segunda-feira, 11 de junho de 2018

Agentes comunitários de saúde do PMF Cantagalo recebem palestra sobre arboviroses



Agentes comunitários de saúde do Programa Médico de Haidée Santamaria I, em Cantagalo, receberam na última quarta-feira (06/06) palestra sobre arboviroses (dengue, zika, febre de chikungunya e febre amarela urbana) promovida pelo setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ)

A ação educativa em saúde teve o objetivo de instruir os profissionais para o emprego do conhecimento nas ações educativas a serem realizadas na comunidade.

Como forma de desenvolver a atividade, Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, realizaram diálogo interativo com exibição de slide-show.  A abordagem do tema contemplou os seguintes assuntos: histórico e conceito das arboviroses, sintomas, comportamento do mosquito transmissor (o Aedes aegypti), principais criadouros do inseto, distribuição de casos da doença no município, e métodos de controle do vetor de transmissão. 

Segundo a equipe do IEC, a participação dos agentes foi surpreendente. “Foram bastante participativos, relataram o sofrimento de alguns usuários com a cronicidade da febre de chikungunya. Um agente relatou que até hoje sofre com os sintomas da doença e que as informações transmitidas na palestra coincidem com os sintomas que ainda persistem mesmo depois de quatro meses da manifestação da doença. A troca de experiência foi bastante enriquecedora”, avaliou a palestrante Patrícia de Oliveira. 

O grupo solicitou o tema Raiva para o próximo encontro que será dia 20/06.






sexta-feira, 8 de junho de 2018

CCZ promove palestra sobre importância da higiene hospitalar




Nesta segunda e terça-feira (04 e 05/06) o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – promoveu a palestra ‘A Importância da Higiene Hospitalar’ para profissionais da área de higienização e limpeza do Hospital Municipal Carlos Tortelly, no bairro de Fátima.

Realizada no auditório Nelly Cantelmo, do hospital, a ação educativa em saúde teve o objetivo de sensibilizar a equipe a valorizar o próprio trabalho, entendendo a suma importância deste para o funcionamento positivo da instituição. A atividade também reforçou informações e uniformizou conceitos de higienização hospitalar.

Para tornar a abordagem do tema mais interativa e dinâmica, a agente Daniele Caviare realizou bate-papo, nos moldes de debate. Infelizmente não foi possível utilizar o projetor multimídia do local.

O conteúdo programático compreendeu os seguintes assuntos: diferença entre limpeza, desinfecção e esterilização; área crítica, semicrítica e não crítica; princípios da limpeza concorrente e terminal; medidas de higiene e precaução à contaminação; equipamentos de proteção individual (EPI);  orientação na lavagem das mãos; e a importância dos colaboradores de higienização no controle das infecções.

Segundo a palestrante, os colaboradores foram bem participativos e apresentaram várias dúvidas. “Foi muito satisfatório, superou expectativas. Eles interagiram o tempo todo com relatos e questionamentos e se sentiram a vontade para expor suas dificuldades inerentes à profissão, especialmente o número insuficiente de funcionários para dar conta do serviço. As mulheres, em especial, se interessaram em saber por que as unhas devem estar curtas e sem esmalte ou base, os dedos sem adorno (anéis), e também porque não podem usar maquiagem".



quarta-feira, 6 de junho de 2018

Educação em Saúde realiza palestra para agente comunitários do PMF Matapaca




Nesta segunda-feira (04/06) o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – realizou palestra sobre arboviroses (dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana) no Programa Médico de Família Abelardo Ramirez, em Matapaca.

A atividade teve o objetivo de instruir os agentes comunitários de saúde para o emprego do conhecimento nas ações educativas a serem realizadas na área atendida pelo PMF.

Ministrada por Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, a ação teve como metodologia o diálogo interativo com exibição de slide-show, e abordou os seguintes temas: histórico e conceito das arboviroses, sintomas, características e comportamento do mosquito transmissor (o Aedes aegypti), principais criadouros do inseto, distribuição de casos da doença no município, e métodos de controle do vetor de transmissão. 

“A participação foi bastante ativa. Percebemos que, por ser um grupo mais intimista, facilitou a exposição de dúvidas antigas. A troca de experiência foi bastante enriquecedora. Fomos informados pelos ACS’s a respeito do caso de um morador que, ao ser denunciado anonimamente,  além de eliminar todos os criadouros, se tornou parceiro dos agentes. Eles também relataram que existem situações antigas na localidade que ainda prejudicam a prevenção e o combate ao Aedes aegypti. Sugerimos, para esses casos, abertura de processo perante o Departamento de Vigilância Sanitária”, relatou a palestrante Patrícia de Oliveira.






Agentes comunitários do PMF Maceió recebem palestra sobre pediculose


Em atendimento à solicitação do Programa Médico de Família João Sampaio, bairro Maceió, a equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – realizou palestra sobre o tema Pediculose para o quadro de agentes comunitários de saúde da unidade na última quarta-feira (30/05).

Ministrada por Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, a ação educativa em saúde teve como metodologia o diálogo interativo com exibição de slide-show e vídeos, e discutiu os seguintes tópicos: tipos de piolhos, o piolho capilar, ciclo de vida, principais dificuldades causadas nas crianças e jovens, prevenção e tratamento. 

A atividade teve como objetivo preparar os profissionais para o emprego do conhecimento nas ações educativas que exercem, pois eles vêm observando que existem crianças que sofrem com pediculose na comunidade atendida pelo PMF. “A abordagem do tema foi bem interessante, pois a instrução nos possibilitou saber que a recomendação dada aos moradores pelos agentes estava mais voltada para o uso de medicamentos. Notamos que os participantes se interessaram em conhecer o uso do vinagre diluído em água para facilitar a remoção de lêndeas e o uso contínuo do pente fino. Ressaltamos esses e outros métodos de prevenção e também os possíveis problemas causados pela infestação de piolhos numa criança, como baixa no rendimento escolar, bullying e até anemias”, avaliou a palestrante Patrícia de Oliveira.


terça-feira, 5 de junho de 2018

Especialistas debatem situação epidemiológica da chikungunya


Uma Sala de Situação em Saúde dedicada a conhecer a situação epidemiológica da chikungunya no Brasil e no estado do Rio de Janeiro reuniu (23/5) representantes do Ministério da Saúde (MS) e da Secretária Estadual de Saúde, além de profissionais de diversos municípios fluminenses. O encontro, que abordou ainda os desafios no manejo clínico de adultos e crianças, foi realizado pela Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência no Salão da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz). O evento é o primeiro de uma série de discussões a respeito, uma vez que, segundo o coordenador Rivaldo Venâncio, “o conhecimento sobre arboviroses ainda está em construção”.

Os dados apresentados pelo MS relativos a 2016, ano do ápice do surto no Brasil, mostram 303,4 mil casos de chikungunya notificados (foto: Peter Ilicciev)

Emerson Araújo, da Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública (CGLAB) do MS, apresentou dados sobre a legislação, estrutura e financiamento do Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública (Sislab). O Sistema tem entre suas atribuições de estimular parcerias entre laboratórios e centros formadores de recursos humanos, visando à melhoria da qualidade do diagnóstico laboratorial, o que é particularmente importante em relação a doenças pouco conhecidas como a chikungunya.

Os dados apresentados pelo MS relativos a 2016, ano do ápice do surto no Brasil, mostram 303,4 mil casos de chikungunya notificados e 85,5 mil solicitações de diagnósticos laboratoriais específicos no âmbito do Sislab. Os dados mais atuais (18ª semana epidemiológica de 2018) indicam 40,8 mil casos notificados em todo país, sendo 33,8 mil casos prováveis (casos notificados suspeitos menos os descartados) e 20,2 mil confirmados, sendo que a grande maioria destes (79,9%) obteve confirmação clínico-epidemiológica.

Araújo afirmou que um dos maiores desafios para implantação da estratégia de gestão integrada das arboviroses é a clínica dos pacientes “que é muito semelhante nas diversas arboviroses, o que é agravado quando as requisições de exames chegam ao laboratório sem evidência ou informação clínica sobre os pacientes, é difícil chegar a um diagnóstico conclusivo para iniciar a terapêutica correta quando for o caso”.

A situação no Rio de Janeiro foi apresentada por Mario Sergio Ribeiro, da Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, que trouxe dados relativos a 2018, apurados no final de maio. Apenas de 10 a 22 de maio o número de casos prováveis subiu de 8 mil para 11 mil, tendo sido confirmados 6,5 mil (1,4 mil laboratorialmente), com três óbitos registrados. Além da capital, as áreas mais afetadas são a Região Metropolitana II (Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Rio Bonito, etc.) e Noroeste Fluminense (Itaperuna, Santo Antônio de Pádua, Bom Jesus do Itabapoana, etc.).

Ribeiro fez um alerta para a possibilidade de aumento de casos na Metropolitana I (Baixada Fluminense), que faz limite com a zona oeste da capital onde existe uma alta incidência de chikungunya. Em relação à taxa de internação, os maiores índices estão nos dois extremos, menores de 15 anos e maiores de 80, respectivamente 1 e 1,3 por 100 mil habitantes, e em todas as faixas etárias a maior incidência é em mulheres.

A Secretaria tem realizado reuniões periódicas de seu GT Arboviroses para atualização do Plano de Contingência, além de promover capacitações regionais para diagnóstico e tratamento e vistas técnicas aos municípios para apoio às ações de vigilância da Chikungunya. Ribeiro listou entre os recursos necessários para o enfrentamento da epidemia investimento em logística e material gráfico para as capacitações, além de medicamentos específicos, inseticidas, larvicidas equipamentos adequados para sua aplicação, além kits para os exames no Lacen.

A pediatra do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Suyen Villela, falou sobre casos de chikungunya em recém-nascidos. Os atendimentos relatados por Suyen aconteceram de 2016 a 2018 no Hospital São Francisco (Niterói), onde ela também trabalha. Foram sete casos nesse período, todos muito graves e com longos períodos de internação, com muito sofrimento para as crianças. Só a primeira chegou a óbito, pois chegou em estado muito avançado da doença, nos demais casos, após muito esforço da equipe de saúde, as crianças foram salvas. A experiência serve de alerta para a necessidade de notificação de mães que tiveram a chikungunya no periparto devido ao risco de transmissão vertical, que pode trazer riscos tão grandes quanto a zika e o Dengue.

No encerramento, o coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência, Rivaldo Venâncio, analisou a possibilidade de ocorrência de uma epidemia da chikungunya. Para ele, “analisando a dinâmica de evolução das arboviroses, tudo indica que sim”. Ele a firmou que temos todos os macrodeterminantes necessários para isso, como elevadas temperaturas e umidade relativa do ar, alta densidade populacional, urbanização desordenada, coleta de lixo deficiente, fornecimento de água irregular, violência urbana. Para ele, o setor saúde não tem governança sobre esses aspectos, “o Brasil vive um verdadeiro apartheid social, que não será resolvido com medidas demagógicas e milagrosas”.

Da mesma forma, também estão colocados os microdeterminantes da epidemia. Ele citou um alto percentual de pessoas susceptíveis aos vírus circulantes, a abundância de criadouros do mosquito transmissor, altos índices de infestação predial e a densidade de fêmeas do vetor. Ele sugere medidas para o enfrentamento da chikungunya, como a capacitação de todas as categorias envolvidas na atenção aos doentes, organizar a rede de atenção com base em um protocolo clínico atualizado e a utilização e aprimoramento dos materiais já disponíveis, como os manuais de manejo clínico do MS e outras publicações. Para Rivaldo, “se não podemos evitar a epidemia no Rio de Janeiro, é possível fazer alguma coisa para amenizar seu impacto”.


Fonte:  Fiocruz


segunda-feira, 4 de junho de 2018

CCZ realiza palestra sobre arboviroses na Igreja Nova Vida






Sensibilizar membros e fiéis, informando, discutindo e esclarecendo sobre o que são as arboviroses, os riscos envolvidos, prevenção e tratamento.  Esse foi o objetivo da palestra realizada pelo Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ)– através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – na Igreja Nova Vida de Pendotiba na última segunda-feira (28/05).

A ação educativa em saúde se deu por meio de diálogo interativo e apresentação de slide-show.  Os agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira colocaram em pauta os temas: arboviroses (dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana) e seus sintomas, a importância da vacinação contra a febre amarela, a desmistificação da questão equivocada da relação dos macacos com a transmissão direta da febre amarela em humanos, características do mosquito transmissor (o Aedes aegypti) e principais medidas de prevenção ao vetor.

Segundo Patrícia de Oliveira, a atividade foi bastante produtiva: “O público participou com entusiasmo. Ouvimos sugestões de atendimento relacionadas à unidade de saúde local. Contamos com total apoio do Pastor Ronaldo Bom, que demonstrou ser muito consciente quanto às responsabilidades de um cidadão e cristão no que diz respeito às adoções de práticas para eliminar possíveis criadouros do Aedes aegypti”, ponderou.

A palestra foi um convite da agente comunitária de saúde Viviane Oliveira da Costa, do Programa Médico de Família do Badu. 




Vigilância Sanitária do Estado alerta para os cuidados na compra de alimentos


O consumidor deve estar atento ao ir ao mercado: saiba como identificar produtos inadequados para o consumo


Depois da greve dos caminhoneiros, o consumidor tem ficado apreensivo quanto à qualidade dos alimentos que encontra no mercado. Carnes, frios, laticínios, legumes e verduras são itens que requerem mais atenção na higiene e conservação, a fim de evitar a contaminação e possíveis danos à saúde. Observar o aspecto do produto e a forma como está sendo oferecido ao público está entre os primeiros cuidados.

- No mercado devemos observar a área de exposição dos produtos, se estão sem a presença de insetos, além de balanças, cestas e até carrinhos de compras. Todos estes locais devem estar higienizados e os funcionários devem se apresentar com uniformes limpos e proteção no cabelo. Visto isso, agora o consumidor pode se atentar durante a escolha do produto – comenta Eliane Cardozo, Superintendente de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde.

Frutas, legumes e verduras devem ter um bom aspecto, os frios e laticínios, leite, queijos, manteigas e iogurtes devem estar estocados em balcões ou vitrines devidamente refrigeradas, conforme orientação descrita na embalagem, além de ter um carimbo de inspeção dos órgãos competentes. Alimentos fatiados, embalados e rotulados devem ter indicação de origem, peso, data de fracionamento e de validade.

Ao comprar carnes em geral, é preciso se atentar à textura, cor e odor do alimento.

- Se houver uma camada de gelo no fundo ou em volta da embalagem, por exemplo, indica que o alimento já foi descongelado e recongelado. Essa alteração de temperatura desequilibra a composição do alimento e ajuda na proliferação de bactérias. Alimentos mal conservados podem provocar desde um mal-estar, diarreia até infecção alimentar – explica Eliane.

Outras dicas que também podem ser colocadas em prática para garantir sua saúde:

• Não adquira alimentos com embalagens danificadas, estufadas, amassadas ou enferrujadas.
• Não deixe alimentos refrigerados em locais inadequados (cestas, carrinhos, prateleiras etc.) por um longo período de tempo.
• Produtos como massas e pães de queijo, por exemplo, podem apresentar crescimento de fungo, bem como ficarem esfarelados.
• O sorvete é um produto aerado. Se houver compactação da massa ou cristalizar ao fundo é sinal que houve descongelamento;

A Secretaria de Estado de Saúde alerta a população para também ficar atenta a essas características sensoriais, validade do produto e, caso encontre condições inadequadas, entre em contato com a Vigilância Sanitária do seu município. 


Vigilância Sanitária de Niterói - Rua São João, 190 - Centro.  Tel.: (21) 2717-8331


Fonte:  Conexão Saúde-RJ