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sábado, 21 de maio de 2016

Quarto encontro do Curso de Formação Básica de Agentes de Vigilância em Saúde



Dando continuidade à participação no Curso de Formação Básica de Agentes de Vigilância em Saúde, agentes comunitários da rede municipal de saúde assistiram nesta quinta-feira (19/05) ao quarto módulo da programação, Trabalho e Ambientes Saudáveis, no auditório do Núcleo de Ensino Permanente e Pesquisa (NEPP), Centro.

A ação educativa é uma iniciativa do NEPP em parceria com o Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde, e da Seção de Controle Ambiental.  O objetivo é formar profissionais de nível médio, responsáveis pela execução das ações de Vigilância em Saúde que atuam no âmbito do Programa Médico de Família, oferecendo-lhes subsídios teórico-práticos relativos à globalidade do processo de trabalho que contribuam para a adoção de uma prática mais crítica, reflexiva e inovadora.

Iniciado em abril, o curso foi desenvolvido com base no PROFORMAR e é dividido em oito módulos com um total de 36 horas /aula e ainda 100 horas /aula destinadas à produção dos trabalhos de campo e de conclusão.  As reuniões serão quinzenais, no mesmo auditório, com duração de três meses.

Nesta quarta exposição, o palestrante Cláudio Moreira, chefe da Seção de Controle Ambiental, abordou a temática para uma turma de 15 agentes envolvidos no Programa Enseada Limpa.









PROFORMAR

O Programa de Formação de Agentes Locais de Vigilância em Saúde (Proformar) resulta de uma parceria entre a Fundação Nacional de Saúde/Funasa e a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/Fiocruz.

O Curso contribui para a construção de um projeto político-pedagógico dentro do SUS e conta com o apoio de estados e municípios; da Educação a Distância da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e do Canal Saúde.

Com educação continuada e permanente, o Proformar conjuga o ensino a distância com o presencial, por meio de uma rede de articuladores pedagógicos, de suporte logístico, dos Núcleos de Apoio à Docência e de materiais didáticos que estabelecem estreita relação entre teoria e prática, ensino e serviços, escola e comunidade. (Fonte:http://www.ead.fiocruz.br/curso)




Programa Enseada Limpa

O Programa ENSEADA LIMPA, de iniciativa da Prefeitura de Niterói, foi lançado em 2013, no início da atual administração, e tem como objetivo maior fazer com que a Enseada de Jurujuba seja a primeira área da Baía de Guanabara a ser totalmente despoluída.

Coordenado pelo vice-prefeito Axel Grael, o programa envolve diversas secretarias municipais e a concessionária Águas de Niterói.  Abrange ações de urbanização e instalação de banheiros nas residências nas quais foi constatada a ausência; ampliação da rede coletora de esgoto e das ligações domiciliares à rede; iniciativas para a gestão de resíduos sólidos, como a não colocação de lixo nas encostas; entre outras medidas.

O Enseada Limpa tem como base territorial a bacia hidrográfica da Enseada de Jurujuba, que abrange os bairros de São Francisco, Charitas, Jurujuba, Cachoeira e parte do Largo da Batalha, além das comunidades de Gavião, Jamelão, Igrejinha, Ponte Velha, Maceió, Preventório, Peixe Galo, Cascarejo e Salinas, entre outras. O programa visa a melhor qualidade das águas e do meio ambiente de modo geral e, sobretudo, a melhoria da qualidade de vida da população desses locais.  (Fonte:  http://www.niteroi.rj.gov.br)

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Segundo encontro do Curso de Formação Básica de Agentes de Vigilância em Saúde



Dando continuidade à participação no Curso de Formação Básica de Agentes de Vigilância em Saúde, agentes comunitários da rede municipal de saúde assistiram na última terça-feira (19/04) ao segundo módulo da programação, O Processo de Trabalho da Vigilância em Saúde, no auditório do Núcleo de Ensino Permanente e Pesquisa (NEPP), Centro.

A ação educativa é uma iniciativa do NEPP em parceria com o Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde, e da Seção de Controle Ambiental.  O objetivo é formar profissionais de nível médio, responsáveis pela execução das ações de Vigilância em Saúde que atuam no âmbito do Programa Médico de Família, oferecendo-lhes subsídios teórico-práticos relativos à globalidade do processo de trabalho que contribuam para a adoção de uma prática mais crítica, reflexiva e inovadora.

O curso, iniciado neste mês, foi desenvolvido com base no PROFORMAR e é dividido em oito módulos com um total de 36 horas /aula e ainda 100 horas /aula destinadas à produção dos trabalhos de campo e de conclusão.  Os encontros serão quinzenais, no mesmo auditório, com duração de três meses.
Nesta segunda exposição, os profissionais Cláudio Moreira (Controle Ambiental) e Devylson da Costa Campos (Laboratório de Zoonoses) falaram sobre os processos da vigilância em saúde para uma turma de 24 agentes envolvidos no Programa Enseada Limpa.

Para Devylson Campos, o principal desafio do curso é poder compartilhar conhecimento.  “Instruir indivíduos inseridos na realidade das comunidades e dar mais ferramentas para que possam, com a grande importância que tem, realizar o papel do gestor público transformando a realidade de muita gente”, acredita o palestrante.

Ainda segundo o instrutor, o envolvimento dos alunos é um medidor de resposta importante no que diz respeito ao interesse no tema proposto:  “Podemos dizer que este termômetro, já no segundo dia, está aquecido com calorosos debates. Corrigi os trabalhos que pediam informações detalhadas da micro área de cada participante e tudo veio com riqueza de detalhes, empolga qualquer palestrante!  Os próximos encontros prometem, isso porque são mais informações, e serão exigidos mais detalhes nas tarefas que, a partir de agora, serão feitas em grupo e bem complexas.”







PROFORMAR

O Programa de Formação de Agentes Locais de Vigilância em Saúde (Proformar) resulta de uma parceria entre a Fundação Nacional de Saúde/Funasa e a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/Fiocruz.

O Curso contribui para a construção de um projeto político-pedagógico dentro do SUS e conta com o apoio de estados e municípios; da Educação a Distância da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e do Canal Saúde.

Com educação continuada e permanente, o Proformar conjuga o ensino a distância com o presencial, por meio de uma rede de articuladores pedagógicos, de suporte logístico, dos Núcleos de Apoio à Docência e de materiais didáticos que estabelecem estreita relação entre teoria e prática, ensino e serviços, escola e comunidade. (Fonte:http://www.ead.fiocruz.br/curso)



Programa Enseada Limpa

O Programa ENSEADA LIMPA, de iniciativa da Prefeitura de Niterói, foi lançado em 2013, no início da atual administração, e tem como objetivo maior fazer com que a Enseada de Jurujuba seja a primeira área da Baía de Guanabara a ser totalmente despoluída.
Coordenado pelo vice-prefeito Axel Grael, o programa envolve diversas secretarias municipais e a concessionária Águas de Niterói.  Abrange ações de urbanização e instalação de banheiros nas residências nas quais foi constatada a ausência; ampliação da rede coletora de esgoto e das ligações domiciliares à rede; iniciativas para a gestão de resíduos sólidos, como a não colocação de lixo nas encostas; entre outras medidas.
O Enseada Limpa tem como base territorial a bacia hidrográfica da Enseada de Jurujuba, que abrange os bairros de São Francisco, Charitas, Jurujuba, Cachoeira e parte do Largo da Batalha, além das comunidades de Gavião, Jamelão, Igrejinha, Ponte Velha, Maceió, Preventório, Peixe Galo, Cascarejo e Salinas, entre outras. O programa visa a melhor qualidade das águas e do meio ambiente de modo geral e, sobretudo, a melhoria da qualidade de vida da população desses locais.  (Fonte:  http://www.niteroi.rj.gov.br)

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Curso de Formação Básica de Agentes de Vigilância em Saúde





Agentes comunitários da rede municipal de saúde iniciaram nesta quinta-feira (07/04) participação no Curso de Formação Básica de Agentes de Vigilância em Saúde, no auditório do Núcleo de Ensino Permanente e Pesquisa (NEPP), Centro.  A ação educativa em saúde é uma iniciativa do NEPP em parceria com o Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde, e da Seção de Controle Ambiental.

O objetivo é formar profissionais de nível médio, responsáveis pela execução das ações de Vigilância em Saúde que atuam no âmbito do Programa Médico de Família, oferecendo-lhes subsídios teórico-práticos relativos à globalidade do processo de trabalho que contribuam para a adoção de uma prática mais crítica, reflexiva e inovadora.

O curso foi desenvolvido com base no PROFORMAR e é dividido em oito módulos com um total de 36 horas /aula e ainda 100 horas /aula destinadas à produção dos trabalhos de campo e de conclusão.  Os encontros serão quinzenais, no mesmo auditório, com duração de três meses.

Neste primeiro módulo, os profissionais Cláudio Moreira (Controle Ambiental) e Devylson da Costa Campos (Laboratório de Zoonoses) apresentaram a programação e ministraram a aula “O SUS e a Vigilância em Saúde” para uma turma de 24 agentes envolvidos no Programa Enseada Limpa.

Para o palestrante Cláudio Moreira, este primeiro encontro foi bem positivo:  “Acredito muito neste tipo de iniciativa em que são oferecidos subsídios para o desenvolvimento e formação de profissionais que atuam na ponta.  O destaque ficou pelo grau de concentração e interesse da turma que me pareceu bastante comprometida.”



PROFORMAR

O Programa de Formação de Agentes Locais de Vigilância em Saúde (Proformar) resulta de uma parceria entre a Fundação Nacional de Saúde/Funasa e a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/Fiocruz.

O Curso contribui para a construção de um projeto político-pedagógico dentro do SUS e conta com o apoio de estados e municípios; da Educação a Distância da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e do Canal Saúde.

Com educação continuada e permanente, o Proformar conjuga o ensino a distância com o presencial, por meio de uma rede de articuladores pedagógicos, de suporte logístico, dos Núcleos de Apoio à Docência e de materiais didáticos que estabelecem estreita relação entre teoria e prática, ensino e serviços, escola e comunidade.(Fonte:http://www.ead.fiocruz.br/curso)


Programa Enseada Limpa

O Programa ENSEADA LIMPA, de iniciativa da Prefeitura de Niterói, foi lançado em 2013, no início da atual administração, e tem como objetivo maior fazer com que a Enseada de Jurujuba seja a primeira área da Baía de Guanabara a ser totalmente despoluída.

Coordenado pelo vice-prefeito Axel Grael, o programa envolve diversas secretarias municipais e a concessionária Águas de Niterói.  Abrange ações de urbanização e instalação de banheiros nas residências nas quais foi constatada a ausência; ampliação da rede coletora de esgoto e das ligações domiciliares à rede; iniciativas para a gestão de resíduos sólidos, como a não colocação de lixo nas encostas; entre outras medidas.

O Enseada Limpa tem como base territorial a bacia hidrográfica da Enseada de Jurujuba, que abrange os bairros de São Francisco, Charitas, Jurujuba, Cachoeira e parte do Largo da Batalha, além das comunidades de Gavião, Jamelão, Igrejinha, Ponte Velha, Maceió, Preventório, Peixe Galo, Cascarejo e Salinas, entre outras. O programa visa a melhor qualidade das águas e do meio ambiente de modo geral e, sobretudo, a melhoria da qualidade de vida da população desses locais.  (Fonte:  http://www.niteroi.rj.gov.br)













Fonte das Imagens:  Marco Antônio Borges e Cláudio Moreira.

quarta-feira, 16 de março de 2016

CCZ participa de evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher




Neste sábado (12/03) o Centro de Controle de Zoonoses de Niterói – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – participou do “Dia da Mulher” no Médico de Família da Colônia de Pescadores, em Itaipu.  Realizado em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o evento teve como propósito buscar maior integração das usuárias nas atividades do módulo especialmente voltadas para o público feminino.

No contexto educativo em saúde, palestras foram oferecidas como:  a importância da mulher e o significado do Dia Internacional da Mulher; o papel do Programa Médico de Família na comunidade e o apoio dos usuários nas suas ações; e a função da equipe de enfermagem na relação PMF-pescadores e suas famílias.

O IEC atuou com estande educativo onde os participantes puderam observar maquetes ilustrativas que mostram o ambiente certo e o errado para a proliferação de mosquitos numa residência.  Além disso, o agente Élcio Nascimento falou sobre arboviroses (dengue, zika e chikungunya), enfatizando a importância do combate ao vetor.   O objetivo foi alertar a população quanto às medidas de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti – transmissor dos vírus causadores das doenças no país – já que 80% dos focos do inseto são encontrados em criadouros no ambiente domiciliar.








sexta-feira, 11 de março de 2016

CCZ realiza palestra sobre dengue, zika e chikungunya para professores da rede municipal de ensino





Professores da rede municipal de ensino de Niterói participaram nesta quarta-feira (09/03) de uma palestra sobre arboviroses (dengue, febre de chikungunya e zika) realizada pelo Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – no auditório da Secretaria Municipal de Educação, Centro.  A apresentação integra as ações da Semana Saúde na Escola, projeto do Programa Saúde na Escola (PSE), Ministérios da Educação e Saúde, que este ano tem como tema Comunidade Escolar Mobilizada Contra o Aedes aegypti.

Ministrada pela coordenadora do IEC, Maria da Glória Moreira, a atividade se desenvolveu através de bate papo interativo com exibição de slide-show.  O objetivo foi intensificar e aperfeiçoar conhecimentos, sobretudo à questão da zika e aos recentes casos de microcefalia em bebês relacionados a esta doença no país. 

O corpo docente aprofundou os conhecimentos sobre o mosquito Aedes aegypti – ciclo de vida, hábitos e locais prováveis de proliferação – e atualizaram informações sobre as três enfermidades transmitidas pelo mesmo vetor.  Entre os tópicos abordados estava a relação da zika com a microcefalia e os cuidados com alunos e funcionários das escolas na prevenção. As principais dúvidas foram sobre a Síndrome de Guillain-Barré, exame laboratorial, possíveis complicações causadas pelo zika vírus no organismo e uso de repelentes.







Programa Saúde na Escola (PSE)

O Programa Saúde na Escola (PSE), política intersetorial da Saúde e da Educação, foi instituído em 2007. As políticas de saúde e educação voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira se unem para promover saúde e educação integral.

A articulação intersetorial das redes públicas de saúde e de educação e das demais redes sociais para o desenvolvimento das ações do PSE implica mais do que ofertas de serviços num mesmo território, pois deve propiciar a sustentabilidade das ações a partir da conformação de redes de corresponsabilidade. Implica colocar em questão: como esses serviços estão se relacionando? Qual o padrão comunicacional estabelecido entre as diferentes equipes e serviços? Que modelos de atenção e de gestão estão sendo produzidos nesses serviços?

A articulação entre Escola e Rede Básica de Saúde é à base do Programa Saúde na Escola. O PSE é uma estratégia de integração da saúde e educação para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras. Sua sustentabilidade e qualidade dependem de todos nós!  (Fonte:  http://dab.saude.gov.br/portaldab/pse.php)


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Agentes do CCZ são capacitados e atualizados sobre zika, dengue e chikungunya




Agentes do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói participaram de uma capacitação e atualização sobre arboviroses – destacando-se as doenças zika, dengue e febre de chikungunya –, no auditório do Núcleo de Educação Permanente e Pesquisa (NEPP), bairro Centro.
  
Promovida pelo setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), a ação educativa se iniciou nesta quarta e quinta-feira (06 e 07/01) e tem como objetivo intensificar e aperfeiçoar os conhecimentos dos profissionais em relação à sua área de atuação, sobretudo à questão da zika, inédita no país, e aos recentes casos de microcefalia relacionados a esta doença.

Ministrada pelos agentes Hugo Costa e Jonas Queiróz, a atividade se desenvolveu de modo descontraído através de explanação temática com apresentação de slide-show e filme.  Pretende ocorrer para as próximas turmas nos dias 20 e 21/01.





terça-feira, 7 de julho de 2015

ATIVIDADES DE "SALA DE ESPERA" NAS UNIDADES DE SAÚDE


Neste mês de julho, período de férias escolares e de maior procura por serviços de saúde, o Centro de Controle de Zoonoses – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – intensifica as atividades de sala de espera nas unidades de saúde do município.  O objetivo é sensibilizar os usuários sobre a importância da adoção de hábitos favoráveis à saúde individual e coletiva no âmbito das zoonoses e doenças de transmissão vetorial.

Dengue e roedores são os temas mais frequentemente pedidos e abordados.  Febre de chikungunya e, mais recentemente, zika vírus tem despertado muito a curiosidade das pessoas, que buscam informações e sanar dúvidas sobre o que já leram ou ouviram a respeito.  A seleção dos tópicos relevantes ao público específico se dá por meio de solicitação dos profissionais da unidade – através de uma identificação prévia da necessidade – ou mesmo de uma demanda local identificada pelo agente do IEC. 

As ações ocorrem durante todo o ano e são desenvolvidas de maneira sucinta e objetiva, por meio de bate papo interativo e distribuição de material informativo.  Havendo tempo e oportunidade, exibição de slide-show ou vídeos educativos complementam e enriquecem o trabalho.  Em alguns bairros existe até uma parceria promovida pelo IEC entre unidades de saúde e escolas locais para apresentação de trabalhos educativos de estudantes; exemplo disso aconteceu neste primeiro semestre com a exposição de cartazes e painéis sobre a dengue confeccionados pelos alunos da Escola Madre Ângela nas dependências do Médico de Família Eva Ramos, ambos no bairro Cantagalo.




Sala de espera: um ambiente para efetivar a educação em saúde.

A sala de espera tem o intuito de garantir um cuidado humanizado, efetivando a aproximação cada vez maior entre a comunidade e os serviços de saúde. É por meio da sala de espera que os profissionais da área da saúde têm a oportunidade de estar desenvolvendo atividades que extrapolam o cuidado, como a educação em saúde, auxiliando na prevenção de doenças e na promoção da saúde; proporcionando também uma melhora na qualidade do atendimento, garantindo maior acolhimento aos usuários, e melhorando a inter-relação usuário/sistema/trabalhador de saúde, além de constituir-se em uma forma de humanizar muitas vezes os burocratizados serviços prestados.

Procurando estabelecer vínculos com a população é que se estabelecem os momentos de sala de espera, que pode ser considerada um espaço dinâmico, onde ocorrem vários fenômenos psíquicos, culturais, singulares e coletivos. Podemos dizer que a sala de espera ameniza o desgaste físico e emocional associado ao tempo de espera por algum atendimento, espera essa que pode gerar ansiedade, angustia, revolta, tensão, e comentários negativos entorno do atendimento dos serviços públicos de saúde. É caracterizada como uma forma produtiva de ocupar um tempo ocioso nas instituições, com a transformação do período de espera pelas consultas médicas em momento de trabalho; espaço esse em que podem ser desenvolvidos processos educativos e de troca de experiências comuns entre os usuários, possibilitando a interação do conhecimento popular com os saberes dos profissionais de saúde.

Os grupos de sala de espera podem funcionar como “espaço potencial”, sendo um território onde ocorrem trocas entre o indivíduo e o meio. No mesmo sentido, o processo de educação pode estimular nos pacientes a responsabilidade do autocuidado, gerando a interpretação de que muitas situações podem ser prevenidas sem ter a necessidade de buscar atendimento especializado.

Dessa forma, é através dos diálogos que acontecem na sala de espera que podemos detectar problemas de saúde, através de expressões faciais dos pacientes e de suas dimensões físicas e psicossociais; nesse espaço também avaliamos, interagimos, desmistificamos determinados tabus e entendemos determinadas crenças, e consequentemente vemos e entendemos o usuário na sua totalidade.



Fonte texto “Sala de espera: um ambiente para efetivar a educação em saúde”:
Artigo Vivências: Revista Eletrônica de Extensão da URI - Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões.   Rodrigues, A., et all.



quinta-feira, 19 de março de 2015

Alunos participam de palestra sobre dengue e chikungunya






Nesta terça-feira (17/03) alunos do ensino fundamental da Escola Primeiros Passos, bairro Caramujo, participaram de palestra sobre dengue e chikungunya promovida pelo Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC).  O objetivo da ação é despertar as crianças sobre os cuidados que devem ser tomados e, principalmente, para que sejam incentivadores dos hábitos de prevenção em suas casas.

Os agentes Jonas Queiróz e Hugo Costa desenvolveram as temáticas com explanação e exibição de vídeo.  Para as crianças, a novidade foi conhecer a febre de chikungunya e saber que o mosquito da dengue (o Aedes aegypti)  pode transmitir o vírus causador desta doença;  ou seja, o perigo aumentou e os cuidados agora precisam ser maiores também.





quarta-feira, 11 de março de 2015

CCZ promove palestra sobre Chikungunya para funcionários de hospital.




Funcionários do Hospital Municipal Carlos Tortelly participaram no período de 02 a 09/03 de palestra sobre a Febre de Chikungunya no auditório da instituição, bairro Centro.  Promovida pelo Centro de Controle de Zoonoses de Niterói –  através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde –, a ação educativa teve como objetivo, além de sensibilizar os servidores para a importância da prevenção, fornecer subsídio informativo para o aperfeiçoamento profissional dos mesmos.

A Febre de Chikungunya é uma doença infecciosa causada pelo vírus Chikungunya. A transmissão se dá através da picada de fêmeas dos mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes Aegypti e o Aedes Albopictus,  infectadas pelo vírus CHIKV.  Os sintomas são parecidos com a dengue, porém as dores articulares são bem mais intensas.  O tratamento é sintomático e não existe vacina preventiva.  Surtos da doença têm ocorrido em vários países nos últimos anos, e no Brasil foram registrados mais de dois mil casos pelo Ministério da Saúde até o momento.

Ministrada pelas agentes Daniele Caviare, Leila Neves e Maria Helena Costa, a atividade se desenvolveu de modo descontraído através de explanação temática e apresentação de slide-show, e pretende ocorrer em outras unidades de saúde nas próximas semanas.



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

“Carnaval Sem Dengue” nas unidades de saúde de Niterói




Alertar a população quanto às medidas de prevenção e controle do lixo e, em especial, dos recipientes que acumulam água podendo se transformar em criadouros do mosquito Aedes Aegypti.  Este é o objetivo do “Carnaval Sem Dengue”, uma das ações que está sendo desenvolvida pelo Centro de Controle de Zoonoses durante esta semana que antecede o carnaval.  

Na Policlínica Regional Dr. Sérgio Arouca, bairro Santa Rosa, e na Policlínica Comunitária de Jurujuba, usuários são recebidos pela equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) num estande educativo. Por meio de maquetes, panfletos e leques temáticos, as agentes Daniele Caviare e Leila Neves prestam informações e orientações sobre a melhor maneira de se combater os focos do mosquito no período de carnaval. 

Enquanto todos se divertem, o mosquito não descansa.


Saiba como eliminar os focos do Aedes aegypti:











sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

CCZ encerra treinamento em chikungunya





O Centro de Controle de Zoonoses de Niterói encerrou nesta quinta-feira (05/02) o treinamento em chikungunya promovido aos seus agentes.  Iniciado em janeiro, todas as terças e quintas-feiras, no auditório do Núcleo de Educação Permanente e Pesquisa (NEPP), bairro Centro, a ação educativa contou com 258 participantes ao total das turmas. O objetivo foi fornecer subsídios informativos para o aperfeiçoamento profissional dos servidores.


Ministrada pelo chefe da Seção de Controle Ambiental, Cláudio Moreira, a atividade se desenvolveu de modo descontraído através de explanação temática e apresentação de slide-show e vídeos.  A abordagem incluiu, além da temática principal, a relação homem-meio ambiente, a água no mundo e no país hoje, e as formas atuais de controle do Aedes aegypti.  Moreira destacou a importância do envolvimento dos agentes nas opiniões e debates durante o evento: “A ação educativa teve como objetivo também provocar a reflexão dos participantes sobre questões ambientais amplas, e acredito que conseguimos isso.  Percebemos nas palavras e ideias apresentadas a vontade destes agentes em atender cada vez melhor à população, interferindo, assim, na qualidade de vida do cidadão niteroiense; em outras palavras, um comprometimento com o profissionalismo.  Fico satisfeito pelo nosso trabalho ter contribuído, de certa forma, nesse sentido.”

Segundo o agente Antônio Marcos de Oliveira Coelho, a partir do treinamento os agentes estão capacitados a transmitir a mensagem educativa e a auxiliar na expansão da conscientização coletiva pela busca da qualidade da saúde e do bem estar público: “Acredito que foi positivo e nos mostrou o outro lado de um mesmo inimigo já conhecido que precisávamos aprender.  Mais do que conhecer o novo vírus e a doença, proporcionou a integralização dos conceitos antigos frente aos acontecimentos recentes. Somos educadores, parceiros, e principalmente aliados da saúde pública no que diz respeito a educação coletiva e ao tratamento das ações de incentivo à mobilização da sociedade como um todo.”


Febre de Chikungunya é uma doença infecciosa causada pelo vírus Chikungunya. A transmissão se dá através da picada de fêmeas dos mosquitos do gênero Aedes, sendo o Aedes aegypti e o Aedes albopictus, infectadas pelo vírus CHIKV.  Os sintomas são parecidos com a dengue, porém as dores articulares são bem mais intensas.  O tratamento é sintomático e não existe vacina preventiva.  Surtos da doença têm ocorrido em vários países nos últimos anos, e no Brasil, até novembro do ano passado, mais de mil casos foram registrados pelo Ministério da Saúde.