segunda-feira, 6 de abril de 2026

🧼✨ Educação em Saúde fala sobre higiene pessoal e pediculose na Escola Municipal André Trouche


Com o objetivo de ensinar e estimular hábitos de higiene pessoal, levando as crianças a perceberem a importância de adquirirem comportamentos saudáveis para evitar doenças, o Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ), por meio do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), realizou palestra sobre higiene pessoal e pediculose na Escola Municipal André Trouche, no Barreto, no dia 30/03.

Os agentes Rodolfo Teixeira e Rosani Loureiro desenvolveram a atividade por meio de diálogo interativo abordando os seguintes tópicos: conceito de higiene, higiene pessoal e ambiental, lavagem das mãos e pediculose (tipos de piolhos, o piolho capilar, ciclo de vida, principais dificuldades causadas nas crianças e jovens, prevenção e tratamento). Os palestrantes buscaram sensibilizar sobre a importância da higiene para a saúde e a prevenção de doenças, e incentivar a autonomia das crianças no cuidado pessoal.

“A atividade ocorreu com tranquilidade. Os alunos participaram consideravelmente e demonstraram ótimo comportamento. Fizeram relatos sobre situações do cotidiano relacionadas à temática”, contou Rosani. 





Higiene e Responsabilidade Coletiva: Palestra do CCZ na Associação Pestalozzi de Niterói

 


No dia 31/03, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), representado pelas agentes Adriana Heizer, Jorgete Melo e Patrícia de Oliveira, atendeu ao convite da enfermeira Ticiane Rocha e realizou uma palestra na Associação Pestalozzi de Niterói, no Badu, abordando a tríade higiene pessoal, higiene ambiental e responsabilidade coletiva.

O encontro foi direcionado aos funcionários dos serviços gerais e de manutenção, iniciando com a apresentação das atribuições do CCZ, a importância da vacinação antirrábica e a divulgação do endereço da instituição.

O objetivo principal foi estimular a reflexão sobre o autocuidado como forma de prevenção de diversas doenças, promovendo autoestima e bem-estar nos colaboradores. As profissionais destacaram como a limpeza e a organização favorecem a saúde das pessoas e dos ambientes, ressaltando também os benefícios físicos e mentais de um espaço cuidado.

A equipe apresentou a estratégia da eliminação dos 4 As — abrigo, acesso, alimento e água — como medida de controle integrado de pragas, essencial para evitar a presença de vetores e, consequentemente, de doenças.

O grupo participou ativamente da conversa, demonstrando interesse e engajamento nos temas abordados.










Parceria Escola–Família: Saúde e Prevenção em Foco

 


No dia 28/03, na Escola Municipal Vera Lúcia Machado, no Badu, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – por meio do seu setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – participou do 2º sábado letivo e da reunião de pais dos alunos do 2º turno.

A diretora adjunta Beatriz Lamêgo abriu o evento destacando a importância da parceria entre o CCZ/IEC e a escola. Em seguida, as agentes Jorgete Melo e Patrícia de Oliveira apresentaram as atribuições do CCZ, com ênfase na relevância da vacinação antirrábica.

Na sequência, abordaram o tema higiene pessoal e a construção de uma rotina diária saudável, incluindo:

  • banho diário;
  • atenção aos primeiros sinais de piolho;
  • uso de vestimentas e calçados limpos;
  • vistoria das mochilas;
  • limpeza diária das garrafinhas de água.

Finalizaram compartilhando a receita da Fiocruz para combate ao piolho, que despertou grande interesse entre os responsáveis. A participação ativa e o engajamento do público evidenciaram a relevância dos temas discutidos para a promoção da saúde escolar e familiar.






Roda de Conversa sobre Arboviroses com Gestantes no MMF Cantagalo

 


No dia 24/03/2026, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – por meio do seu setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – participou do grupo de gestantes do Programa Escola da Família, realizado no Médico de Família do Cantagalo.

As agentes Jorgete Melo e Patrícia de Oliveira conduziram uma roda de conversa junto aos agentes comunitários de saúde (ACSs) e às gestantes, partindo da premissa de que o ambiente pode tanto nos proteger quanto nos adoecer.

As profissionais sugeriram um olhar atento para o espaço doméstico, observando se há objetos em excesso, presença de água parada ou locais que possam servir de abrigo para vetores. Em seguida, apresentaram slides sobre arboviroses, destacando os principais pontos de prevenção e cuidados.

Durante a explanação, os ACSs Dayse Lima, Jéssica Costa e Suzi Guimarães enriqueceram a discussão com exemplos do cotidiano dos moradores do território, ilustrando situações que favorecem a presença do Aedes aegypti, transmissor das arboviroses.

A equipe do IEC também apresentou o Projeto Wolbachia, da Fiocruz, ressaltando, contudo, que a prevenção depende de ações diárias de limpeza e organização dos quintais. As gestantes participaram ativamente e demonstraram interesse pelo tema abordado.




Arboviroses e Ambiente Doméstico: Reflexões no Grupo de Gestantes

 


No dia 23/03/2026, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), atendeu ao convite da Dra. Geisa Cavalcante, coordenadora multiprofissional da Unidade Básica de Saúde do Largo da Batalha, e realizamos uma palestra sobre arboviroses para o grupo de gestantes do Programa Escola da Família.

Para introduzir o tema, as agentes Jorgete Melo e Patrícia de Oliveira utilizaram a metáfora do útero como nossa “primeira casa”, estimulando a reflexão sobre o quanto o ambiente doméstico pode influenciar na saúde da gestante e do bebê. A partir dessa contextualização, discutiram os hábitos do mosquito Aedes aegypti, os criadouros artificiais e naturais mais comuns, seu ciclo de vida e os principais sintomas das arboviroses. Ressaltaram a importância da hidratação e da busca imediata por atendimento em uma unidade de saúde diante da suspeita de dengue, chikungunya ou zika vírus.

Também sugeriram medidas preventivas, como o uso de repelentes, a manutenção de uma casa arejada, com luz natural e ventilação cruzada, para reduzir a presença de vetores. O grupo demonstrou interesse pelo assunto e levantou questões sobre o método Wolbachia. Após esclarecerem as dúvidas, reforçaram que a vigilância dos ambientes deve ser constante e que o enfrentamento das arboviroses exige um esforço coletivo.

Ao final, as responsáveis pelo grupo, a Enfermeira Giullia Toldo e a Assistente Social Leilane, as convidaram para participar do próximo encontro.