestra para o grupo de idosos Renascer, no Centro de Referência de Assistência Social do Badu em 07 de novembro.   

A equipe do IEC, representada pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, expôs o tema por meio de diálogo interativo, nos moldes de palestra.  Em pauta, foram debatidos os seguintes tópicos: arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika, chikungunya e febre amarela) e seus sintomas, características do mosquito transmissor, principais medidas de prevenção, e combate aos possíveis criadouros do vetor. 

“Abordamos o tema arboviroses e destacamos o Projeto Wolbachia, da Fiocruz. Contamos com a participação de novos integrantes no grupo que desconheciam muitos métodos de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti. O grupo é formado por mulheres, muitas responsáveis por cuidar do ambiente doméstico e do local de trabalho, então sugerimos uma atenção especial na organização e limpeza de quintais, varandas e lavanderia”, falou Patrícia.  




terça-feira, 10 de dezembro de 2019

CCZ realiza ação para o controle da tungíase (bicho do pé) em Santa Rosa




Na última terça-feira (3/12), o Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) realizou ação de combate à tungíase (bicho do pé) na localidade da Martins Torres, em Santa Rosa.

Agentes do Serviço de Controle de Vetores lotados na equipe de Ponto Estratégico trabalharam na desinfecção dos solos borrifando produto apropriado ao combate à tunga nas áreas afetadas e coletaram areias em vários pontos para análise em laboratório.  A seleção do local foi baseada em denúncias de que moradores estão com a doença.

O objetivo é reduzir a prevalência do inseto nas áreas identificadas através do controle químico, contribuindo, por consequência, para a diminuição da tungíase na população.








Tungíase

Tungíase é uma parasitose causada por fêmeas grávidas de uma espécie de pulga, Tunga penetrans, que habita o solo de zonas arenosas. A contaminação ocorre quando o paciente pisa neste solo sem proteção nos seus pés. A fêmea grávida penetra na pele humana com a sua cabeça e libera seus ovos para o exterior.


https://radiologiapatologicablog.wordpress.com/2019/04/22/o-que-e-tungiase/


A maioria das lesões de tungíase aparece nos pés, e em alguns casos, nas mãos. Podem ser únicas ou, em algumas vezes, bastante numerosas, dependendo da infestação do solo. A lesão surge como uma pequena pápula marrom escura com um halo fino e claro ao seu redor. Pode causar dor ou coceira e ocorrer infecção secundária e até abscessos no local. 


https://radiologiapatologicablog.wordpress.com/2019/04/22/o-que-e-tungiase/


O diagnóstico é geralmente clínico, ajudado pela história de contato do paciente com solos provavelmente contaminados. Deve ser feito o diagnóstico diferencial com verrugas virais, pois o tratamento é bem diferente nestas duas dermatoses.

O tratamento é a extração manual do parasito.  A prevenção consiste basicamente em evitar contato com solo contaminado e usar sapatos. Medidas sanitárias para a descontaminação do local infestado também devem ser adotadas. (https://www.sbd.org.br/dermatologia/pele/doencas-e-problemas/tungiase/35/)


Veja também: