Uma iniciativa de controle biológico do mosquito Aedes aegypti
está em andamento em Itacoatiara. Agentes de controle de zoonoses e um morador
se uniram para enfrentar um foco crônico de mosquitos em uma piscina com
problemas estruturais, onde o tratamento químico não era viável.
A solução encontrada
O agente de controle de zoonoses Marcos Alvarenga
sugeriu a introdução de peixes barrigudinhos, conhecidos por se
alimentarem das larvas de mosquitos. A medida foi colocada em prática com apoio
do agente de controle de zoonoses e supervisor Élcio Nascimento e da
comunidade local.
Barrigudinho
Também conhecido como lebiste/guppy (Poecilia reticulata)
e guaru (Poecilia vivipara), o barrigudinho é um peixe rústico que
resiste a variações ambientais e se reproduz rápido, o que facilita a
disseminação e a sobrevivência da sua espécie.
Monitoramento contínuo
Segundo os agentes, os peixes foram inseridos recentemente e
o local passará por monitoramento regular durante as visitas. Caso seja
necessário repor os animais, já existe uma rede de apoio: um morador que
enfrentou situação semelhante e obteve bons resultados passou a criar os
peixes, fornecendo-os à equipe.
Expansão da iniciativa
Além da residência inicial, os agentes pretendem estender a
ação para uma casa vizinha que está fechada. O objetivo é entrar em contato com
os novos proprietários para também introduzir os peixes na piscina, ampliando o
alcance da medida.
Impacto na saúde pública
O uso de peixes barrigudinhos representa uma alternativa
sustentável e eficaz ao tratamento químico, contribuindo para reduzir a
proliferação de mosquitos transmissores de arboviroses como dengue, zika e
chikungunya. A iniciativa reforça a importância da participação comunitária e
da busca por soluções criativas no enfrentamento dos desafios da saúde pública.
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